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quarta-feira, 17 de junho de 2026

EUA desenvolvem patógenos letais no Sul Global, alerta especialista: 'Ucrânia é apenas um entre muitos'


Os EUA possuem mais de 300 biolaboratórios espalhados pelo mundo, principalmente em países do Sul Global, afirmou Jeff J. Brown, cofundador da Comissão da Verdade sobre Armas Biológicas, à Sputnik. Ele comentava a recente confirmação de Washington sobre a existência desses laboratórios


© Sputnik / Denis Aslanov / Acessar o banco de imagens

"A Ucrânia é apenas um dos muitos países do mundo onde os EUA e a Organização do Tratado do Atlântico Norte [OTAN] estão desenvolvendo patógenos letais para atacar seus inúmeros inimigos. Excluindo a Ucrânia, as forças norte-americanas possuem mais de 330 laboratórios de armas biológicas espalhados pelo planeta, concentrados no Sul Global", declarou Jeff J. Brown.

Segundo ele, no caso da Ucrânia, todos os biolaboratórios estão sob supervisão de estruturas militares norte-americanas.


"Os Estados Unidos se beneficiam da posse de alguns dos patógenos mais perigosos conhecidos pela humanidade para atacar os inúmeros inimigos percebidos pelo Ocidente", explicou Brown.

 

Entre os exemplos citados, estavam operações relacionadas à peste suína africana e à gripe aviária dirigidas à China, bem como campanhas semelhantes contra Cuba, Rússia e Irã.


Controvérsia aumenta em relação

 aos biolaboratórios financiados

 pelos EUA, diz especialista


Washington e seus aliados "nunca deixarão de desenvolver armas biológicas ao redor do mundo. É lucrativo demais para os militares, as grandes farmacêuticas, as empreiteiras e os políticos", concluiu o especialista.

Brown comentou as declarações recentes da diretora de Inteligência Nacional dos EUA, Tulsi Gabbard, que reconheceu a existência de atividades que já haviam sido relatadas pelas Tropas de Defesa Radiológica, Química e Biológica das Forças Armadas da Rússia.

Desde 2023, a Rússia tem levantado a questão dos laboratórios biológicos dos EUA em fóruns internacionais de alto nível, apresentando evidências de que trabalhos com armas biológicas teriam sido realizados em território ucraniano com o apoio norte-americano. No entanto, Washington e Kiev apresentaram essas investigações como cooperação "para fins pacíficos".


Laboratórios biológicos na Ucrânia operam com patógenos de alto risco, revelam dados dos EUA

Pela primeira vez, a Inteligência Nacional dos Estados Unidos confirmou oficialmente que instalações biológicas em território ucraniano realizaram e continuam realizando pesquisas com microorganismos altamente contagiosos. 

Esses centros, financiados com milhões de dólares de Washington, concentram-se em diferentes regiões do país. 

Descubra com o infográfico da Sputnik que patógenos são estudados, quanto custam esses laboratórios e onde estão localizados.


 

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Fonte: Sputnik Brasil


Gazeta do Mundo


A diretora de Inteligência Nacional dos EUA, Tulsi Gabbard, afirmou que os EUA financiaram mais de 120 biolaboratórios em dezenas de países voltados a pesquisas perigosas, incluindo modificação de vírus para ampliar suas propriedades.




DNI Tulsi Gabbard


Hoje, estou divulgando inteligência nunca antes vista que revela novas evidências de financiamento passado do governo dos EUA para mais de 120 biolabs em mais de 30 países, incluindo a Ucrânia.

Em apoio à Ordem Executiva do Presidente Trump para encerrar o financiamento federal de pesquisas perigosas de ganho de função em todo o mundo, e aumentar a transparência e a responsabilização, o ODNI continuará trabalhando com parceiros em toda a Administração para identificar onde estão esses laboratórios, quais patógenos eles contêm e que tipo de “pesquisa” está sendo conduzida.



 MFA Russia


Leia o relatório completo de @mod_russia sobre a atividade militar-biológica dos EUA.

