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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Filme Bolsonaro: produtora ganha R$108 mi em licitação “irregular”


Publicamos uma revelação exclusiva e muito interessante, que abre uma janela para o curioso mundo de dinheiro público e dos agregados do bolsonarismo


Intercept Brasil
 

Descobrimos que a produtora de “Dark Horse”, o novo filme sobre Bolsonaro, recebeu mais de R$ 100 milhões em dinheiro público só da prefeitura de Ricardo Nunes em São Paulo. 

A licitação aconteceu sem concorrência, sem qualificações ou experiência prévia, com pelo menos 20 irregularidades e com valores pelo menos o dobro de contratos parecidos.

Curioso, não é? Mas não para por aí.

Seguimos o dinheiro e descobrimos que a produtora, Karina Ferreira da Gama, está no centro de uma rede de ONGs e empresas que recebem milhões em outros contratos públicos, emendas parlamentares e serviços eleitorais ligados ao universo evangélico e a políticos do bolsonarismo.

Você deve conhecê-los: o ex-presidente da Câmara de Vereadores de SP, Milton Leite (União Brasil); ex-vereador de SP e bispo da Igreja Universal Atílio Francisco (Republicanos); e o Dep. Mário Frias (PL), aquele Secretário de Cultura de Bolsonaro que gravou um clipe cantando uma música autoral em homenagem ao ex-chefe.

Essa é a mulher por trás da cinebiografia, gravada em inglês, com a missão de reescrever a história de Jair Bolsonaro e consolidar sua imagem de mártir para a direita gringa. 

Só que Karina não é a única pessoa no Brasil com contatos lá fora. Aqui, no Intercept, mostramos para o mundo a verdade sobre Jair, Tarcísio, Nikolas e o resto dos seus comparsas. Nossas revelações são repercutidas pelos nossos parceiros e amigos na imprensa internacional.

Todos nós sabemos que há uma batalha política acirrada ocorrendo em Brasília para tomar o poder, conceder anistia a Jair e todos os golpistas e garantir imunidade total aos políticos flagrados em casos de corrupção.

Mas essa batalha também está sendo travada em um cenário global, como demonstram as alianças dos Bolsonaros com Donald Trump e Elon Musk.

Nossas investigações são essenciais para garantir que o Brasil não seja manipulado em 2026 como foi em 2018. Precisamos manter a pressão e, para isso, dependemos quase inteiramente das doações dos nossos leitores.

Estamos no meio de uma campanha de arrecadação vital. Precisamos levantar R$ 400 mil até o fim do ano para continuar investigando os esquemas de Bolsonaro e do Centrão, tanto no Brasil quanto no exterior. 

O tempo está se esgotando e ainda estamos muito longe de atingir nossa meta. Se você acredita na importância desse trabalho, podemos contar com o seu apoio hoje?

 

(Sua doação será processada pela Doare, que nos ajuda a garantir uma experiência segura.)


É normal recebermos pistas para investigações como essa aqui no Intercept Brasil pois as fontes confiam em nós. Sabe por quê?

Porque não aceitamos emendas, nem qualquer tipo de financiamento de políticos ou governos! Isso nos deixa livres para denunciar qualquer esquema sem medo e sem censura. Para 2026, isso vai fazer toda a diferença. 

O jornalismo independente é o único que não vai reproduzir narrativas de campanha absurdas que você vê em ano eleitoral. Temos a confiança das fontes, temos a liberdade editorial e temos a experiência e a visibilidade necessárias para chacoalhar o país. E também temos a credibilidade internacional para chamar a atenção do mundo. 

É por isso que revelamos o caso preocupante dos agentes da Polícia Federal que se mudaram para a mesma cidade que Eduardo Bolsonaro nos EUA.

Também é por isso que investigamos a imensa influência que as Big Techs dos EUA têm sobre Brasília, como em nossa reportagem exclusiva sobre a tentativa de “chantagem” da OpenAI ao governo.

E é por isso que denunciamos a vinda coordenada ao Brasil de pastores pentecostais dos EUA que ajudaram a eleger Trump no ano passado.

E foi por expor os golpistas fugitivos vivendo a vida tranquilamente na Argentina que fomos atacados e ameaçados violentamente pela tropa de Bolsonaro.

Mas o que poderia nos impedir de continuar revelando o que eles não querem que você saiba não são as ameaças deles, e sim a falta de apoio da nossa comunidade.

Para nossos jornalistas poderem planejar suas próximas revelações bombásticas – como Laís Martins e Tatiana Dias, que descobriram o que estava por trás do filme de Bolsonaro – é necessário previsibilidade financeira.

