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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Filme Bolsonaro: produtora ganha R$108 mi em licitação “irregular”


Publicamos uma revelação exclusiva e muito interessante, que abre uma janela para o curioso mundo de dinheiro público e dos agregados do bolsonarismo


Intercept Brasil
 

Descobrimos que a produtora de “Dark Horse”, o novo filme sobre Bolsonaro, recebeu mais de R$ 100 milhões em dinheiro público só da prefeitura de Ricardo Nunes em São Paulo. 

A licitação aconteceu sem concorrência, sem qualificações ou experiência prévia, com pelo menos 20 irregularidades e com valores pelo menos o dobro de contratos parecidos.

Curioso, não é? Mas não para por aí.

Seguimos o dinheiro e descobrimos que a produtora, Karina Ferreira da Gama, está no centro de uma rede de ONGs e empresas que recebem milhões em outros contratos públicos, emendas parlamentares e serviços eleitorais ligados ao universo evangélico e a políticos do bolsonarismo.

Você deve conhecê-los: o ex-presidente da Câmara de Vereadores de SP, Milton Leite (União Brasil); ex-vereador de SP e bispo da Igreja Universal Atílio Francisco (Republicanos); e o Dep. Mário Frias (PL), aquele Secretário de Cultura de Bolsonaro que gravou um clipe cantando uma música autoral em homenagem ao ex-chefe.

Essa é a mulher por trás da cinebiografia, gravada em inglês, com a missão de reescrever a história de Jair Bolsonaro e consolidar sua imagem de mártir para a direita gringa. 

Só que Karina não é a única pessoa no Brasil com contatos lá fora. Aqui, no Intercept, mostramos para o mundo a verdade sobre Jair, Tarcísio, Nikolas e o resto dos seus comparsas. Nossas revelações são repercutidas pelos nossos parceiros e amigos na imprensa internacional.

Todos nós sabemos que há uma batalha política acirrada ocorrendo em Brasília para tomar o poder, conceder anistia a Jair e todos os golpistas e garantir imunidade total aos políticos flagrados em casos de corrupção.

Mas essa batalha também está sendo travada em um cenário global, como demonstram as alianças dos Bolsonaros com Donald Trump e Elon Musk.

Nossas investigações são essenciais para garantir que o Brasil não seja manipulado em 2026 como foi em 2018. Precisamos manter a pressão e, para isso, dependemos quase inteiramente das doações dos nossos leitores.

Estamos no meio de uma campanha de arrecadação vital. Precisamos levantar R$ 400 mil até o fim do ano para continuar investigando os esquemas de Bolsonaro e do Centrão, tanto no Brasil quanto no exterior. 

O tempo está se esgotando e ainda estamos muito longe de atingir nossa meta. Se você acredita na importância desse trabalho, podemos contar com o seu apoio hoje?

 

(Sua doação será processada pela Doare, que nos ajuda a garantir uma experiência segura.)


É normal recebermos pistas para investigações como essa aqui no Intercept Brasil pois as fontes confiam em nós. Sabe por quê?

Porque não aceitamos emendas, nem qualquer tipo de financiamento de políticos ou governos! Isso nos deixa livres para denunciar qualquer esquema sem medo e sem censura. Para 2026, isso vai fazer toda a diferença. 

O jornalismo independente é o único que não vai reproduzir narrativas de campanha absurdas que você vê em ano eleitoral. Temos a confiança das fontes, temos a liberdade editorial e temos a experiência e a visibilidade necessárias para chacoalhar o país. E também temos a credibilidade internacional para chamar a atenção do mundo. 

É por isso que revelamos o caso preocupante dos agentes da Polícia Federal que se mudaram para a mesma cidade que Eduardo Bolsonaro nos EUA.

Também é por isso que investigamos a imensa influência que as Big Techs dos EUA têm sobre Brasília, como em nossa reportagem exclusiva sobre a tentativa de “chantagem” da OpenAI ao governo.

E é por isso que denunciamos a vinda coordenada ao Brasil de pastores pentecostais dos EUA que ajudaram a eleger Trump no ano passado.

E foi por expor os golpistas fugitivos vivendo a vida tranquilamente na Argentina que fomos atacados e ameaçados violentamente pela tropa de Bolsonaro.

Mas o que poderia nos impedir de continuar revelando o que eles não querem que você saiba não são as ameaças deles, e sim a falta de apoio da nossa comunidade.

Para nossos jornalistas poderem planejar suas próximas revelações bombásticas – como Laís Martins e Tatiana Dias, que descobriram o que estava por trás do filme de Bolsonaro – é necessário previsibilidade financeira.

Se não arrecadarmos R$ 400 mil até o dia 31 de dezembro, não seremos capazes de apurar as denúncias mais importantes para 2026 e planejar as reportagens que mudarão os rumos do país nas ruas e nas urnas.

Não deixe que isso aconteça! Se você quer golpistas e corruptos na prisão e não no Congresso, considere doar agora e nos ajudar a bater essa meta urgente.


Equipe Intercept Brasil

Obs: 
não se esqueça de ler a matéria completa!


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O que você estava fazendo às 2h27 da madrugada de 10 de dez?


A maioria das pessoas estava dormindo. Mas enquanto você dormia, o Congresso estava trabalhando contra nós


Agência Pública
 

Na calada da noite, às 02h27, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), anunciou a aprovação do PL da Dosimetria, que reduz penas dos golpistas do 8 de Janeiro e beneficia diretamente Jair Bolsonaro, já condenado a 27 anos por tentativa de golpe. Foram 291 votos a favor e 148 contra. Sem debate público. Sem transparência. No escuro.

Horas antes, a Câmara conseguiu expulsar jornalistas e agredir deputados de esquerda. Na madrugada, veio a canetada. 

