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quinta-feira, 4 de junho de 2026

ONU acusa Israel de estupro e abuso sexual sistemático contra palestinos em prisões


Relatório documenta 31 casos verificados em 2025, incluindo crianças; vítimas sofreram 'sangramento retal grave' sem tratamento médico


Palestinos são vítimas de violência sexual durante prisões e interrogatórios, segundo um relatório das Nações Unidas. Foto: Wafa

 

As Nações Unidas (ONU) acusaram o regime de Israel de praticar estupro e abuso sexual contra palestinos em prisões. Em um relatório referente ao ano de 2025, o órgão alertou que “os casos comprovados devem ser entendidos como indicativos de um padrão mais amplo que se estende por longos períodos”.

“As violações consistiram em estupro, incluindo o uso de objetos, estupro coletivo, tentativa de estupro, violência física contra os genitais, casos de disparos direcionados aos genitais, contato com seios e genitais, revistas íntimas e em cavidades corporais realizadas sem justificativa aparente de segurança, nudez forçada e ameaças de estupro”, destaca o documento.

O texto indica que os padrões de violência sexual contra palestinos detidos em Israel e no território palestino ocupado continuaram durante 2025 e detalha que 31 casos foram verificados, incluindo 14 homens, sete mulheres, nove meninos e uma menina de Gaza e da Cisjordânia ocupada, vítimas de violência sexual relacionada ao conflito, enquanto outros 18 datam de 2023 e 2024.

Esses abusos ocorreram principalmente durante prisões e interrogatórios em diferentes locais, como o campo militar de Sde Teiman e o centro de detenção de Etzion, bem como em prisões como Megido, Ofer, Ramla, Hasharon, Shatta, Nafha e Damon, e na delegacia de polícia de Gush Etzion. Por outro lado, abusos cometidos em postos de controle militar e durante incursões militares israelenses no território palestino ocupado também foram documentados, sendo que jornalistas e defensores dos direitos humanos estavam entre as vítimas.

Os crimes foram cometidos por membros das Forças Armadas e dos serviços de segurança israelenses, incluindo o exército, o serviço penitenciário e unidades especiais da polícia, detalhou o relatório.

A maioria desses casos envolveu múltiplas formas de violência sexual simultaneamente, enquanto alguns abusos foram fotografados ou gravados em vídeo, incluindo um caso de estupro.

O relatório denunciou que a violência sexual contra detidos palestinos envolvia principalmente ameaças de estupro, nudez forçada, toques indesejados e buscas degradantes sem justificativa.

No caso de homens e meninos, eles foram submetidos a estupro ou tentativa de estupro, incluindo cinco homens que sofreram “sangramento retal grave ou inchaço por vários dias ou semanas e, em alguns casos, sem receber tratamento médico”, alertou o documento.

Com relação às vítimas, o relatório observou que elas enfrentaram obstáculos para denunciar os abusos, incluindo ameaças diretas de colonos israelenses para impedir que as detidas falassem sobre os estupros que sofreram.

Em outras ocasiões, as forças de segurança israelenses torturaram palestinos em postos de controle e durante operações militares na Cisjordânia ocupada.

A ONU denunciou a impunidade sistêmica do governo israelense diante das constantes violações dos direitos humanos e dos casos documentados de violência sexual cometidos contra cidadãos palestinos.

O relatório destaca o caso de cinco soldados da Unidade 100, acusados em fevereiro de 2025 por uma agressão no acampamento de Teiman. Apesar das provas médicas e das imagens de vídeo apresentadas, a promotoria omitiu as acusações de agressão sexual e retirou todas as acusações em março de 2026, uma decisão que, segundo a organização, colocará ainda mais em risco a proteção das vítimas.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, adicionou as forças de ocupação israelenses à lista da ONU de “partes credíveis suspeitas de cometerem padrões de estupro e outras formas de violência sexual relacionadas a conflitos” e instou o governo israelense a “cessar imediatamente todos os atos de violência sexual” e a implementar reformas para prevenir futuros abusos.