Se não arrecadarmos R$ 400 mil até o dia 31 de dezembro, não seremos capazes de apurar as denúncias mais importantes para 2026 e planejar as reportagens que mudarão os rumos do país nas ruas e nas urnas.

Não deixe que isso aconteça! Se você quer golpistas e corruptos na prisão e não no Congresso, considere doar agora e nos ajudar a bater essa meta urgente.


Equipe Intercept Brasil

Obs: 
não se esqueça de ler a matéria completa!


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sábado, 6 de dezembro de 2025

É assim que o Agro manipula o Estado: com R$ 18 milhões em patrocínio


Consegui abrir a caixa-preta dos patrocínios que a Embrapa, principal referência em pesquisa agropecuária no país, recebeu de empresas na COP30


Intercept Brasil


Foram ao menos R$ 17,8 milhões em patrocínios para atividades como promover o agronegócio brasileiro — um dos maiores emissores de gases de efeito estufa do país — como solução para a crise climática. Nós revelamos isso numa reportagem que publicamos nesta semana no Intercept Brasil

Descobri que somente a CNA, entidade vinculada à bancada ruralista no Congresso, pagou quatro vezes mais do que os dados públicos apontavam. 

Você deve estar se perguntando como cheguei a esse número. Bem, não foi fácil. Foi uma peleja de cinco meses — e eu te conto agora como fiz.

Fiquei encucada ao ver nomes como a da fabricante de pesticidas Bayer, da multinacional suíça de alimentos Nestlé e da gigante automotiva Toyota na lista de patrocinadores e resolvi tentar descobrir o quanto elas tinham desembolsado. 

E por que isso importa? 

A Embrapa foi questionada por ONGs, ambientalistas e integrantes dos movimentos de agricultura familiar por emprestar sua credibilidade para empresas e instituições ligadas a desmatamento, suspensão da demarcação de terras indígenas e produção de agrotóxicos — em um exemplo perfeito do greenwashing, a propaganda verde enganosa, dentro da COP30. 

Só para dar uma ideia, a CNA — que deu R$ 10 milhões à Embrapa — se autodenomina a voz do agro do Brasil, ajuda a financiar a bancada ruralista e, portanto, a passar a boiada de destruição no Congresso.

Sabe o PL da Devastação?

CNA aprova e defende. E as novas homologações e demarcações de terras indígenas, anunciadas depois de muito protesto durante a COP30? Pronto, dois dias depois do fim da cúpula, a CNA foi lá e pediu ao STF a suspensão de tudo. 

Não dá pra dizer que a entidade é uma grande amiga da natureza, né?

A saga pela informação pública e por mais transparência

 

  • 2 de julho: Enviei um pedido via Lei de Acesso à Informação, a LAI – a lei que permite solicitar informações ao poder público – requisitando à Embrapa as respostas de um formulário de manifestação de interesse em patrocinar a “Jornada pelo Clima”.
  • 1º de agosto: A Embrapa alegou que "não era possível abrir o link" do próprio formulário que ela havia criado.
  • 3 de agosto: Recorri em primeira instância, provando que o link estava disponível.
  • 12 de agosto: A Embrapa voltou a responder, alegando que a divulgação dos valores era “informação restrita” e poderia “prejudicar os interesses” em novas captações. Ignoraram que eu havia pedido para tarjar dados pessoais!
  • 21 de agosto: Voltei a recorrer!
  • 28 de agosto: A Embrapa disponibilizou a minuta contratual base, mas não as cotas aderidas nem as respostas ao formulário.
  • 28 de agosto (ainda): Escalamos para a última instância, a Controladoria-Geral da União, a CGU.
  • 29 de outubro: Deu certo! A CGU me deu ganho de causa.

Outra vitória


Depois da publicação da nossa reportagem, a Embrapa adicionou no site da “Jornada pelo Clima” uma aba de transparência sobre os patrocínios. Lá estão toda a movimentação financeira, contratos, notas fiscais e prestações de contas – exatamente como deve ser. 

Também conseguimos acesso às respostas que as empresas deram, no formulário de interesse, para se justificar alinhadas aos objetivos da COP30 e comprometidas com um futuro mais sustentável.

E se tiver perguntas que gostaria que fizéssemos aos órgãos públicos usando a LAI, me manda uma mensagem no alice.souza@intercept.com.br.


ENTENDA MELHOR


por Alice de Souza 

por Sabrina Fernandes 

por Thalys Alcântara 


Obrigado por nos acompanhar. Precisa de ajuda com a sua doação ou quer esclarecer alguma dúvida? Nosso e-mail é: membros@intercept.com.br

Este e-mail é um canal importante para conversarmos com nossa comunidade, mas se você mudou de ideia e não quer receber nossa newsletter, clique em cancelar a inscrição.

Essa ação é irreversível.