Isso não é coincidência. É, mais uma vez, a lei sendo usada como arma política

Esta tática tem nome: lawfare. É sobre essa estratégia de usar o sistema jurídico como arma para alcançar objetivos políticos que parte o curso “Lawfare — a influência dos EUA ontem e hoje”, conduzido por Natalia Viana, fundadora e diretora da Pública. A partir de casos como a Lava Jato, a guerra às drogas e o tarifaço de Trump, o curso mostra como interesses externos operam no Brasil e como o sistema de justiça pode ser usado como ferramenta de disputa política.

Para participar, você pode fazer uma doação de R$190 via Pix para contato@apublica.org ou se tornar Aliado da Pública em um de nossos planos anuais. Depois, é só fazer a sua inscrição aqui.

Quem entende o jogo começa a jogar melhor. Quem entende o poder consegue enfrentá-lo.

Ao participar do curso, você investe no seu conhecimento e fortalece o jornalismo independente que expõe esse jogo todos os dias. Apoiar a Pública é defender a soberania do país, fiscalizar quem manda e proteger a democracia de quem age nas sombras.

Chega de assistir de longe. Neste Dia dos Direitos Humanos, transforme sua indignação em ação. Apoie a Pública. Entre nessa luta com a gente.


Via: Letícia Gouveia

Analista de Audiências da Agência Pública


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terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Documentário revela suposto esquema de 80 anos dos EUA para ocultar existência de ETs e OVNIs


A produção dirigida por Dan Farah reúne depoimentos de 34 autoridades, incluindo o secretário de Estado, Marco Rubio, que relatam pressões, disputas geopolíticas e relatos de tecnologia recuperada mantidos longe do público por décadas.


AP / Department of Defense

O documentário "The Age of Disclosure", dirigido pelo produtor Dan Farah, aborda uma suposta "conspiração global de 80 anos" do governo dos EUA sobre a possível existência de vida inteligente não humana, por meio de entrevistas com 34 altos funcionários americanos, incluindo o atual Secretário de Estado, Marco Rubio.


Documento desclassificado da CIA

 alega que OVNI transformou 

soldados soviéticos em pedra



Em declarações à Fox News, Farah afirmou que, durante anos, tanto cidadãos quanto autoridades americanas, incluindo o presidente, ficaram "alheios a esse assunto".

Ele destacou que, graças aos esforços dos depoentes, recentemente "altos cargos do Congresso e da Administração começaram a descobrir o que está acontecendo".

De acordo com Farah, o filme mostra como Washington está envolvida em uma "corrida secreta e de alto risco da Guerra Fria com nações adversárias como a China e a Rússia para fazer a engenharia reversa de tecnologia não humana".


Cometa mais antigo já visto pode

 ser tecnologia alienígena hostil, 

dizem pesquisadores


Grande segredo oculto


Para Kent Heckenlively, autor do livro "Catastrophic Disclosure" (Revelação Catastrófica), o mais notável no documentário são os inúmeros comandantes militares e de inteligência que "declaram publicamente" não apenas a existência de "extraterrestres", mas também de "um programa muito ativo de recuperação e engenharia reversa de tecnologia alienígena".

Segundo o especialista, após assistirem ao filme, os espectadores só podem chegar a duas conclusões possíveis: "ou isso é uma operação psicológica total e completa do governo sobre a população agora; ou houve uma tremenda operação psicológica contra o público no passado", afirmou.

Apesar do tom alarmante, Heckenlively considera que a humanidade "amadureceria" se a existência de vida alienígena fosse confirmada. "Acredito que melhoraríamos se soubéssemos que existem espécies que não apresentam alguns dos aspectos negativos associados à raça humana", concluiu.

Fonte: RT Brasil


Ufologia - OVNIs - Aliens - UAP - 01


Ufologia - OVNIs - Aliens - UAP - 02


 


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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Lula critica ‘tirania do veto’ na ONU que impede fim do genocídio em Gaza


Presidente disse que Israel extermina palestinos durante discurso na Conferência de Alto Nível sobre Palestina, em Nova York


Lula-ONU

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva declarou nesta segunda-feira (22/09) que o genocídio cometido por Israel contra o povo palestino é “símbolo maior dos obstáculos enfrentados pelo multilateralismo”. Em crítica indireta aos Estados Unidos, que recentemente voltaram a barrar, no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), uma resolução de cessar-fogo imediato e permanente na Faixa de Gaza, afirmou que a “tirania do veto” impede com que atrocidades sejam evitadas.

“Ele mostra como a tirania do veto sabota a própria razão de ser da ONU, de evitar que atrocidades como as que motivaram sua fundação se repitam. Também vai contra sua vocação universal, bloqueando a admissão, como membro pleno, de um Estado cuja criação deriva da autoridade da própria Assembleia Geral”, disse o petista.

A declaração de Lula se deu na Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução da Questão Palestina e a Implementação da Solução de dois Estados, na cidade estadunidense de Nova York, à margem da 80º sessão da Assembleia Geral da ONU.

Ao afirmar que o genocídio é o termo mais apropriado para descrever o que ocorre em Gaza, o presidente lembrou que foi justamente por isso que o Brasil decidiu aderir ao caso apresentado pela África do Sul à Corte Internacional de Justiça.

“Nada justifica tirar a vida ou mutilar mais de cinquenta mil crianças. Nada justifica destruir 90% dos lares palestinos. Nada justifica usar a fome como arma de guerra, nem alvejar pessoas famintas em busca de ajuda. Meio milhão de palestinos não têm comida suficiente, mais do que a população de Miami ou Tel Aviv. A fome não aflige apenas o corpo. Ela estilhaça a alma. O que está acontecendo em Gaza não é só o extermínio do povo palestino, mas uma tentativa de aniquilamento de seu sonho de nação”, disse Lula.

Por fim, o petista se comprometeu a reforçar o controle sobre importações de assentamentos ilegais na Cisjordânia e manter suspensas as exportações de material de defesa que possam ser usadas para cometimento de crimes contra a humanidade e genocídio.

