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sábado, 12 de novembro de 2016

Você se transforma no que você lê





O que significa curtir uma postagem? Você não é a mesma pessoa desde que começou a ler isto. Vamos nos modificando. E sermos pessoas melhores depende do que estamos deixando que tenha passagem livre através de nossas janelas.

Essa frase me ocorreu outro dia. E ela quer dizer muito. “Ler” aqui não significa apenas o ato de pegar um texto e decodificá-lo através da leitura. Trata-se das ideias que você concebe para si, dos aprendizados e experiências.



Com o advento do Face, nós nos acostumamos a “curtir” alguma coisa que publicam, mas ainda não temos a chance de “não curtir” da mesma forma o que não gostamos, pois não há a mãozinha sinalizando o polegar para baixo (dizem que já existe por aí).



Bem, porém, aquilo que lemos, ou a imagem que vemos antes de clicar em curtir precisa achar consonância, em nós, com o que concordamos sobre determinado assunto. Ou mesmo, com aquilo que achamos engraçado quando nos identificamos com algum tipo de leitura, filme, ambiente, jeito de ser, etc. Isso diz muito sobre a nós. Não é à toa que tendemos a nos aproximar de quem tem gostos parecidos com os nossos.



Parece brincadeira, mas tudo o que aprendemos se transforma em nós. Por isso o título dessa pequena reflexão. Nosso cérebro vai criando novas conexões, à medida do nosso aprendizado e experiências. Por isso, ao meu ver, seja tão importante ler sobre vários assuntos. Mas, procurar uma linha de raciocínio o mais próximo da verdade, da realidade, mais coerente. Algo do tipo “matemático”, onde as premissas precisam dizer muito das conclusões. Como?



Procurando conhecer quem escreveu tal livro, disse tal coisa, ou dirigiu tal filme e em que circunstâncias isso aconteceu. Suas convicções, seu ponto de vista sobre assuntos importantes. Todos têm algo bom a ensinar. Mas, o assunto principal em pauta é o que importa na sua escolha.



É como uma ideia que se multiplica e que acaba sendo absorvida por muitos sem questionamento. Esse é o perigo de algumas ideologias. Quando entramos em uma discussão com “quem entende do assunto”, é importante tentarmos enxergar os vários pontos de vista entre os especialistas. A partir daí, vamos construindo nossa própria opinião.



Irão surgir dúvidas. Que elas surjam! Pois, é a partir delas que podemos formular uma “certeza”. As certezas não precisam ser fechadas em si mesmas, para não corrermos o risco de nos tornarmos “convictos” em tudo e não darmos espaço para questionamentos, nem ao menos, sabermos defender nossa opinião. Não!



Por mais que se tenha certeza de algo, depois de estudar, questionar, tirar dúvidas, é importante saber ouvir. Quem é “convicto” nunca cresce, pois acha que já sabe o suficiente. Nunca se sabe o suficiente. Daí a Pesquisa estar sempre aberta a novas descobertas, por exemplo. As Teorias, vez ou outra, sofrem modificações. As doutrinas são revisadas. Os alicerces são fortalecidos.



Porém, isso não quer dizer dar bolas para qualquer tipo de fala. Não! Quando perceber que se trata de algo que já está bem acomodado e que aquilo é, na realidade, uma etapa anterior à que você se encontra, não dê atenção. Por exemplo, quando você vê o refrigerante como algo delicioso que parece matar a sede e cai bem em qualquer lanche, você nem ao menos questiona o que está bebendo, apenas vive o momento.



Até que um dia, por curiosidade, ou necessidade, você acaba tendo de procurar saber um pouco mais. E fica sabendo dos ingredientes, das consequências do excesso de uso, etc. Você passa a enxergar o refrigerante com outros olhos e, muitas vezes, até decide não beber mais. Se alguém chega para você e argumenta que não há outra bebida mais deliciosa para se ter em um lanche com os amigos e se a pessoa não tem a menor noção de que é feito um refrigerante, você pode descartar tal argumentação feita pela pessoa, pois já haverá passado por ela e se aprofundado um pouco mais.





Claro, se a pessoa quiser saber, você pode orientá-la, senão, deixe quieto. Que ela aprenda por si mesma. Mas, com certeza, você terá deixado uma pulga atrás de sua orelha.



É assim em vários assuntos, em tudo. Não basta saber por saber, crer por crer, gostar por gostar, é preciso ter argumentos, mesmo que sejam para si próprio. Daí você não ficará tremendo à menor ventania. É preciso estudar, ler, ouvir, ver outros pontos de vista. Isso é crescer intelectualmente, também.



Aquilo que vai se transformando em nós, também vai definindo nossos pontos de vista, nossas escolhas. Não aceite apenas algo pronto. Tente entender como tal coisa foi feita. Dá um pouco de trabalho sim. Mas, depois que se começa a refletir, passa-se a exercer cidadania, a perceber que por mais que pareça pouco, o que você fizer pelo bem precisa ser feito mesmo assim. Há toda uma indústria de marketing que tenta dizer o contrário e convence pela borda.




Mas, no que depender de você: procure boas leituras, faça boas escolhas. Elas serão você. Isso é ser livre. Ah, e quando descobrir que está errado sobre algo, tenha a humildade de reconhecer. Os verdadeiros sábios são simples.