Via: Alice de Souza


Biodiversidade - em defesa do clima! - 01

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Crise industrial na Argentina: 21% das empresas demitiram trabalhadores e 40% tiveram queda na produção


A demanda interna é a principal preocupação das empresas argentinas, seguida pelo aumento dos custos


Cortes de gastos levaram milhões de argentinos para baixo da linha da pobreza e agora afetam empresas

| Crédito: FABRICE COFFRINI / AFP

 

Uma pesquisa trimestral do Centro de Estudos da União Industrial Argentina (UIA), que consultou mais de 700 empresas, apontou que 21% das empresas industriais argentinas reduziram seu quadro de funcionários em outubro, devido a uma queda generalizada na produção.

Além disso, 23,5% ajustaram os turnos de trabalho e 7,7% recorreram à suspensão da produção, refletindo uma tendência de alta nos últimos cinco trimestres.

Segundo o relatório, apenas 10,6% das empresas aumentaram seu quadro de funcionários, uma porcentagem que vem diminuindo desde outubro de 2024. Mais de 19 mil empresas encerraram as atividades desde que o presidente Javier Milei assumiu o poder.

Já o indicador de desempenho industrial registrou 43,8 pontos em outubro, uma queda de 5,2 pontos em comparação com o ano anterior, sendo os setores têxtil, de metais básicos, vestuário, couro e calçados os mais afetados. Além disso, 40,3% das empresas relataram queda na produção, em comparação com apenas 21,3% que apresentaram melhorias.

As vendas no mercado interno também contraíram para 47,7% das empresas, um declínio mais acentuado em comparação com os 43,5% registrados três meses antes e os 26,5% de um ano atrás. A demanda interna continuou sendo a principal preocupação das empresas (41%), seguida pelo aumento dos custos (19,3%).

Nas exportações, 25,1% das empresas relataram queda nas vendas para o mercado externo, enquanto 18,2% registraram crescimento. Além disso, uma em cada duas empresas admitiu dificuldades para honrar pagamentos a funcionários, fornecedores ou impostos, segundo o Centro de Estudos do Sindicato Industrial Argentino.

Ao ser questionado sobre o efeito das políticas econômicas, Milei argumentou que “se a economia se abre e um determinado setor vai à falência, é porque os produtos importados são de melhor qualidade e/ou mais baratos”, desdenhando da atual situação do mercado interno.

Ele também alegou que esse ajuste “não gera perda de empregos” e que os trabalhadores vão migrar para setores “mais produtivos”, aumentando a felicidade dos cidadãos.

No entanto, em seus primeiros 20 meses de mandato, desde dezembro de 2023, 19.164 empresas fecharam as portas, uma média de pelo menos 30 fechamentos por dia, segundo dados do Centro de Economia Política Argentina (CEPA), com base em registros oficiais.

O encerramento dessas empresas resultou na perda de 276.624 empregos, dos quais 55.941 eram no setor industrial. A reforma trabalhista proposta por Milei não criou novos empregos, como dito oficialmente, mas sim acelerou as demissões.

A UIA alerta ainda que a crise industrial está se aprofundando, com indicadores que não mostram recuperação desde 2014.

Com informações da teleSur.

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Editado por: Rodrigo Gomes



Fonte: Brasil de Fato


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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

China fornecerá US$100 milhões em assistência à Palestina


Recursos serão destinados ao alívio da crise humanitária e à reconstrução pós-conflito



Gettyimages.ru / Maxim Shemetov / Amir Levy

Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, ofereceu, nesta sexta-feira (5), mais detalhes sobre a assistência de 100 milhões de dólares à Palestina, anunciada pelo presidente Xi Jinping no dia anterior.


Hamas aceita medidas iniciais 

de desarmamento - Al Arabiya


"A China apoia firmemente a justa causa do povo palestino na restauração de seus direitos nacionais legítimos e continuará trabalhando incansavelmente com a comunidade internacional por um cessar-fogo completo e duradouro em Gaza, pela melhora da situação humanitária no local e por uma solução política antecipada para a questão palestina com base na solução de dois Estados", prometeu o representante.


  • Nos últimos dias, o Ministério da Saúde de Gaza, citado pela agência AP, informou que forças israelenses já mataram mais de 70.000 pessoas desde o conflito iniciado no dia 7 de outubro de 2023.

  • Desde 7 de outubro de 2023, a China tem enviado múltiplos lotes de ajuda humanitária a Gaza, por meio da ONU, Egito, Jordânia e outros canais.

Lin Jian


O presidente Xi Jinping anunciou que a China fornecerá US$ 100 milhões em assistência à Palestina para aliviar a crise humanitária em Gaza e apoiar sua recuperação e reconstrução.