“Diante da omissão do Conselho de Segurança, a Assembleia Geral precisa exercer sua responsabilidade”, reiterou. “Apoiamos a criação de um órgão inspirado no Comitê Especial contra o Apartheid, que teve papel central no fim do regime de segregação racial sul-africano”.

O presidente Lula desembarcou em Nova York no fim da tarde deste domingo (21/09). Na terça-feira (22/09), como tradição, abrirá a reunião de líderes da 80ª Assembleia Geral da ONU. O mandatário tem uma agenda intensa durante os três dias em que estará nos EUA, que incluirá encontros bilaterais com empresas de tecnologia, participação em uma reunião sobre a proposta de dois Estados para o conflito no Oriente Médio e articulações para a COP30, que será realizada em Belém, em novembro.


Leia o discurso na íntegra:

 

“Cumprimento o presidente Emmanuel Macron e primeiro-ministro Mohammed bin Salman por liderarem este importante processo.

A questão da Palestina surgiu no momento em que a Assembleia Geral adotou o chamado Plano de Partilha, há 78 anos.

A sessão em que ele foi aprovado foi presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha.

Naquela ocasião, nasceu a perspectiva de dois Estados. Mas só um se materializou.

O conflito entre Israel e Palestina é símbolo maior dos obstáculos enfrentados pelo multilateralismo.

Ele mostra como a tirania do veto sabota a própria razão de ser da ONU, de evitar que atrocidades como as que motivaram sua fundação se repitam.

Também vai contra sua vocação universal, bloqueando a admissão, como membro pleno, de um Estado cuja criação deriva da autoridade da própria Assembleia Geral.

Um Estado se assenta sobre três pilares: o território, a população e o governo.

Todos têm sido sistematicamente solapados no caso palestino.

Como falar em território diante de uma ocupação ilegal que cresce a cada novo assentamento?

Como manter uma população diante da limpeza étnica a que assistimos em tempo real?

E como construir um governo sem empoderar a Autoridade Palestina?

Como apontou a Comissão de Inquérito sobre os Territórios Palestinos Ocupados, não há palavra mais apropriada para descrever o que está ocorrendo em Gaza do que genocídio.

Por isso, o Brasil decidiu tornar-se parte do caso apresentado pela África do Sul à Corte Internacional de Justiça.

Os atos terroristas cometidos pelo Hamas são inaceitáveis. O Brasil foi enfático ao condená-los.

Mas o direito de defesa não autoriza a matança indiscriminada de civis.

Nada justifica tirar a vida ou mutilar mais de cinquenta mil crianças.

Nada justifica destruir 90% dos lares palestinos.

Nada justifica usar a fome como arma de guerra, nem alvejar pessoas famintas em busca de ajuda.

Meio milhão de palestinos não têm comida suficiente, mais do que a população de Miami ou Tel Aviv.

A fome não aflige apenas o corpo. Ela estilhaça a alma.

O que está acontecendo em Gaza não é só o extermínio do povo palestino, mas uma tentativa de aniquilamento de seu sonho de nação.

Tanto Israel, quanto a Palestina têm o direito de existir.

Trabalhar para efetivar o Estado palestino é corrigir uma assimetria que compromete o diálogo e obstrui a paz.

Saudamos os países que reconheceram a Palestina, como o Brasil fez em 2010. Já somos a imensa maioria dos 193 membros da ONU.

O Brasil se compromete a reforçar o controle sobre importações de assentamentos ilegais na Cisjordânia e manter suspensas as exportações de material de defesa, inclusive de uso dual, que possam ser usadas em crimes contra a humanidade e genocídio.

Diante da omissão do Conselho de Segurança, a Assembleia Geral precisa exercer sua responsabilidade.

Apoiamos a criação de um órgão inspirado no Comitê Especial contra o Apartheid, que teve papel central no fim do regime de segregação racial sul-africano.

Assegurar o direito de autodeterminação da Palestina é um ato de justiça e um passo essencial para restituir a força do multilateralismo e recobrar nosso sentido coletivo de humanidade.

Obrigado.”

Fonte: Opera Mundi


Lula


Discurso do presidente Lula durante Conferência Internacional para a Solução Pacífica da Questão Palestina e a Implementação da Solução De Dois Estados

A questão da Palestina surgiu no momento em que a Assembleia Geral adotou o chamado Plano de Partilha, há 78 anos. A sessão em que ele foi aprovado foi presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha. Naquela ocasião, nasceu a perspectiva de dois Estados. Mas só um se materializou.


 

FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil


 Na ONU, Lula afirma que "israel" comete genocídio, tenta "aniquilar sonho palestino" e pede comitê internacional inspirado no modelo contra apartheid na África do Sul: "Nada justifica o extermínio de 50 mil crianças"



Cidadania 01

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A extrema direita não hesita em sacrificar o país para proteger seus líderes


Já estamos há mais de dois meses enfrentando o tarifaço de 50% que Trump impôs para punir o Brasil e tentar em vão salvar Bolsonaro do julgamento pelo golpe


Intercept Brasil
 

O impacto é devastador: bilhões em prejuízo direto para o agronegócio e um efeito em cascata sobre toda a economia. Os primeiros atingidos são justamente os estados governados pelos herdeiros do bolsonarismo: São Paulo, Minas e Goiás, comandados por Tarcísio, Zema e Caiado.

Esses três governadores que disputam a herança política de Bolsonaro em 2026 não pensaram duas vezes em sacrificar o agro dos seus próprios estados pelo ex-presidente. Apoiaram o golpismo, clamaram pela anistia, e agora assistem calados enquanto Eduardo Bolsonaro segue articulando contra o próprio país dos EUA.

A traição deste último é ainda mais revoltante: Eduardo Bolsonaro, que deveria representar o Brasil como deputado federal, usa os privilégios do seu cargo para negociar sanções americanas contra a economia brasileira.