▪️ Evidências de pesquisa de patógenos perigosos na Ucrânia

▪️ Desenvolvimento de armas biológicas pelos EUA

▪️ Estabelecimento de biolaboratórios BSL-4 no exterior pelos EUA



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domingo, 29 de setembro de 2024

Rússia diz que mudanças em política nuclear são 'sinal para Ocidente' e comenta exercícios da OTAN


O Kremlin afirmou que as mudanças na doutrina de armas nucleares da Rússia delineadas pelo presidente Vladimir Putin devem ser consideradas "um sinal para os países ocidentais de que haverá consequências se eles participarem de ataques à Rússia"


© Sputnik

Putin afirmou na quarta-feira (27) que a Rússia poderia usar armas nucleares se fosse atingida por mísseis convencionais, e que Moscou consideraria qualquer ataque apoiado por uma potência nuclear um ataque conjunto.

O porta-voz presidencial Dmitry Peskov disse que ajustes em um documento chamado "Os Fundamentos da Política de Estado na Esfera da Dissuasão Nuclear" foram formulados. Questionado por repórteres se as mudanças eram um sinal para o Ocidente, Peskov disse: "Isso deve ser considerado um sinal definitivo."


"Este é um sinal que alerta esses países sobre as consequências caso participem de um ataque ao nosso país por vários meios, e não necessariamente nucleares", disse Peskov.

 

O mundo, continuou, foi testemunha de um "confronto sem precedentes" que, segundo o porta-voz, foi provocado pelo "envolvimento direto de países ocidentais, incluindo potências nucleares" no conflito da Ucrânia.

Peskov acrescentou que a decisão sobre publicar ou não os documentos nucleares seria tomada posteriormente.


O que está por trás da iniciativa
 de Vladimir Putin de mudar
 a doutrina nuclear da Rússia?

Nesta sexta-feira (27), o conselheiro do Kremlin para assuntos navais, Nikolai Patrushev, disse que os países da OTAN, tentando manter seu domínio global, estão modernizando sua infraestrutura militar e desenvolvendo cenários para combater a Rússia.


"A prossecução de uma política externa e interna independente da Rússia provoca oposição dos Estados Unidos e dos seus aliados no bloco da OTAN, que procuram manter o seu domínio no mundo, incluindo os oceanos", disse o conselheiro em uma reunião realizada na região de Kaliningrado.

 

De acordo com Patrushev, "os países da OTAN realizam regularmente exercícios militares, durante os quais são elaborados cenários para repelir um suposto ataque russo aos Países Bálticos".

A decisão de mudar a doutrina nuclear oficial da Rússia é a resposta do Kremlin às deliberações nos Estados Unidos e no Reino Unido sobre dar ou não permissão à Ucrânia para disparar mísseis ocidentais convencionais contra Moscou.


Em 2025, Rússia lançará projeto nacional que deve consolidar liderança russa na esfera nuclear, declara Putin



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Fonte: Sputnik Brasil


Liu Sivaya


A RÚSSIA SE FArTA E DEIXA OS EUA SEM OPÇÕES: OU RESPEITA (pela gentileza) OU VAI RESPEITAR (pela força)

Esta semana ocorreu na Rússia um dos acontecimentos mais importantes do mundo que, embora o Ocidente tente escondê-lo, mudou as coisas para sempre. De agora em diante, os EUA terão de pensar duas vezes antes de permitir certas coisas à Ucrânia.


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terça-feira, 27 de agosto de 2024

Defesa russa reassume controle de regiões alvo da ofensiva ucraniana em Kursk


Forças Armadas russas conquistaram novamente localidade de Krupets e libertaram província de Ivanovka, em Donetsk; Ucrânia perdeu mais de 2.600 militares e cerca de 400 veículos


Putin

As Forças Armadas da Rússia anunciaram, nesta quinta-feira (15/08), avanços em sua “operação antiterrorista” instalada para combater a ofensiva ucraniana na região de Kursk. Segundo o Ministério da Defesa de Moscou, o exército assumiu novamente o controle de Krupets, na região atacada por Kiev.

A pasta ainda detalhou que a aviação e a artilharia russas impediram o avanço das tropas ucranianas nas áreas fronteiriças, em Varvarovka, Safonovka, Sheptukhovka, Kauchukha, Alekseevsk e Matveeka.

ministério russo ainda atualizou o número de perdas do exército ucraniano, informando a baixa de até 2.640 militares, 394 veículos militares, quatro sistemas de mísseis antiaéreos, três lançadores múltiplos de foguetes e outros equipamentos.