Desde o início do conflito em Gaza, a China tem fornecido diversos lotes de suprimentos humanitários à Faixa de Gaza por meio da ONU, do Egito, da Jordânia e de outros canais, o que foi bem recebido e apreciado pelo governo e pelo povo palestino.



Fonte: RT Brasil


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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Tarifas e sanções são usadas como 'instrumento de subordinação política', diz Dilma Rousseff


Atual presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) defendeu papel do BRICS diante de política tarifária internacional


Gettyimages.ru / Carlos Tischler/NurPhoto
 

O Rio de Janeiro está sediando a primeira edição da Cúpula Popular do BRICS. Até quinta-feira (4), representantes de 21 países vão debater a participação de movimentos sociais e da sociedade civil na política mundial. No primeiro dia de evento, a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, falou sobre a importância do bloco e criticou sanções e tarifas internacionais.

"O uso de tarifas e sanções estão servindo como instrumento de subordinação política. O sistema financeiro permanece assimétrico. Por isso, o BRICS e o NDB são necessários", afirmou.


País do BRICS troca dívida em dólares 

por yuan para reduzir custos


A ex-presidente do Brasil está no comando do Novo Banco de Desenvolvimento do bloco desde 2023. Desde lá, apresentou índices de positivos de liquidez do banco, que havia passado cerca de 15 meses sem captar recursos no mercado.

O banco também já aprovou financiamento para 123 projetos em países membros.

"Em 2024, o NDB captou 16,1 bilhões de dólares. Ampliamos nossa base de 5 para 11 países membros", disse.

Futuro do banco

No dircurso, Dilma também projetou positivamente o futuro do banco, com a mudança de presidência do BRICS, que deve passar para a Índia.


Cooperação BRICS: África do Sul quer 

conhecer programas do Brasil contra a fome


"Em 2026, a Índia assume a presidência do BRICS, com uma agenda de fortalecimento institucional, e o NDB será prioridade, com propostas de um NDB 2.0, para expandir nossa capacidade de financiamento", declarou.

A presidente do banco ainda falou sobre o fortalecimento do Sul Global e de suas instituições, destacando a importância de abrir as discussões para ciclos além da política, incluindo também acadêmicos e movimentos sociais. 

"Pela 1ª vez, os povos dos países do BRICS possuem um canal permanente de diálogo. Vocês não são observadores, são arquitetos do futuro que queremos construir", disse Rousseff. 



Fonte: RT Brasil


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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

A extrema direita não hesita em sacrificar o país para proteger seus líderes


Já estamos há mais de dois meses enfrentando o tarifaço de 50% que Trump impôs para punir o Brasil e tentar em vão salvar Bolsonaro do julgamento pelo golpe


Intercept Brasil
 

O impacto é devastador: bilhões em prejuízo direto para o agronegócio e um efeito em cascata sobre toda a economia. Os primeiros atingidos são justamente os estados governados pelos herdeiros do bolsonarismo: São Paulo, Minas e Goiás, comandados por Tarcísio, Zema e Caiado.

Esses três governadores que disputam a herança política de Bolsonaro em 2026 não pensaram duas vezes em sacrificar o agro dos seus próprios estados pelo ex-presidente. Apoiaram o golpismo, clamaram pela anistia, e agora assistem calados enquanto Eduardo Bolsonaro segue articulando contra o próprio país dos EUA.

A traição deste último é ainda mais revoltante: Eduardo Bolsonaro, que deveria representar o Brasil como deputado federal, usa os privilégios do seu cargo para negociar sanções americanas contra a economia brasileira.

Um brasileiro eleito, pago com seus impostos, trabalhando contra você, contra sua família, contra o país que o elegeu. É um retrato cruel do que esses governadores fazem: sacrificam seus estados, sua economia, seu povo pelos próprios interesses políticos.

Tarcísio, Zema e Caiado calcularam que valia a pena apostar no golpismo para herdar o eleitorado bolsonarista. Deu errado, mas quem sai prejudicada é a população brasileira.


Eles estão se fortalecendo para as eleições de 2026 com apoio internacional. Mas você pode enfraquecê-los!  É necessário investigar, pressionar e expor estes governantes para impedir que a extrema direita avance. Você pode doar R$35 hoje?


É um retrato cruel e simbólico: as elites podem brincar de golpismo, mas é o povo que paga a fatura.

A extrema direita não hesita em sacrificar o país para proteger seus líderes.

E o jornalismo independente que denuncia a hipocrisia e os crimes de um agro que posa de vítima, mas é cúmplice do golpe.

 

Se você acredita que o Brasil não pode ser refém de Trump, Bolsonaro e da Bancada Ruralista, junte-se a nós hoje mesmo.