Um brasileiro eleito, pago com seus impostos, trabalhando contra você, contra sua família, contra o país que o elegeu. É um retrato cruel do que esses governadores fazem: sacrificam seus estados, sua economia, seu povo pelos próprios interesses políticos.

Tarcísio, Zema e Caiado calcularam que valia a pena apostar no golpismo para herdar o eleitorado bolsonarista. Deu errado, mas quem sai prejudicada é a população brasileira.


Eles estão se fortalecendo para as eleições de 2026 com apoio internacional. Mas você pode enfraquecê-los!  É necessário investigar, pressionar e expor estes governantes para impedir que a extrema direita avance. Você pode doar R$35 hoje?


É um retrato cruel e simbólico: as elites podem brincar de golpismo, mas é o povo que paga a fatura.

A extrema direita não hesita em sacrificar o país para proteger seus líderes.

E o jornalismo independente que denuncia a hipocrisia e os crimes de um agro que posa de vítima, mas é cúmplice do golpe.

 

Se você acredita que o Brasil não pode ser refém de Trump, Bolsonaro e da Bancada Ruralista, junte-se a nós hoje mesmo.


Fonte: Equipe Intercept Brasil


Lula critica a atuação de Eduardo Bolsonaro e diz que ele está nos EUA para "lamber as botas do Trump" para impor sanções ao Brasil



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terça-feira, 9 de setembro de 2025

Casa Branca comenta julgamento de Bolsonaro e diz estar pronta para usar 'poderio militar' contra Brasil


O caso é uma 'prioridade' para o governo Trump, que está pronto para 'proteger a liberdade de expressão' no mundo inteiro, afirmou a porta-voz Karoline Leavitt


Gettyimages.ru / Win McNamee
 

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou, durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (9), que o governo de Donald Trump está disposto a utilizar o "poderio militar" norte-americano para "proteger a liberdade de expressão no mundo inteiro", ao ser questionada sobre uma eventual condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.



 A funcionária foi questionada por Michel Shelonburgger, fundador do portal Public News, se Washington cogitaria ''medidas adicionais'' contra países europeus e o Brasil, que supostamente impõem ''censura'' e ''impedem candidatos políticos de concorrer em eleições''.


Senador americano ameaça Brasil 

por relações com a Rússia:

 'sentirão em breve'


Shelonburgger se alongou, em especial, sobre o caso brasileiro, afirmando que o país está censurando empresas norte-americanas e ''impedindo'' a candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro. ''Estamos agradecidos porque o presidente [Trump] impôs sanções Magnitsky contra o juiz [Alexandre de Moraes]'', acrescentou.

Em resposta, Leavitt afirmou que ''A liberdade de expressão é, sem dúvida, a questão mais importante do nosso tempo'', destacando que Trump e seu governo levam o tema ''muito a sério'', buscando assegurar que países ao redor do mundo ''não punam seus cidadãos dessa maneira''.

Nesse contexto, citou as ''medidas significativas'' aplicadas ao Brasil, ''tanto na forma de sanções quanto pelo uso de tarifas'', e em seguida afirmou que o presidente Donald Trump está pronto para ''usar o poderio econômico e militar dos EUA para proteger a liberdade de expressão em todo o mundo''.


Fonte: RT Brasil


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sábado, 8 de fevereiro de 2025

Declaração da Presidente do TPI, Juíza Tomoko Akane, Após a Emissão da Ordem Executiva dos EUA Buscando Impor Sanções ao Tribunal Penal Internacional


Declaração da Presidente Juíza Tomoko Akane após a emissão da Ordem Executiva dos EUA buscando impor sanções ao Tribunal #ICC


Juíza Tomoko Akane

 
Observo com profundo pesar a emissão pelos Estados Unidos de uma Ordem Executiva buscando impor sanções aos funcionários do Tribunal Penal Internacional (TPI), prejudicar a independência e a imparcialidade do Tribunal e privar milhões de vítimas inocentes de atrocidades de justiça e esperança.

O TPI é um órgão judicial que desempenha funções alinhadas aos interesses da comunidade internacional, aplicando e promovendo regras universalmente reconhecidas do direito internacional, incluindo o direito dos conflitos armados e o direito dos direitos humanos.

À medida que atrocidades continuam a assolar o globo, afetando as vidas de milhões de crianças, mulheres e homens inocentes, o Tribunal se tornou indispensável. Ele representa o legado mais significativo do imenso sofrimento infligido a civis pelas guerras mundiais, o Holocausto, genocídios, violência e perseguições. Quando a maioria dos Estados do mundo se reuniu para redigir o Estatuto de Roma, eles fizeram o sonho de muitas mulheres e homens se tornar realidade. Hoje, o TPI está lidando com procedimentos decorrentes de diferentes situações em todo o mundo, em estrita adesão às disposições do Estatuto de Roma.

A Ordem Executiva anunciada é apenas a mais recente de uma série de ataques sem precedentes e escalonados visando minar a capacidade do Tribunal de administrar justiça em todas as situações. Tais ameaças e medidas coercitivas constituem ataques sérios contra os Estados Partes do Tribunal, a ordem internacional baseada no estado de direito e milhões de vítimas.

O TPI e seus funcionários de todo o mundo realizam diariamente seu mandato judicial para determinar se certas condutas individuais, dentro de sua jurisdição legítima, dão origem à responsabilidade por crimes internacionais. Rejeitamos firmemente qualquer tentativa de influenciar a independência e a imparcialidade do Tribunal ou de politizar nossa função judicial. Cumprimos e sempre cumpriremos apenas a lei, em todas as circunstâncias.

O TPI apoia firmemente seu pessoal e promete continuar a fornecer justiça e esperança a milhões de vítimas inocentes de atrocidades em todo o mundo, em todas as Situações diante dele, no único interesse da dignidade humana. Apelo a todos aqueles que compartilham os valores consagrados no Estatuto para se unirem na defesa do Tribunal: nossos 125 Estados Partes, a sociedade civil e todas as nações do mundo.