“O exército continua repelindo a tentativa de invasão das Forças Armadas da Ucrânia. As ações das unidades do agrupamento de tropas Sever [Norte], com ataques aéreos e fogo de artilharia, permitiram repelir um ataque de grupos de assalto na direção de Kremyanoe”, indica o comunicado do ministério.

O Ministério da Defesa ainda informou que as Forças de Defesa libertaram a província de Ivanovka na República Popular de Donetsk, na região separatista de Donbass.


Ofensiva ucraniana em Kursk

O conflito entre Ucrânia e Rússia se acirrou em 6 de agosto quando o território russo de Kursk sofreu um ataque de 12 mil soldados do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

Segundo o general russo e comandante do regimento de forças especiais Akhmat, Apti Alaudinov, havia muitos estrangeiros entre as tropas ucranianas.

“Sabemos que o número de pessoas que entraram no território [da região de Kursk] é estimado em cerca de 12.000. Em relação à presença estrangeira, ouviu-se falar polonês, inglês, francês em toda parte”, disse Alaudinov ao canal Rossiya 1, acrescentando que “a maioria deles já foi destruída”.


Volodymyr Zelenskyy/X - Ataques contra Kursk foram defendidos por Zelensky com a afirmação de que a Rússia precisava “sentir” as consequências da guerra

As tropas ucranianas tinham como objetivo tomar instalações estratégicas na região de Kursk e em parte da região de Belgorod, explicou o general. A liderança da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) contava que as tropas ucranianas conseguiriam ocupar um território significativo junto com muitas instalações estratégicas para impor condições à Rússia, disse o general.

Os ataques foram defendidos pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky com a afirmação de que a Rússia precisava “sentir” as consequências da guerra. Por sua vez, o presidente russo, Vladimir Putin, acusou Kiev de lançar uma provocação em grande escala, e disse que as tropas ucranianas bombardearam regiões russas indiscriminadamente, disparando contra infraestruturas civis e ambulâncias.

Como resultado do bombardeamento ucraniano na região de Kursk, o ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko, declarou que 55 pessoas ficaram feridas, sendo 12 em estado grave.

Devido ao ataque ucraniano, um estado de emergência federal foi declarado na região fronteiriça de Belgorod, na Rússia, disse o Ministro de Emergências, Alexander Kurenkov.

“Proponho designar a situação de emergência na região de Belgorod como uma emergência federal e lançar uma resposta em nível federal”, disse ele em uma reunião de emergência da comissão governamental para prevenção e tratamento de emergências.

De acordo com Kurenkov, a situação na região de Kursk “continua complicada e tensa”. “Ataques terroristas realizados por unidades armadas ucranianas danificaram prédios residenciais e instalações de infraestrutura, causando fatalidades e baixas entre civis”, informou Kurenkov.

O ministro ainda declarou que foi organizado um trabalho para “fornecer assistência abrangente à população afetada”.

O estado de emergência federal facilita a tomada de decisões sobre a alocação de fundos federais para o pagamento de assistência financeira a moradores locais e atividades de financiamento destinadas a acomodar pessoas em centros temporários e fornecer-lhes necessidades básicas.

(*) Com Ansa, Brasil247, RT en español e Sputnik

Fonte: Opera Mundi


Current Report


Mapa das regiões da Ucrânia onde a Rússia ataca. Mais de 60 mísseis e 100 drones foram usados ​​pela Rússia no ataque à Ucrânia ao longo de duas horas.



 Zlatti71


Fuzileiros navais russos capturam militantes ucranianos na região de Kursk. As Forças Armadas Ucranianas estão gratas.



 Militares russos em motociclos seguem cercando cidade de Ugledar, na RPD Militares russos em motociclos rapidamente chegaram às trincheiras ucranianas, seguidos por tanques e blindados que os cobriam, mostra vídeo da Defesa russa. Tomando as posições, as tropas russas se aproximaram de uma das rotas logísticas da guarnição ucraniana na cidade russa de Ugledar.