Fonte: Equipe Intercept Brasil


Lula critica a atuação de Eduardo Bolsonaro e diz que ele está nos EUA para "lamber as botas do Trump" para impor sanções ao Brasil



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sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Lula e Pedro Sánchez conversam por telefone sobre CELAC-UE e crise na Palestina


Líderes discutiram compromissos multilaterais e condenaram violações do direito internacional em Gaza.


Madri, Espanha, 26.04.2023 - Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e comitiva brasileira se encontram, em Madri, com presidente de governo da Espanha, Pedro Sanchez.


presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchezconversaram por telefone na manhã desta sexta-feira (19). 

Ambos os presidentes reafirmaram a parceria constante entre os países e o compromisso com o êxito da Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) - União Europeia (UE), que ocorrerá em Santa Marta, Colômbia, nos dias 9 e 10 de novembro. 

Durante a conversa, também foi mencionada a expectativa de que durante a Cúpula do MERCOSUL em Brasília, em dezembro, os dois líderes assinem o Acordo MERCOSUL-UE, considerado estratégico no atual cenário de guerras comerciais e ataques ao sistema de comércio multilateral.

Os presidentes devem se encontrar em Nova York durante a Assembleia Geral das Nações Unidas.


Lula conversa com chanceler alemão

 e reafirma cooperação entre os países


Segundo a nota divulgada pelo Planalto, é previsto que os presidentes enfatizem a relevância histórica da Conferência Internacional para a Resolução Pacífica da Questão Palestina e Implementação da Solução de Dois Estados, condenando as sérias violações do direito internacional humanitário em Gaza e as intenções de Israel de ocupar ilegalmente os territórios palestinos.

Além disso, na manhã de 24 de setembro em Nova York, os dois líderes co-presidirão um evento em defesa da democracia e contra o extremismo político ao lado dos presidentes do Chile, Colômbia e Uruguai.


 

Fonte:  RT Brasil


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A pedido da PF, STF determina abertura de inquérito para investigar resultados da CPI da Pandemia


Decisão do ministro Flávio Dino fixa prazo de 60 dias para apuração dos fatos


Foto: Divulgação/PF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) para investigar fatos apresentados pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal que, em 2021, apurou a condução do enfrentamento à pandemia da covid-19 (CPI da Pandemia). A decisão atende a requerimento da PF, formulado na Petição (Pet) 10064, e estabelece prazo de 60 dias para a realização de diligências, oitivas e outras medidas necessárias às investigações.


Indiciamentos


O relatório final da CPI, aprovado em outubro de 2021, propôs o indiciamento do então presidente da República, Jair Bolsonaro, por crimes como prevaricação, charlatanismo, infração a medidas sanitárias preventivas, emprego irregular de verbas públicas, entre outros. O documento também apontou condutas supostamente criminosas de outros agentes públicos, entre eles o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), Carla Zambelli (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF), Osmar Terra (MDB-RS), Ricardo Barros (PP-PR) e Carlos Jordy (PL-RJ); além dos ex-ministros Onyx Lorenzoni e Ernesto Araújo.


Fundamentação


Para o ministro Flávio Dino, estão presentes os requisitos legais que justificam a instauração do inquérito. Ele destacou que as conclusões da CPI apontam indícios de crimes contra a administração pública, como fraudes em licitações, superfaturamento, desvio de recursos públicos e contratos firmados com empresas de fachada para prestação de serviços genéricos ou fictícios, entre outras ilícitos relatadas.

Veja a íntegra da decisão.

(Iva Velloso/AD//CF)



Fonte: STF


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terça-feira, 14 de janeiro de 2025

A cada 1% de aumento na Selic, o gasto com a dívida pública cresce R$ 55 bilhões, segundo o Banco Central


O escândalo da política econômica brasileira


Auditoria Cidadã da Dívida

Quanto mais o governo corta na carne do povo para pagar a chamada dívida pública, mais o Banco Central aumenta a Selic. Esse movimento eleva a própria dívida, drenando recursos públicos em um ciclo sem fim.

O mercado faz o que quer, chantageia o governo que, em vez de auditar a dívida pública, segue na mesma trilha de cortes sociais aberta pelos governos anteriores. O arcabouço fiscal e os novos programas de cortes são prova disso.

A cada 1% de aumento na Selic, o gasto com a dívida pública cresce R$ 55 bilhões (Fonte: Banco Central – Dezembro/2024).

O mais grave é que em sua última ata o Banco Central anunciou que pode aumentar os juros em 2 pontos percentuais em janeiro e março/2025, o que triplicaria o rombo, adicionando mais R$ 110 bilhões à dívida pública além dos R$ 55 bilhões, considerando apenas esses poucos meses de dezembro a março! Isso anula qualquer “economia” prometida com cortes sociais, como questiona Maria Lucia Fattorelli:

“O que adianta aprovar um pacote de cortes que economiza cerca R$ 30 bilhões em 2025, se a cada 1% de aumento na Selic o gasto com a dívida pública sobe R$ 55 bilhões?”