Para mais informações, entre em contato com Fadi El Abdallah, porta-voz e chefe da Unidade de Assuntos Públicos do Tribunal Penal Internacional, pelo telefone:  +31 (0)70 515-9152  ou  +31 (0)6 46448938  ou pelo e-mail:  fadi.el-abdallah@icc-cpi.int .

Você também pode acompanhar as atividades do Tribunal no  X ,  Instagram ,   Facebook ,  YouTube  e  Flickr


 

Fonte: Int'l Criminal Court


Cidadania e Solidariedade 01

Cidadania e Solidariedade 02


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segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

A vergonhosa utilização da ajuda alimentar como arma pela administração Biden


O governo Biden causou mais danos às normas internacionais de direito humanitário e segurança alimentar do que qualquer outro governo dos EUA na história recente


Palestinos famintos e furiosos fazem fila para receber refeições gratuitas durante o mês sagrado muçulmano do Ramadã, no campo de refugiados de Jabalia, na Faixa de Gaza, em 27 de março de 2024. (Foto: © Mahmoud Issa/dpa via ZUMA Press/APA Images)

Na semana de 23 de dezembro, a FEWSNet, um serviço independente de relatórios sobre fome financiado pelo governo dos Estados Unidos, atualizou suas projeções para a fome iminente no norte de Gaza. O embaixador dos EUA em Israel criticou publicamente os números populacionais usados, e a atualização prontamente desapareceu da vista do público, aparentemente por instruções de autoridades do governo dos EUA.   

Esta recente batalha de censura sobre se deve chamar a fome em Gaza de fome está comprometendo a credibilidade dos Estados Unidos em questões em que os EUA lideraram o mundo por décadas. Meio século atrás, os EUA ajudaram a forjar um consenso global sobre normas para orientar como o mundo responde a crises alimentares, incluindo que alimentos não sejam usados ​​como armas. Agora, autoridades dos EUA estão censurando reportagens independentes sobre a fome em Gaza resultante da retenção de suprimentos de alimentos do norte de Gaza por Israel.

1974 foi um ano crucial para forjar esse novo consenso. O ano começou mal. Em um dos pontos baixos da história orgulhosa da assistência humanitária dos EUA, o governo dos EUA realmente usou comida como arma, retaliando contra o jovem governo de Bangladesh ao interromper as remessas de ajuda alimentar no meio da pior crise alimentar do país desde a independência. Cerca de 1,5 milhão de pessoas podem ter morrido de fome naquela fome. A ajuda alimentar dos EUA parou por causa de uma disputa sobre as relações comerciais de Bangladesh com Cuba.  

Isso seguiu a política de Nixon/Kissinger durante a guerra de independência daquele país, três anos antes, de ignorar os terríveis abusos de direitos humanos civis e o número de mortos infligidos pelas forças militares de um aliado dos EUA. O Paquistão era um forte aliado dos EUA, seu presidente era amigo do presidente Nixon, e o Paquistão estava no meio de uma negociação secreta para a abertura da China que ocorreu alguns meses depois. A política dos EUA estava disposta a pagar o preço de um terrível desastre humanitário infligido pelo exército do Paquistão à população civil de Bangladesh por um aliado próximo para que o presidente Nixon alcançasse seu triunfo de política externa sobre a China.  

Aquele desastre anterior em Bangladesh foi um precursor para os EUA reterem ajuda alimentar durante a fome de 1974. Mas os EUA não estavam sozinhos em 1974 na busca por políticas vergonhosas que instigaram a fome. A falha do Imperador Haile Salassie em abordar ou mesmo reconhecer uma fome na Etiópia levou a uma tomada comunista lá.   

Mas no final de 1974, as nações do mundo representadas na Conferência Mundial de Alimentos da ONU estabeleceram um novo conjunto de normas, instituições e aspirações para orientar a segurança alimentar global. E três anos depois, apesar da alegação do então Secretário de Agricultura Earl Butz na conferência de 1974 de que a comida era uma arma poderosa no arsenal dos EUA, os EUA, juntamente com o resto do mundo, proibiram o uso de comida como arma em protocolos para as Convenções de Genebra. Esta norma foi recentemente reforçada pela resolução unânime do Conselho de Segurança (2018), resolução do Senado dos EUA (2022) e um comunicado conjunto da ONU liderado pelos EUA (2023).

Uma década depois daquela Conferência Mundial da Alimentação, quando a Etiópia enfrentou outra fome, essas normas foram honradas por um dos presidentes anticomunistas mais ferrenhos dos Estados Unidos. O presidente Ronald Reagan, decidindo que as pessoas famintas na Etiópia receberiam ajuda alimentar dos EUA, apesar de seu governo comunista, declarou que "uma criança faminta não conhece política".   

A fome na Etiópia foi parte de uma emergência alimentar africana mais ampla em meados da década de 1980, o que levou a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) a iniciar o Sistema de Alerta Precoce de Fome (FEWS). O FEWS começou como, e continua sendo, um serviço analítico e de alerta precoce independente para a comunidade global de alimentos e humanitária sob uma série de contratos e acordos de subsídios da USAID. Como ex-funcionário da USAID, frequentemente confiei nas estimativas e informações do FEWS durante meus 38 anos de carreira e tive colegas próximos do FEWS durante grande parte desse tempo também. Sei — mesmo em ambientes de grande incerteza e dados inadequados — quão cuidadosa e imparcialmente os analistas do FEWS pesam as informações às quais têm acesso ao fazer seus julgamentos mais informados.   

Desde sua adoção pela ONU em 2004, a escala de fome do Sistema Integrado de Fases de Segurança Alimentar (IPC) tem sido o padrão para alerta precoce, e esse é o sistema usado pela FEWS em sua atualização mais recente de Gaza. Uma declaração de fome da FEWS também requer validação por um grupo independente de especialistas globais em segurança alimentar chamado Comitê de Revisão da Fome. Os analistas da FEWS são cuidadosos ao usar esse sistema e fazer suas avaliações porque esse é o trabalho deles, mas também porque sabem que – sempre e onde quer que declarem condições que se aproximam da fome – pessoas e instituições poderosas atacarão suas análises, como o embaixador dos EUA em Israel, Jack Lew, e a USAID acabaram de fazer.