Guterres criticou Tel Aviv por impedir o acesso de investigadores ao país e por não fornecer informações sobre o cumprimento da Resolução 2467. Por isso, o diplomata instou o governo a facilitar auditorias independentes para processar esses crimes.

A este respeito, o governo israelense alega, sem provas, que membros do Hamas perpetraram estupros em massa contra mulheres israelenses durante os atos de 7 de outubro de 2023. O novo relatório da ONU refutou a existência de dados oficiais, confirmando que não recebeu nenhuma informação de Tel Aviv a respeito de acusações de violência sexual envolvendo palestinos detidos por sua suposta participação nesses eventos.

Em outro contexto, um documentário de uma hora de duração, exibido esta semana na televisão israelense, revelou que moradores do assentamento de Gush Etzion, localizado ao sul de Jerusalém, confessaram que vários líderes religiosos judeus estupraram coletivamente menores da região durante décadas.

O relatório, intitulado “Chega de negação: Gush Etzion admite abuso ritual”, revelou que esses abusos foram cometidos sob o pretexto de ritos religiosos. Além disso, os abusos foram filmados pelos envolvidos com o objetivo de produzir material de exploração sexual infantil.

Além das denúncias de violência sexual, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) informou nesta sexta-feira que as forças de ocupação israelenses mantêm mais de 9.000 palestinos detidos.

Do número total de detidos, a organização internacional detalhou que pelo menos 4.000 cidadãos permanecem sob o regime de detenção administrativa, um procedimento que os priva de um julgamento e de acusações formais.

A instituição especificou que, devido ao acordo de cessar-fogo estabelecido na Faixa de Gaza, as autoridades israelenses libertaram apenas 1.968 palestinos que estavam sob sua custódia.

Fonte: Opera Mundi (*) com teleSUR


Leia Mais:



Middle East Eye


Membro da flotilha detalha agressão sexual sofrida em detenção israelense.

Em entrevista à Double Down News, a cineasta australiana Juliet Lamont, que participou da mais recente ação da Flotilha Global Sumud, descreveu os abusos, a violência e o assédio sexual que ela e outros ativistas sofreram durante a prisão pelas forças israelenses em águas internacionais.

Lamont descreveu ter sido estuprada por soldados israelenses, apalpada por oficiais femininas e brutalmente espancada, algemada e insultada durante toda a detenção.

Na entrevista completa, ela detalhou passo a passo como as forças israelenses interceptaram ilegalmente os barcos, começaram a reunir os participantes da Flotilha "como sardinhas" e os jogaram em um navio-prisão onde foram submetidos a todos os tipos de tortura.




FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil


"Quero matar alguém hoje e pode ser você": Ativista de Flotilha para Gaza revela ter sido est*prada por soldados israelenses.

Juliet Lamont, documentarista e ativista australiana, revela ter sido est*prada por soldados israelenses durante sequestro ilegal de flotilha levando ajuda humanitária para Gaza.



OBS:

 


Nos termos do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, o Gabinete do Procurador (“OTP”) pode analisar informações sobre alegados crimes da jurisdição do Tribunal Penal Internacional (crimes de guerra, crimes contra a humanidade, genocídio e agressão), que lhe sejam submetidos. de qualquer fonte. Isto pode ocorrer durante exames preliminares, bem como no contexto de situações sob investigação. O formulário abaixo pode ser usado para enviar tais informações, também conhecidas como “comunicações”, ao #OTP de forma anônima ou nomeada. Gostaria de agradecer-lhe por dedicar seu tempo para enviar informações ao Ministério Público.

 

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quarta-feira, 27 de maio de 2026

‘Testemunhamos a existência de uma subumanidade’, diz ativista brasileira sequestrada por Israel


Beatriz Moreira era uma das quatro brasileiras que estavam na flotilha interceptada por Tel Aviv


Global Sumud Flotilha busca abrir corredor humanitário em Gaza | Crédito: Divulgação

Uma das brasileiras que estava em uma flotilha que levava ajuda humanitária para Gaza e foi sequestrada por Israel relata ter sofrido tortura, violência psicológica e muitas humilhações. Beatriz Moreira e outros três brasileiros, sendo duas mulheres e um homem, foram libertados na quinta-feira (21) e chegaram ao Brasil no sábado (24).