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 Soldados russos mostram à Sputnik blindado sueco capturado na área de Chasov Yar, na República Popular de Donetsk Siga

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 RÚSSIA CAÇA MERCENÁRIOS DA OTAN EM KURSK


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segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Palestina aceita convite do BRICS


O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, aceitou o convite do presidente russo, Vladimir Putin, para participar na próxima cimeira do grupo BRICS


O chefe de Estado russo e presidente pro tempore dos BRICS, Vladimir Putin, convidou o seu homólogo palestino, Mahmoud Abbas, a participar na próxima cimeira do bloco que se realizará na cidade de Kazan. Foto: Sputnik

A informação foi confirmada pelo embaixador palestiniano em Moscovo, Abdel Hafiz Nofal, que destacou que o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, aceitou o convite para participar na cimeira dos BRICS que se realizará na cidade russa de Kazan.

Nofal destacou que ainda não está definido se a representação palestina será ocupada pelo próprio Abbas ou se o primeiro-ministro, Mohammad Mustafa, participará em seu lugar. Mas ele ressaltou a importância de a Palestina estar representada no evento , independentemente de quem comparecer em nome da ANP.


Publicado por @presidencialve


 O convite da Rússia à Palestina para participar na cimeira dos BRICS enquadra-se no contexto de uma relação de cooperação contínua entre os dois países.

Em 13 de agosto, Abbas reuniu-se com Putin durante a sua visita oficial a Moscou, onde ambos os líderes discutiram a situação no Médio Oriente, com especial atenção ao conflito israelo-palestiniano.

Paralelamente a este convite, os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países membros do BRICS emitiram uma declaração conjunta na qual expressaram o seu apoio à adesão da Palestina como membro de pleno direito das Nações Unidas (ONU).

Neste documento, foi reiterado o compromisso com a criação de um “Estado Palestino soberano, independente e viável, de acordo com as fronteiras internacionalmente reconhecidas de junho de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital”.

Além disso, expressaram “séria preocupação com a deterioração da situação no território palestino ocupado” e defenderam a entrega imediata de assistência humanitária à população civil na Faixa de Gaza.


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A posição dos BRICS também se centra na defesa da coexistência de dois Estados como solução para o conflito entre Israel e o Hamas, instando a comunidade internacional a apoiar um cessar-fogo imediato e a libertação incondicional dos reféns.

A declaração acima mencionada também destaca a preocupação com o “flagrante desrespeito pelo direito internacional” de Israel e pelas resoluções da ONU.

O convite a Abbas para participar na cimeira dos BRICS e o apoio do grupo à adesão da Palestina à ONU destacam o crescente interesse e apoio destes países à causa palestiniana num contexto de tensões crescentes no Oriente Médio.


Autor: teleSUR - NH

Fonte: Sputnik – RT – BRICS TV



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quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Rússia monitora cuidadosamente o desastre humanitário na Palestina, diz Putin a Abbas


A Rússia está monitorando a catástrofe humanitária que se desenrola na Palestina com dor e ansiedade, disse o presidente russo Vladimir Putin nesta terça-feira (13)


© Sputnik / Alexey Maishev / Acessar o banco de imagens

 

"É claro que estamos monitorando com grande dor e ansiedade a catástrofe humanitária que se desenrolou na Palestina. De nossa parte, estamos fazendo tudo para apoiar o povo palestino", disse Putin ao presidente palestino Mahmoud Abbas em conversas em Moscou.

 

Durante a reunião, o presidente palestino Mahmoud Abbas disse que as Nações Unidas falharam em sua missão de criar um Estado palestino.


"A ONU, por causa da pressão dos EUA, falhou em sua missão de dar uma solução, de aprovar uma resolução que tornaria real, garantisse a concretização do direito do povo palestino", enfatizou Abbas.

 

A Rússia é um "país amigo do povo palestino", e a Palestina conta com o apoio russo, acrescentou o presidente russo.

Abbas e Putin têm encontro
 marcado em Moscou para falar
sobre crise no Oriente Médio


Abbas acrescentou que rejeita as tentativas de transferência forçada de palestinos da Faixa de Gaza, da Cisjordânia e de Jerusalém.


"Contamos com apoio humanitário para os palestinos, [para pôr] um fim à política de expatriação. Não aceitaremos isso. Não aceitaremos a expatriação de palestinos da Faixa de Gaza, da Cisjordânia e de Jerusalém, como fizemos tantas vezes antes no século XX. Acreditamos que, com seu apoio, atingiremos nossos objetivos", disse ele.