A guerra em Gaza teve muitas baixas, incluindo mortos, cativos, deslocados e palestinos, israelenses e libaneses em luto. Uma baixa adicional é o compromisso global com as normas dos direitos humanos internacionais, a lei da guerra e o direito internacional humanitário para os quais os EUA gastaram tanto esforço construindo consenso desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Ao permitir o desrespeito de Israel por essas normas, a Administração Biden tornou difícil, se não impossível, chamar outros governos, como a Rússia, de forma credível quando eles as violam flagrantemente.

Agora, outra vítima é a reputação da FEWS, bem como do Embaixador Lew, um dos melhores servidores públicos seniores dos Estados Unidos. O Embaixador Lew atacou a última atualização da FEWS sobre Gaza como "irresponsável" na semana de 23 de dezembro, questionando os números populacionais usados ​​em sua análise. A FEWS usa os melhores números disponíveis para população e suprimentos humanitários, com base em seu julgamento técnico sobre dados acessíveis. Este é um problema técnico não incomum em alguns países sobre os quais a FEWS relatou ao longo dos anos. Além disso, a escala IPC que a FEWS usa para determinar as condições de fome é em uma base por 10.000 pessoas, então a população total não importaria para determinar se as condições de fome prevalecem ou não. A FEWS rapidamente retirou a atualização sob pressão aparente de funcionários da USAID . 

Vale ressaltar que — desde maio — as atualizações do FEWS já projetam fome iminente , na ausência de aumento de remessas de alimentos humanitários chegando a Gaza, e o Comitê de Revisão da Fome projetou fome iminente em partes de Gaza em novembro. Essas descobertas e projeções são totalmente consistentes com o que as vozes mais respeitadas na comunidade humanitária vêm alertando há meses como consequência da falha de Israel em permitir grandes aumentos e previsibilidade no fornecimento humanitário.

Essa censura de uma atualização técnica cuidadosa, baseada em padrões globais e revisão cuidadosa, corrói ainda mais as normas de segurança alimentar global, minando qualquer pretensão de uma avaliação imparcial do governo dos EUA sobre a crise humanitária de Gaza. Isso segue a falha da Administração Biden em fazer cumprir a lei e a política dos EUA após a carta Austin-Blinken de outubro ao governo israelense ameaçando cessar as remessas de armas para países que impedem a ajuda humanitária.   

O governo Biden tem uma escolha: pode deixar o cargo tendo causado mais danos às normas internacionais de direito humanitário e segurança alimentar do que qualquer outro governo recente, ou pode voltar a honrar as normas que os governos anteriores de ambos os partidos mantiveram e declarar publicamente que Israel é um violador das normas humanitárias básicas, em vez de censurar relatórios que identificam a fome como resultado dessas ações israelenses.

Fonte: Mondoweiss


FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil


"Israel está usando a fome para aniquilar palestinos, apagá-los da história e anexar suas terras. Isso não começou em 7 de outubro"

Relator Especial da ONU para Direito à Alimentação, Michael Fakhri, apresenta relatório detalhando como "israel" usa a fome para exterminar palestinos no genocídio em Gaza.

Fakhri relembra que a ocupação sionista sempre manteve controle do que entra em Gaza e, antes do 7 de outubro, "contava calorias" para manter palestinos famintos apenas o suficiente para não disparar alarmes internacionais.

Segundo o especialista da ONU, isso explica como "israel" foi capaz de provocar fome generalizada em Gaza tão rápido - algo nunca visto na história moderna.



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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Ventos fortes e seca agravaram incêndios na Califórnia, diz OMM


Organização Meteorológica Mundial ressalta evidências de que alterações climáticas aumentaram risco e extensão destes desastres nos últimos anos; Organização Mundial da Saúde alerta para inflamações pulmonares fatais que podem ser causadas pela fumaça


CAL FIRE Prédio de banco pega fogo em Los Angeles, Califórnia
 

A Organização Meteorológica Mundial, OMM, afirmou que os ventos fortes foram o grande fator agravante dos incêndios florestais que assolam a Califórnia.

Falando a jornalistas em Genebra nesta sexta-feira, a porta-voz da agência, Clare Nullis, explicou que os ventos provocaram baixa umidade e aumento de temperatura.


Peso das alterações climáticas

O Serviço Meteorológico Nacional dos EUA emitiu um alerta de bandeira vermelha para partes dos condados de Los Angeles e Ventura, sinalizando que por causa dos ventos há o risco de uma maior propagação das chamas.

A OMM ressaltou que a estação chuvosa de 2024 para a área de Los Angeles como um todo foi ligeiramente acima do normal, mas 2025 até agora foi seco. Nullis disse que o clima desempenhou um papel importante nesse sentido e as causas dos incêndios florestais podem ser múltiplas.

Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, Noaa, afirmou que “as alterações climáticas, incluindo o aumento do calor, a seca prolongada e uma atmosfera sedenta, têm sido um fator chave no aumento do risco e da extensão dos incêndios florestais no oeste dos Estados Unidos durante as últimas duas décadas”.


CAL FIRE Um carro queimado é uma lembrança do incêndio que atingiu partes da área urbana ao redor de Los Angeles, Califórnia

Planos de evacuação

Nullis também lembrou de um estudo da Noaa de 2016 que concluiu que as alterações climáticas aumentaram a secagem da matéria orgânica e duplicaram o número de grandes incêndios entre 1984 e 2015 no oeste dos Estados Unidos.

Um estudo de 2021 apoiado pela agência norte-americana concluiu que as alterações climáticas foram de fato o principal motor do aumento do tempo de incêndio no oeste dos Estados Unidos.