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Frequências afinadas a 417 hz dialogam com o chakra sacro que, situa-se abaixo do umbigo. Essas frequências ajudam a pessoa a apagar experiências traumáticas e se livrar de bloqueios, permitindo com maior facilidade alcançar objetivos pessoais, financeiros e espirituais.

Se puder ouça com fone de ouvido, terá uma percepção ainda melhor.



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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal ao lado de algumas pessoas




Os sensitivos são seres humanos que possuem sensibilidade emocional aumentada.


Esse conceito foi apontado pela psicóloga Dra. Elaine Aron em 1991, que apontou através de estudos que entre 15% e 20% da população mundial possui esse tipo de sensibilidade mais aflorada porque os seus cérebros processam informações sensoriais de forma diferente e por isso possuem habilidades e expressas de maneira mais intensas que os demais.

Os sensitivos – também chamados de empatas – são portanto mais sensíveis a emoções, comportamentos e energias de pessoas e lugares. A presença de algumas pessoas ou a entrada em lugares específicos podem fazer com que um empata se sinta mal. Entenda mais sobre isso.

A sensibilidade aflorada dos sensitivos e o que isso pode causar


Normalmente, quem é considerado um sensitivo considera isso como uma qualidade, uma habilidade positiva.

São normalmente excelentes ouvintes, pessoas caridosas com muita clareza de pensamento, conhecidos por darem bons conselhos.
Leia mais: 30 traços de uma pessoa SENSITIVA

Mas devido à sua sensibilidade emocional aumentada eles são muito influenciáveis pelo ambiente ou por pessoas, são capazes de detectar energias carregadas que estão impregnadas no lugar, detectam mais facilmente comportamentos falsos e não conseguem lidar com pessoas pretensiosas e/ou mentirosas.

Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal


Todo mundo pode ser capaz de identificar sinais de falsidade no discurso humano, os empatas possuem maior facilidade devido à sua extrema sensibilidade.

Lidar com alguém hipócrita ou falso pode ser tolerável para pessoas comuns, mesmo que eles saibam dessa característica da pessoa, para os sensitivos, isso é praticamente uma tortura, um desconforto intenso.

Sentem-se cansados, sentem que sua energia foi drenada, sentem-se frustrados, muitas vezes ficam com as mãos úmidas, com o coração disparado e o bocejo é uma reação muito freqüente.

Veja abaixo algumas situações que fazem com que um sensitivo se sinta mal:


•Falsos elogios – eles detectam logo a falsidade e mal conseguem disfarçar a sua decepção

•Pessoas que aumentam suas vitórias para ganhar aprovação e reconhecimentos dos outros

•Pessoas que renunciam à sua personalidade ou tentam ser aquilo que não são para se sentirem por cima

•Falsas delicadezas com intenção de receber algo em troca

•Pessoas que estimulam a inveja e o ressentimento

•Quem age de forma dura e insensível para ocultar dos outros a própria dor ou sensibilidade

Reações comuns dos sensitivos nestas situações


Muitas vezes os sensitivos nem conseguem explicar o porquê de estar se sentindo mal e o que está causando isso nele.

Alguns deles conseguem identificar o foco, mas outros só conseguem pensar em se afastar do ambiente e das pessoas que ali estão, e normalmente ouvem: “O que aconteceu? O que ele(a) te fez de mal?” sem saber explicar exatamente o porquê. Ficam nervosos, tensos e têm dificuldades de formar frases com clareza, o que em situações normais eles têm muita facilidade.


Se o sensitivo precisa estar em um ambiente ou perto de alguém que lhe faz mal, ao se afastar ele se sente enjoado, tonto, podendo inclusive ter ânsia de vômito. Ficam muito calados, sem querer continuar a conversa e muitas vezes, ao se afastar da pessoa ou do ambiente sentem um inexplicável sentimento de culpa.

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Ativação e abertura da Glândula Pineal. Intuição, expansão da consciência, eu interior, meditação.


A Glândula Pineal ou o Terceiro Olho de cada ser humano pode ser ativado para as frequências do mundo espiritual e permite que se tenha a sensação de conhecimento profundo, expansão da consciência, expansão da intuição, aumento da criatividade, euforia divina e da capacidade de amar incondicionalmente. Quando a glândula pineal está sintonizada a frequências apropriadas e com a ajuda da meditação, yôga ou vários métodos esotéricos, métodos ocultistas, permite à pessoa viajar para outras dimensões, mas há quem consiga apenas ouvindo. Isto é mais conhecido como viagem astral, projeção astral ou visualização remota.

Em meio às vibrações, ouviram um ruido como algo " rangendo " , nesse momento imagine e visualize a glândula pineal localizada entre os olhos se descalcificando, se vitalizando e irradiando.

Ajuda muito para quem sofre de ansiedade, crises de pânico, depressão e crises emocionais. Um simples compartilhamento pode mudar o dia e até a vida de uma pessoa, vamos repassar!

Se puder ouça com fone de ouvido, terá uma percepção ainda melhor.

Frequência 936hz.



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Música de Guitarra Relaxante, Relax, Música para Meditação, Música instrumental para relaxar, ☯2432



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