Em entrevista nos estúdios da Rádio Brasil de Fato, no Conexão BdF desta terça-feira (21), Beatriz Moreira, atuante no Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e ativista da Global Sumud Flotilha, conta que o grupo ficou sob cárcere quatro dias inteiros, sendo mais de dois dias nos chamados “navios prisões”. “Em seguida, fomos mantidos em cárcere nos calabouços de Israel. As violações começaram ali naqueles navios prisões, porque não existiam condições básicas de vida, era uma situação muito precária de saúde. A gente não tinha acesso à água corrente para lavar as mãos, a gente não tinha acesso ao sabão. Para ter água a gente precisava fazer motim. Enfim, uma série de situações que a gente sabe que não é nem 1% do que vive cada pessoa palestina, mas nós podemos ser testemunhas do que é essa própria concepção de existir uma subumanidade. Infelizmente, nós que vamos nessa missão que é humanitária vemos humanidade em todos, mas não somos recebidos da mesma forma”, relata.

Segundo ela, as piores violações aconteceram quando os navios já estavam atracados em Ashdod. “Passamos por uma situação muito grave. Os casos de estupro que foram documentados, os casos de violência muito graves, de ossos quebrados, foram naquele momento, e foi porque Itamar Ben-gvir estava lá. Então, ele precisava que nós fôssemos utilizados como exemplo, para inclusive desestimular a solidariedade internacional, não digo nem somente no sentido da flotilha. Ele queria passar uma mensagem”, afirma.

Moreira conta que saiu com um grupo de Barcelona no dia 14 de abril, com cerca de 30 embarcações compondo a flotilha. Até o dia 30 de abril, quando houve a primeira interceptação ilegal das forças de Israel, muitos outros ativistas de diversas nacionalidades foram se somando ao grupo de ajuda humanitária, que, àquela altura, já era composto por 50 navios.

“Já naquele primeiro momento, a gente percebe que o objetivo era fazer dessa flotilha um exemplo. Então, você percebe o deslocamento das forças de ocupação israelense, a marinha israelense navegando da costa de Israel para águas internacionais entre Itália e Grécia para ali já buscar pessoas. Então você percebe a primeira violação do direito internacional, inclusive direito consuetudinário marítimo. Então essa foi a primeira interceptação naquele processo. Teve todo um reagrupamento, uma reorganização, inclusive com as organizações da própria Palestina que ajudam a construir esse processo de como se reorganizar”, relata.

A ativista destaca a importância do engajamento de movimentos populares de diversos setores na causa palestina que transcende qualquer visão de mundo ou política e trata de uma luta por humanidade e em defesa de um povo que tem o direito de viver.

“A gente atendeu a um chamado histórico de nos somar a luta de um povo que já vive há mais de sete décadas sob um colonialismo cruel com objetivo claro de promover a limpeza étnica no território. Então, desde que o genocídio se intensificou, o movimento se colocou nessa tarefa e por isso estivemos representados nessa que foi a maior missão humanitária com caráter político de romper o cerco da história”, afirma.


Para ouvir e assistir


O jornal Conexão BdF vai ao ar em duas edições, de segunda a sexta-feira: a primeira às 12h e a segunda às 17h, na Rádio Brasil de Fato, 98.9 FM na Grande São Paulo, com transmissão simultânea também pelo YouTube do Brasil de Fato.

Editado por: Thaís Ferraz

Fonte: Brasil de Fato


Global Sumud Flotilla

Arribada dels participants de la GSF 2026 | Barcelona




Leia Mais:





FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil


Ministro israelense Itamar Ben-Gvir publica vídeo torturando ativistas de Flotilha para Gaza sequestrados por "israel".