Respondendo à perguntas, Nullis disse que a prevenção tinha um papel importante a desempenhar, incluindo a preparação de planos de evacuação adequados. Ela enfatizou a importância de um sistema de alerta precoce, que funcionou bem neste caso.


Fumaça mortal

Já a porta-voz da Organização Mundial da Saúde, OMS, disse que os incêndios florestais podem ter efeitos significativos de morbidade e mortalidade.

Margaret Harris afirmou que a fumaça é motivo de grande preocupação, pois a partícula atmosférica PM está associada à morte prematura da população em geral.

Partículas depositadas na superfície pulmonar podem induzir danos nos tecidos e inflamação pulmonar, entre outros efeitos.

A especialista disse que mais pesquisas interdisciplinares são necessárias para compreender o efeito a longo prazo. 


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Fonte: ONU News


CRUX

Incêndios florestais na Califórnia estão fora de controle, Hollywood Hills em chamas, estrelas fogem | Notícias dos EUA


Sprinter Observer


O governo Biden anunciou a parcela final de ajuda militar que enviará à Ucrânia, no valor de cerca de US$ 500 milhões.


 

 Paulo Nogueira Batista Jr.


“Deus vê tudo, mas aguarda” (Tolstoy). Os perpetradores, financiadores e apoiadores do genocídio em Gaza, inclusive aqui do Brasil, vão pagar todos, um a um, por seus crimes.



 Pepe Escobar


Karma instantâneo.

A casa do Capitão América pegou fogo enquanto ele transportava bombas para incendiar Gaza.



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Legisladores dos EUA votam para sancionar autoridades do TPI por emitir mandado para Netanyahu


Se for aprovado pelo Senado, os promotores e juízes do TPI enfrentarão sanções e proibições de visto por perseguirem cidadãos dos EUA ou aliados


O promotor do Tribunal Penal Internacional, Karim Khan, fala durante uma entrevista coletiva no Palácio de San Carlos, em Bogotá, Colômbia, em 25 de abril de 2024 (Luis Acosta/AFP)

A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou na quinta-feira seu primeiro grande projeto de lei de política externa da 119ª sessão do Congresso — na qual ambas as câmaras são controladas pelos republicanos — para sancionar autoridades do Tribunal Penal Internacional (TPI) por emitirem um mandado de prisão para o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. 

O mandado, emitido em novembro, é por crimes de guerra e crimes contra a humanidade durante o ataque em andamento de Israel a Gaza . O governo Biden foi rápido em condenar o mandado na época.

A linguagem do governo Biden agora se reflete no projeto de lei de quinta-feira que condena as ações do TPI, intitulado Lei de Contra-Ação do Tribunal Ilegítimo , que provavelmente acabaria na mesa do presidente eleito Donald Trump se fosse aprovado pelo Senado.

Por sua vez, a Câmara votou por 243-140-1 para sancionar qualquer pessoa associada aos esforços do TPI para investigar, prender, deter ou processar qualquer "pessoa protegida" dos EUA e seus amigos no exterior que não sejam parte do Estatuto de Roma, que estabeleceu o tribunal.

A legislação também menciona o mandado emitido contra o ex-ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant.

Havia 45 democratas que se juntaram aos seus colegas republicanos para votar a favor do projeto de lei.

O texto do projeto de lei estipula que os EUA imporiam “sanções de bloqueio de visto e propriedade contra pessoas estrangeiras que se envolveram ou auxiliaram materialmente” em uma investigação ou prisão de americanos e seus aliados, e que “o presidente também deve aplicar sanções de bloqueio de visto aos familiares imediatos daqueles sancionados”.

Brian Mast, o recém-eleito presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara que pressionou para que o projeto de lei fosse uma prioridade, usou seu uniforme do exército israelense no Capitólio nos dias após o ataque liderado pelo Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023.

Mast é o único membro conhecido do Congresso que também atuou nas forças israelenses. 

“Um tribunal canguru está tentando prender o primeiro-ministro do nosso grande aliado, Israel, que não está apenas respondendo a um inimigo que conduziu um genocídio”, disse Mast na quinta-feira, “mas a um inimigo que ainda mantém 100 reféns”.

No início desta semana, o presidente da Câmara, Mike Johnson, disse que o projeto de lei visa colocar o promotor do TPI, Karim Khan — que solicitou os mandados para Netanyahu, Gallant e três líderes seniores do Hamas, agora falecidos — "de volta ao seu lugar". 

O principal republicano no Senado, John Thune, disse que está pronto para levar o projeto de lei ao plenário "em breve", mas, processualmente - devido à interrupção da formulação de políticas conhecida como obstrução - pode ser necessário até 60 votos para ser aprovado, o que pode ser um obstáculo. 

Uma vez promulgado, no entanto, o projeto de lei entrará em vigor dentro de 60 dias.


Mandados de prisão do TPI

Netanyahu e Gallant são procurados pelo TPI e  receberam mandados de prisão  pelo "crime de guerra de fome como método de guerra e pelos crimes contra a humanidade de assassinato, perseguição e outros atos desumanos". 

Todos os 124 membros do Estatuto de Roma, o tratado que estabeleceu o TPI, agora são obrigados a prender os dois israelenses e entregá-los ao tribunal. 

Um julgamento não pode começar à revelia, e o tribunal não tem poderes de execução.

Em sua  declaração , a Câmara Pré-Julgamento I do TPI, um painel de três juízes, disse que havia motivos razoáveis ​​para acreditar que os dois israelenses "intencionalmente e conscientemente privaram a população civil em Gaza de objetos indispensáveis ​​à sua sobrevivência". 

Isso inclui alimentos, água, remédios, suprimentos médicos, combustível e eletricidade. 

Além disso, a limitação intencional de suprimentos médicos, como anestésicos e máquinas de anestesia, significou que Netanyahu e Gallant foram responsáveis ​​"por infligir grande sofrimento por meio de atos desumanos a pessoas que precisavam de tratamento". 