Exigimos a auditoria da dívida pública para interromper essa sangria e reverter o escândalo que penaliza a sociedade brasileira.


Subir juros não controla o tipo de inflação existente no Brasil


#AuditoriaDaDívida #EconomiaBrasileira #Selic #DívidaPública



Fonte: Auditoria Cidadã da Dívida


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domingo, 12 de janeiro de 2025

PDT pede ao STF que suspenda decisão do Copom de aumentar a Selic


Na ação, o PDT defende que a definição da Selic precisa seguir os preceitos constitucionais, considerando:


Auditoria Cidadã da Dívida

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) protocolou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando o processo de definição da taxa Selic pelo Banco Central (BC), destacando os impactos negativos de sua elevação. Para o partido, a política de juros altos compromete o mercado de trabalho, a qualidade de vida dos cidadãos e a sustentabilidade da dívida pública.

Na ação, o PDT defende que a definição da Selic precisa seguir os preceitos constitucionais, considerando:


  • O impacto sobre o orçamento fiscal e a dívida pública;
  • Os efeitos sobre o crescimento econômico e o mercado de trabalho;
  • O papel na redução da pobreza e das desigualdades sociais.

Além disso, o partido critica a exclusividade de perspectivas no Boletim Focus e solicita a inclusão de outros atores institucionais, além do mercado financeiro, na formulação das expectativas econômicas.

 Acompanhe nossas redes e participe dessa luta por uma política econômica mais justa e transparente!



 #AuditoriaCidadãDaDívida #PDT #Selic #BancoCentral #STF #JurosAltos #EconomiaJusta


Fonte: Auditoria Cidadã da Dívida


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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

GOVERNO GASTA R$ 411 BILHÕES (99,96% DOS GASTOS) COM JUROS E AMORTIZAÇÕES DA DÍVIDA, E ESTUDA REGRA MAIS DURA PARA INVESTIMENTOS SOCIAIS


PRIMEIROS DIAS DE 2025: GOVERNO GASTA R$ 411 BILHÕES (99,96% DOS GASTOS) COM JUROS E AMORTIZAÇÕES DA DÍVIDA,  E ESTUDA REGRA MAIS DURA PARA INVESTIMENTOS SOCIAIS


Auditoria Cidadã da Dívida
 

O jornal Valor Econômico noticia nesta semana que o governo estuda editar Decreto com regras mais duras para investimentos sociais, liberando para este início de ano apenas 1/18 avos da previsão anual de despesas discricionárias, para cada Ministério.

Porém, ao mesmo tempo, o governo já gastou, em apenas 6 dias do ano de 2025, R$ 411 bilhões de juros e amortizações da dívida, o que representa 99,96% de todos os gastos até essa data, e 16% de toda a previsão anual desse tipo de gasto (R$ 2,528 TRILHÕES), que por sua vez representa 44% de todo o orçamento previsto para 2025.  (Fonte: https://www1.siop.planejamento.gov.br/painelorcamento/ )

#auditoriaja



Fonte: Auditoria Cidadã da Dívida


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quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Mesmo após tragédias, governo corta verba de prevenção a desastres ambientais


Apesar 2024 ter sediado grandes tragédias climáticas, como as enchentes no RS e do agravamento da crise ambiental mundial, o governo federal irá investir menos na prevenção de desastres ambientais neste ano, conforme informa a @ cspconlutas


Auditoria Cidadã da Dívida
 

Apesar 2024 ter sediado grandes tragédias climáticas, como as enchentes no Rio Grande do Sul, que vitimaram 183 pessoas, e do agravamento da crise ambiental mundial, o governo federal irá investir menos na prevenção de desastres ambientais neste ano, conforme informa a @cspconlutas, repercutida pela Campanha Nacional por Direitos Sociais.

A verba para bancar o programa de gestão de riscos e desastres em 2025 prevê o corte de R$ 200 milhões. Neste ano, o repasse será de R$1,7 bilhão. Em 2024, esse orçamento foi de R$1,9 bilhão.

O programa é garantido pela LOA (Lei Orçamentária Anual), e a votação deve ocorrer após a volta dos senadores e deputados do recesso parlamentar, que está previsto para o dia 3 de fevereiro.

Os dados foram divulgados pelo Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) que também aponta a redução de recursos via emendas parlamentares. Os dispositivos voltados aos desastres climáticos caíram de R$69,9 milhões no ano anterior para R$39,1 milhões.

