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quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Abin alerta para riscos à democracia em 2026: crime organizado e interferência externa


A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) identificou dois pontos considerados como "risco relevante" para a segurança institucional do país e para o processo eleitoral de 2026: a atuação do crime organizado e a possibilidade de interferência externa. As conclusões estão no relatório Desafios da Inteligência – Edição 2026



Abin

 

Segundo o documento, milícias e facções que controlam territórios continuam a exercer influência política direta, financiando campanhas, lançando candidatos e pressionando eleitores em regiões sob seu domínio — um fator que, segundo a Abin, fragiliza a integridade do pleito.

A agência também cita a ameaça de interferência estrangeira. Segundo o relatório, a interferência poderá acontecer "por meio de campanhas de desinformação sofisticadas, ataques cibernéticos à infraestrutura eleitoral ou via financiamento oculto de grupos políticos específicos e de movimentos de viés antidemocrático".

Ainda de acordo com o estudo, grupos extremistas de outros países têm compartilhado estratégias de manipulação eleitoral em fóruns online, articulando táticas capazes de afetar a soberania nacional.


  • © Antonio Cruz/Agência Brasil



Fonte: Sputnik Brasil


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sábado, 9 de dezembro de 2023

Rússia rejeita interferência externa na disputa de Essequibo

 

A Rússia está acompanhando de perto a situação na região, tendo em conta o referendo consultivo realizado em 3 de dezembro na Venezuela


“Assumimos que esta questão se enquadra no âmbito das relações entre a Venezuela e a Guiana e deve ser resolvida através de boa vizinhança”, disse o porta-voz. | Foto: Ministério das Relações Exteriores da Rússia

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, María Zajárova, expressou esta sexta-feira que seu país se opõe à interferência externa na disputa territorial entre a Venezuela e a Guiana pelo Essequibo.

“Opomo-nos à pressão externa e à interferência nos assuntos dos Estados soberanos, especialmente quando há questões delicadas nas relações entre eles que exigem ‘prudência’ por parte de terceiros países, tanto a nível público como privado”, afirmou.

Zajárova indicou que estão acompanhando de perto a situação na região, tendo em conta o referendo consultivo realizado em 3 de dezembro na Venezuela para a defesa da Guiana Esequiba.

 

“Assumimos que esta questão se enquadra no âmbito das relações entre a Venezuela e a Guiana e deve ser resolvida através da boa vizinhança, encontrando soluções pacíficas e mutuamente aceitáveis, de acordo com o direito internacional e os acordos assinados entre as partes, bem como a legislação vigente legislação nacional", disse ele.

Além disso, destacou que valorizam positivamente a conversa telefônica entre os chanceleres das duas nações, no dia 6 de dezembro, e que “esperamos que tais contatos continuem”.

Em suas declarações, Zajárova reiterou a posição de princípio de seu país a favor da preservação da América Latina como uma zona de paz, conforme proclamado pelos países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) na Cúpula de Havana de 2014.

Fonte: teleSUR TV 


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