Há quatro brasileiros entre os mais de 400 ativistas internacionais sequestrados pelos israelenses.

No vídeo, o ministro da "segurança nacional" israelense se gaba do sequestro e tortura dos ativistas e pede a Netanyahu que os deixe sob sua custódia "por muito, muito tempo".



 TRT World


Um participante na Flotilha Global Sumud mostrou suas costas e braço cobertos de hematomas após chegar a Istambul na quinta-feira.

Adrien Jouan disse que suas costelas estavam doloridas e que outros, particularmente europeus não brancos, foram espancados de forma mais severa.



 Pablo Fernández


Os genocidas do ente sionista de Israel sequestraram e torturaram os ativistas da flotilha. Deram-lhes chutes, socos, quebraram-lhes costelas e causaram traumatismos graves.

É lamentável que a Espanha não rompa relações com esses míseros assassinos.



 Ione Belarra


Alicia Armesto e outras ativistas da Global Sumud Land estão retidas na Líbia pelas autoridades quando tentavam levar ajuda humanitária a Gaza. Exigimos sua libertação imediata!



OBS:



Nos termos do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, o Gabinete do Procurador (“OTP”) pode analisar informações sobre alegados crimes da jurisdição do Tribunal Penal Internacional (crimes de guerra, crimes contra a humanidade, genocídio e agressão), que lhe sejam submetidos. de qualquer fonte. Isto pode ocorrer durante exames preliminares, bem como no contexto de situações sob investigação. O formulário abaixo pode ser usado para enviar tais informações, também conhecidas como “comunicações”, ao #OTP de forma anônima ou nomeada. Gostaria de agradecer-lhe por dedicar seu tempo para enviar informações ao Ministério Público.


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sábado, 23 de maio de 2026

Ativistas da flotilha de Gaza alegam agressão sexual e estupro em detenção israelense


Serviço prisional israelense nega denúncias de abuso durante a detenção de 430 pessoas que tentavam levar ajuda aos palestinos


Ativistas italianos da Flotilha Global Sumud chegando a Fiumicino. Fotografia: Remo Casilli/Reuters

 

Ativistas liberados da custódia israelense após serem detidos em uma flotilha que tentava levar ajuda a Gaza foram alvo de abusos, alegaram organizadores, com vários hospitalizados com ferimentos e pelo menos 15 relatando agressões sexuais, incluindo estupro.

O serviço prisional de Israel negou as alegações, e a Reuters não conseguiu verificá-las de forma independente.

A Alemanha disse que alguns de seus cidadãos haviam sido feridos e que algumas acusações eram "graves", sem dar mais detalhes. Uma fonte jurídica na Itália disse que os promotores de lá estavam investigando possíveis crimes, incluindo sequestro e agressão sexual.

Um porta-voz do serviço prisional israelense disse em um comunicado: "As alegações feitas são falsas e totalmente sem base factual.

"Todos os prisioneiros e detentos são mantidos de acordo com a lei, com total respeito por seus direitos básicos e sob supervisão de funcionários profissionais e treinados da prisão", disseram.

"O atendimento médico é prestado de acordo com julgamento médico profissional e de acordo com as diretrizes do ministério da saúde."


Vídeo da Flotilla: O modelo de abuso televisionado de Ben-Gvir foi aprimorado com os palestinos

Leia mais

 

O exército israelense encaminhou as consultas ao ministério das Relações Exteriores, que as encaminhou ao serviço prisional.

Forças israelenses prenderam 430 pessoas a bordo de 50 navios em águas internacionais na terça-feira para deter a flotilha de voluntários que tentava levar suprimentos de ajuda para a Faixa de Gaza.



As alegações de abuso aumentarão a pressão sobre as autoridades israelenses para explicarem o tratamento dado aos detentos, após imagens do ministro da segurança israelense zombando de alguns ativistas na prisão terem provocado uma reação internacional.

A Itália afirmou que os membros da UE estavam discutindo impor sanções ao ministro, Itamar Ben-Gvir.