Entre 2016 e 2024, a média de investimento na prevenção e gerenciamento de crises climáticas foi de R$ 2,3 bilhões anuais. O valor reduzido para 2025 mostra que o cenário é de estrangulamento nas contas de uma área sensível ao povo brasileiro.

Se estivesse realmente preocupado com a saúde e o bem estar dos brasileiros, o governo federal divulgaria um valor recorde no combate às catástrofes que deverão se agravar nos próximos anos devido ao aquecimento global.

No entanto, o que se vê é exatamente o oposto. A notícia infelizmente não é nova. A CSP-Conlutas divulgou o processo de greve dos servidores ambientais e o descaso do planalto com as reivindicações das categorias.

Além do reajuste zero para os servidores, até o momento, o governo Lula não moveu uma palha contra o desmonte dos órgãos ambientais protagonizado por outras presidências anteriores como a de Jair Bolsonaro.



Fonte:  Auditoria Cidadã da Dívida


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sábado, 28 de setembro de 2024

#UNGA: Apelos de Lula, Petro e Guterres na ONU lembram que oligarquias são a raiz do desastre global


“Aqueles que têm o poder de destruir a vida não nos escutam [...] ainda que representemos a grande maioria”, declarou Gustavo Petro durante discurso na ONU


ONU
 

O mundo está à beira do desastre, mas ninguém assume a responsabilidade por isso, pareceu ser a conclusão do primeiro dia do chamado “debate geral” da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas.

Talvez por isso, o secretário-geral, António Guterres, condenou o que chamou de “impunidade” global, ao abrir, nesta terça-feira (24), a sessão inicial do debate geral, junto com “a desigualdade” e “a incerteza”, um trio que está levando a civilização à beira de desastres, e essa rota é insustentável. “Estamos nos aproximando do inimaginável, um barril de pólvora que está envolvendo o mundo inteiro”, advertiu Guterres, e assinalou que as guerras, a mudança climática e a desigualdade estão piores do que nunca. Ao mesmo tempo, convidou aos participantes: “os desafios que enfrentamos podem ser resolvidos”.


Incapaz de impedir guerras e dar basta ao
 genocídio palestino, seria o fim da ONU?

Ele ressaltou a impunidade, onde “as violações e abusos ameaçam o próprio alicerce do direito internacional e da Carta da ONU”. Acrescentou que “o nível de impunidade no mundo é politicamente indefensável e moralmente intolerável”, onde governos acreditam que podem violar as convenções internacionais e a Carta da ONU, “invadir outro país ou destruir sociedades inteiras” sem consequências. Assinalou os casos da Ucrânia e de Gaza, aos quais chamou “um pesadelo sem fim que ameaça levar toda uma região”; condenou os atos do Hamas, mas afirmou que “nada pode justificar o castigo coletivo do povo palestino”, que incluiu também a morte de mais de 200 funcionários da ONU. Guterres detalhou as injustiças da desigualdade econômica e também da mudança climática, insistindo que a única solução é multilateral e urgente. E que não há muito tempo.


Lula na ONU

O desfile anual de mandatários e altos representantes dos 193 países membros começou, por tradição, com o presidente do Brasil. Luiz Inácio Lula da Silva, uma das vozes mais poderosas do Sul Global, elevou o alerta sobre o rumo atual do planeta.

Lula falou sobre os esforços do Brasil para impulsionar um acordo para frear as guerras em Gaza e na Ucrânia, e advertiu que esses conflitos demonstram o fracasso da comunidade internacional.

Da mesma forma, deplorou um sistema econômico internacional que se “converteu em um Plano Marshall ao contrário, onde os mais pobres financiam os mais ricos”. Os mais ricos, afirmou, duplicaram suas fortunas e pagam menos impostos que os pobres, proporcionalmente 60% da humanidade é agora mais pobre — ante o qual o Brasil está promovendo uma proposta para estabelecer normas mínimas de impostos globais.


Outras vozes do Sul Global

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, acusou, com um discurso lírico, que nesse fórum da ONU “aqueles que têm o poder de destruir a vida não nos escutam”, [não escutam] os que não têm armas de destruição em massa ou grande quantidade de dinheiro, “ainda que representemos a grande maioria”.

Ele advertiu ainda que “a floresta amazônica está queimando” e isso implica o fim do mundo. Acusou que, “quando Gaza morrer, toda a humanidade morrerá”, pois as crianças palestinas “são o povo escolhido de Deus”. O que ele chamou de “oligarquia mundial” da mudança climática, das guerras, das punições econômicas contra países desobedientes como Cuba, e concluiu que a pergunta agora para o mundo é: a vida ou a ganância? Indicou que chegou a hora de pôr fim à oligarquia mundial e substituí-la por uma democracia dos povos. Que já não se precisa ouvir os BidenXiPutin e os europeus, mas sim os povos.


