Diante do recente corte de R$ 1,6 bilhão do Ministério da Educação (MEC), comunicado por meio de um decreto assinado no último dia 29 de maio, a direção do Andes-SN, sindicato que representa os trabalhadores em educação em todo o território nacional, publicou uma dura nota de repúdio
No documento, a entidade lembrou que o setor passa por um
processo de desfinanciamento, desde 2015, com impactos negativos nas instituições
federais de ensino.
“Temos denunciado a redução sistemática dos recursos
discricionários em custeio e investimentos das IFES desde 2015. Os recursos de
16,1 bi de reais em 2015 (em valores corrigidos pelo IPCA), caíram em 2025 para
R$ 7,6 bi, resultando na deterioração da manutenção e dos investimentos
necessários para manter, em patamares mínimos, as principais funções das IFES.”
Histórico apoiador e parceiro da Auditoria Cidadã da Dívida
(ACD), a entidade tem denunciado o corte dos recursos para a educação,
especialmente após a aprovação do arcabouço fiscal (Lei Complementar 200/2023),
norma que controla o endividamento público brasileiro, limitando o aumento das
despesas do governo federal ao crescimento de suas receitas.
Um sistema que se torna ainda mais duro, a partir das
políticas de juros altos adotadas pelos governos brasileiros.
Confira
a íntegra da nota de repúdio.
A luta pela educação é uma das bandeiras de atuação da ACD.
Por isso, a entidade está à frente de uma importante ação
pela valorização das políticas e dos serviços públicos para o povo brasileiro.
Saiba
mais, em nossa Campanha Nacional por Direitos Sociais.
Parceiro da ACD por mais direitos sociais, Andes-SN repudia novo corte bilionário de verbas da educaçãohttps://t.co/43aVxFK7lb pic.twitter.com/OCKxIbMV7G
— Auditoria Cidadã da Dívida (@AuditoriaCidada) June 17, 2026
Fonte: Auditoria Cidadã da Dívida
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