O relatório afirmou que médicos forçados a realizar amputações sem anestesia e sedar pacientes por meios inseguros equivaliam a "crimes contra a humanidade e outros atos desumanos". 

Todas essas ações "privaram uma parcela significativa da população civil em Gaza de seus direitos fundamentais", incluindo os direitos à vida e à saúde. A população palestina também foi alvo "com base em motivos políticos e/ou nacionais". 

"Portanto, concluiu-se que o crime contra a humanidade de perseguição foi cometido", disse o comunicado. 

Fonte: Middle East Eye


Congresswoman Rashida 


Qual é a maior prioridade deles na primeira semana do novo Congresso? Reduzir custos? Lidar com a crise de moradia? Não, é sancionar o Tribunal Penal Internacional para proteger o maníaco genocida Netanyahu para que ele possa continuar o genocídio em Gaza.



 AIPAC Tracker


THREAD: 45 democratas da Câmara apoiados pelo lobby de Israel se juntam a todos os membros do Partido Republicano (menos Massie) na votação para impor sanções ao Tribunal Penal Internacional para proteger Israel 

Total do lobby de Israel: $ 20.322.490



 UN Special Procedures


Especialistas da ONU pedem ao Senado dos EUA que rejeite projeto de lei que busca impor sanções e cortar financiamento ao @IntlCrimCourt, depois que o tribunal emitiu mandados de prisão contra líderes israelenses acusados ​​de crimes de guerra e crimes contra a humanidade em #Gaza .



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sábado, 16 de novembro de 2024

Crise climática é responsável por 20% dos casos de dengue no mundo


A doença viral, que é transmitida por mosquitos infectados, normalmente fica confinada a áreas tropicais e subtropicais, mas o aumento das temperaturas fez com que os mosquitos invadissem novas áreas


Ela costuma ficar confinada a áreas tropicais e subtropicais, mas o aumento das temperaturas fez com que os mosquitos invadissem novas áreas, levando a dengue com eles. / Foto: AP

 

A crise climática é responsável por quase um quinto do número recorde de casos de dengue no mundo este ano, disseram pesquisadores dos EUA, buscando esclarecer como o aumento das temperaturas ajuda a espalhar doenças.

Pesquisadores têm trabalhado para demonstrar rapidamente como a crise climática contribui diretamente para eventos climáticos extremos individuais, como furacões, incêndios, secas e inundações que atingiram o mundo este ano.

Mas relacionar como o aquecimento global afeta a saúde, como causar surtos ou espalhar doenças, continua sendo um campo novo.

"A dengue é uma ótima primeira doença para se concentrar porque é muito sensível ao clima", disse à AFP Erin Mordecai, ecologista de doenças infecciosas da Universidade de Stanford .

A doença viral, transmitida por picadas de mosquitos infectados, causa febre e dores no corpo e pode, em alguns casos, ser mortal.

Ela normalmente fica confinada a áreas tropicais e subtropicais, mas o aumento das temperaturas fez com que os mosquitos invadissem novas áreas, levando a dengue com eles.

No novo estudo, que ainda não foi revisado por pares, uma equipe de pesquisadores dos EUA analisou como temperaturas mais altas estavam relacionadas a infecções por dengue em 21 países da Ásia e das Américas.

Em média, cerca de 19% dos casos atuais de dengue no mundo são "atribuíveis ao aquecimento climático que já ocorreu", disse Mordecai, autor sênior do estudo pré-impresso.

Temperaturas entre 20 e 29 graus Celsius são ideais para espalhar a dengue, disse Mordecai.

Os pesquisadores descobriram que áreas elevadas do Peru, México, Bolívia e Brasil que atingirão essa faixa de temperatura poderão ter casos de dengue aumentando em até 200% nos próximos 25 anos.

A análise estimou que pelo menos 257 milhões de pessoas vivem atualmente em áreas onde o aquecimento global pode dobrar a taxa de dengue durante esse período.

Esse perigo é apenas "mais um motivo pelo qual você deve se preocupar com a crise climática", disse Mordecai.


Brasil vê aumento de casos de dengue
 antes de campanha de vacinação


Bactérias para o resgate?

Mais de 12,7 milhões de casos de dengue foram registrados no mundo todo este ano até setembro, quase o dobro do recorde total de 2023, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde.

Mas Mordecai disse que uma "enorme quantidade de subnotificações" significa que o número real provavelmente está mais próximo de 100 milhões.

A pesquisa foi apresentada na reunião anual da Sociedade Americana de Medicina Tropical e Higiene, em Nova Orleans.

Outro conjunto de pesquisas, também não revisado por pares, levantou esperanças de uma ferramenta potencial para ajudar a combater o aumento da dengue.

Envolve a criação de mosquitos infectados com uma bactéria comum chamada Wolbachia, que pode bloquear a capacidade do inseto de transmitir a dengue.

Há cinco anos, mosquitos infectados com Wolbachia foram introduzidos na maior parte da cidade brasileira de Niterói.

Eles descobriram que, quando o Brasil enfrentou seu pior surto de dengue neste ano, houve apenas um pequeno aumento de dengue em Niterói.

O número de casos também foi 90% menor do que antes da distribuição dos mosquitos Wolbachia e "nada comparado ao que estava acontecendo no resto do Brasil", disse Katie Anders, do World Mosquito Program.

O sucesso da cidade mostrou que "a Wolbachia pode fornecer proteção de longo prazo para as comunidades contra os surtos cada vez mais frequentes de dengue que estamos vendo globalmente", disse Anders.

Os pesquisadores disseram que fizeram uma parceria com o governo brasileiro para construir uma unidade de produção de mosquitos Wolbachia, na esperança de proteger milhões de pessoas.


A doença 'exótica' da dengue está
a atingir duramente a Europa,
alertam especialistas



Fonte: TRT World - AFP


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