“Todos no mundo estão menos seguros”
após ataque terrorista no Líbano, alerta Snowden


Cyril Ramaphosa, da África do Sul, abriu seu discurso condenando a guerra de Israel em Gaza e destacou que seu país realizou uma denúncia por genocídio à Corte Internacional de Justiça contra Tel Aviv, com as obrigações do direito internacional, “o qual não pode ser aplicado de forma seletiva”.


O último discurso de Biden

Em seu último ato formal ante a comunidade mundial, o presidente Joe Biden ilustrou a incongruência que define essa conjuntura mundial, apresentando-se como líder da paz e da cooperação, enquanto justificou a cumplicidade de seu governo com as guerras em Gaza e na Ucrânia. “As coisas podem, sim, melhorar”, afirmou, e ofereceu como exemplo histórico o fato de que os Estados Unidos e o Vietnã agora são parceiros, insistindo que, apesar dos grandes desafios, é preciso manter o otimismo.

A guerra de Putin fracassou” e “não podemos desistir até que a Ucrânia vença esta guerra… não deixaremos de apoiar a Ucrânia”, afirmou ele, ignorando o consenso dos especialistas de que essa guerra não é vencível. Ele mencionou a América Latina apenas uma vez, usando o caso da Venezuela para ilustrar como seu país deve ser o campeão da democracia. Falou sobre como enfrentar a China no Pacífico, assegurando que os blocos não são contra nenhum país, quando é óbvio que são contra Pequim.


EUA, polícia do mundo: na ONU, Biden aposta
em velho discurso recheado de cinismo

Em relação a Gaza, condenou novamente o ataque do Hamas de 7 de outubro, reconheceu que “inocentes também estão enfrentando o inferno” em Gaza e apelou às partes a aceitarem um acordo e “pôr fim a essa guerra”. Disse que têm buscado prevenir a ampliação da guerra e acusou o Hezbollah pelos ataques mais recentes. “Estamos trabalhando incansavelmente” para conter esse conflito. Biden incansavelmente repete essa frase há quase um ano, enquanto seu governo continua fornecendo bombas e outras munições a Israel para o que uma maioria da Assembleia Geral considera um “possível” genocídio, algo que grande parte de seu público hoje criticou.


Assembleia vai até o dia 30

O debate geral continuará durante toda esta semana e até 30 de setembro. Estão na lista vários dos envolvidos nos conflitos que desafiam o mandato da ONU de promover a paz. O primeiro-ministro de IsraelBenjamin Netanyahu, está programado para esta quinta-feira (26), pouco depois de o presidente palestino, Mahmoud Abbas, subir ao pódio. O presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, teve sua vez nesta quarta-feira (25), mas na segunda também tinha um encontro numa sessão do Conselho de Segurança.



Muitos se referiram ao surgimento da inteligência artificial (IA) e como isso mudará quase tudo, e, portanto, é necessário um manejo “responsável” dessa nova ferramenta pela comunidade internacional. Mas, se o passado serve de guia para o manejo desses líderes políticos do mundo atual, vale questionar se existe a inteligência natural coletiva para alcançar esse e os outros grandiosos objetivos que foram mencionados aqui.

La Jornada, especial para Diálogos do Sul – Direitos reservados.

As opiniões expressas neste artigo não refletem, necessariamente, a opinião da Diálogos do Sul do Global.


David Brooks

Correspondente do La Jornada nos EUA desde 1992, é autor de vários trabalhos acadêmicos e em 1988 fundou o Programa Diálogos México-EUA, que promoveu um intercâmbio bilateral entre setores sociais nacionais desses países sobre integração econômica. Foi também pesquisador sênior e membro fundador do Centro Latino-americano de Estudos Estratégicos (CLEE), na Cidade do México.


Jim Cason

Correspondente do La Jornada e membro do Friends Committee On National Legislation nos EUA, trabalhou por mais de 30 anos pela mudança social como ativista e jornalista. Foi ainda editor sênior da AllAfrica.com, o maior distribuidor de notícias e informações sobre a África no mundo.

Fonte: Diálogos do Sul Global


Gustavo Petro

79ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas




Lula


A solidariedade ao povo palestino nos une, presidente Mahmoud Abbas.


A solidariedade ao povo palestino nos une, presidente Mahmoud Abbas. 🎥 Ricardo Stuckert

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— Lula (@lula.com.br) September 26, 2024 at 1:44 PM


ONU Info


#Gaza : O Secretário-Geral da ONU @antonioguterres insta o Conselho de Segurança a se unir para apoiar um cessar-fogo imediato que conduza a uma solução viável de dois Estados


 

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