"Pelo menos 15 casos de agressão sexual, incluindo estupro", postaram organizadores da Flotilha Global Sumud no aplicativo de mídia social do Telegram. "Disparados com balas de borracha a curta distância. Dezenas de ossos quebrados.

"Enquanto o olhar do mundo está fixo no sofrimento de nossos participantes, não podemos enfatizar o suficiente que este é apenas um vislumbre da brutalidade que Israel impõe diariamente aos reféns palestinos."

Luca Poggi, um economista italiano entre os detidos da flotilha, disse à Reuters ao chegar a Roma: "Fomos despidos, jogados no chão, chutados. Muitos de nós fomos atingidos com Taser, alguns foram agredidos sexualmente e alguns tiveram acesso negado a um advogado."


Adrien Jouan apresentando ferimentos após chegar ao aeroporto de Istambul, Turquia. Fotografia: Gaza Freedom Flotilla/Reuters

Promotores em Roma investigavam possíveis crimes de sequestro, tortura e agressão sexual e ouviriam depoimentos de ativistas que haviam retornado à Itália, disse a fonte jurídica italiana.

Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores alemão disse que funcionários consulares que se encontraram com ativistas alemães ao chegarem a Istambul relataram que vários tiveram feridos e estavam passando por exames médicos.

O tratamento humano dos cidadãos alemães era uma "prioridade absoluta", disse o porta-voz, acrescentando: "Naturalmente, esperamos uma explicação completa, pois algumas das alegações feitas são graves."

Sabrina Charik, que ajudou a organizar o retorno de 37 cidadãos franceses da flotilha, disse à Reuters que cinco participantes franceses foram hospitalizados na Turquia, alguns com costelas quebradas ou vértebras fraturadas. Alguns fizeram acusações detalhadas de violência sexual, incluindo estupro, disse ela.

Em uma postagem no Instagram de um grupo ativista verificado pela Reuters, um cidadão francês, Adrien Jouan, mostrou hematomas nas costas e nos antebraços.

Ativistas disseram que parte dos supostos abusos ocorreu no mar após sua interceptação pelas forças navais israelenses, e parte após sua prisão e prisão em Israel.

Ativistas de vários países europeus eram esperados para chegar para casa em voos vindos da Turquia após terem sido deportados de Israel na quinta-feira.

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, disse a repórteres que 44 membros da flotilha espanhola deveriam chegar durante toda a sexta-feira em voos de Istambul para Madri e Barcelona. Quatro deles receberam tratamento médico pelos ferimentos, acrescentou.

Governos ocidentais expressaram sua indignação na quinta-feira depois que Ben-Gvir postou um vídeo dele mesmo zombando de ativistas que estavam sendo imobilizados no chão em uma prisão.

O ministro das Relações Exteriores italiano, Antonio Tajani, disse à margem da reunião da Otan na Suécia que estava em contato com todos os seus homólogos da UE "para que possa haver uma decisão rápida de impor sanções" a Ben-Gvir.

Fonte: The Guardian



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Miguel Ruiz Calvo


CRIME BRUTAL 


Os soldados do regime ocupante violaram e torturaram os ativistas humanitários da Flotilha Global Sumud.

Após serem sequestrados em águas internacionais, os ativistas foram levados a prisões e, após as primeiras libertações, relataram atos de tortura, violações, descargas elétricas, humilhações, abusos psicológicos, etc.

Várias pessoas precisaram de atendimento médico urgente após serem libertadas do cativeiro.

Entre os sequestrados havia médicos, jornalistas e ativistas de dezenas de países, incluindo cidadãos espanhóis.

O silêncio é cumplicidade e vergonha.



 Clash Report


Ativista da Flotilha Sumud Global Brasileira Thiago Ávila:

Soldados israelenses estupraram nosso povo na Flotilha Sumud Global.

Não foi um, não dois, não três.

Eles estavam levando comida e remédios para Gaza. Estavam levando fórmula para bebês, e foram estuprados por soldados israelenses.



Cidadania e Solidariedade 01

Cidadania e Solidariedade 02




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