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Fonte: Sputnik Brasil


Jackson Hinkle

O presidente palestino Abbas se encontra com o presidente Putin na Rússia.



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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Abbas e Putin têm encontro marcado em Moscou para falar sobre crise no Oriente Médio


O presidente palestino Mahmoud Abbas visitará a Rússia nesta segunda-feira (12), informou o embaixador palestino em Moscou, Abdel Hafiz Nofal, neste domingo (11)


© Sputnik / Sergey Guneev / Acessar o banco de imagens
 

A visita de Abbas à Rússia ocorre em um contexto em que Egito, Catar e Estados Unidos estão pedindo a Israel e ao movimento Hamas para retomar as discussões sobre um cessar-fogo na Faixa de Gaza.

Anteriormente, uma fonte diplomática disse à Sputnik que Abbas estaria na Rússia entre 12 a 14 de agosto, e que ele esperava se encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin, no dia 13 de agosto.

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Bogdanov, afirmou que a normalização da situação no Oriente Médio será um dos temas da reunião entre os mandatários.

Em entrevista à Sputnik na semana passada, o líder palestino destacou que planejava discutir o processo de paz para a Palestina durante sua visita. Falando sobre a situação na Faixa de Gaza, Abbas expressou a confiança de que o governo israelense não seria capaz de separar Gaza da Cisjordânia "por meios militares."


Palestina está pronta para
conversações com Israel em
 uma conferência de paz, diz Abbas


Em fevereiro, uma reunião entre movimentos palestinos foi realizada em Moscou. As partes discutiram a formação de um novo governo unificado, bem como o problema da "reestruturação" pós-conflito da Faixa de Gaza.

Quanto ao futuro do enclave, o chefe da Palestina afirmou que a Faixa de Gaza deve ser transferida para o controle das autoridades palestinas legítimas e também considerou inaceitáveis os planos israelenses para um controle temporário sobre o enclave.

Abbas também enfatizou que a Autoridade Nacional Palestina (ANP) nunca se recusou a negociar com Israel e lembrou que, há vários anos, ele havia concordado em uma reunião com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu com mediação russa.

Ele afirmou que a Palestina está pronta para negociações com Israel sobre o status final dentro do âmbito de uma conferência de paz.

Assembleia Geral da ONU, em 10 de maio, adotou uma resolução que amplia os direitos da Palestina no órgão mundial e recomenda que o Conselho de Segurança reconsidere positivamente a filiação do país à ONU. Ao todo, 143 países votaram a favor da resolução, nove foram contra e 25 se abstiveram.


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Fonte: Sputnik Brasil


Russia is not Enemy

O presidente Putin coloca um boné caído no chefe da guarda de honra durante visita à Palestina. Mais uma razão pela qual o odeiam tanto é seu humanismo. O maior presidente de todos os tempos.



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sexta-feira, 9 de agosto de 2024

Rússia reforça defesa em Kursk após ataque ucraniano; Kiev sofre baixa de 945 soldados e 102 veículos


Ministério da Defesa russo enviou tropas de reforço para região atacada por Kiev na última terça-feira (06/08), frustrando ocupação ucraniana e ataque de drones


Volodymyr Zelenskyy/X - Conflito entre Ucrânia e Rússia se acirrou desde quando território russo de Kursk sofreu ataque das tropas ucranianas

O Ministério da Defesa da Rússia informou nesta sexta-feira (09/08) os progressos táticos realizados por seu exército na região de Kursk, após a incursão ucraniana que obrigou Moscou a decretar estado de emergência na região.

Segundo o governo russo, as tropas foram reforçadas no distrito de Sudzha. A Defesa do país enviou tanques e outros equipamentos militares para a região dos combates, como sistemas múltiplos de lançadores de foguetes, canhões de artilharia e veículos pesados.

Outra reação da defesa russa foi um contra-ataque que fez as Forças Armadas ucranianas perderem até 945 soldados e 102 veículos blindados.



A pasta acrescentou que o exército continua a repelir as tentativas da Ucrânia de invadir a região, e que as operações de incursão estão sendo suprimidas, em especial nas localidades fronteiriças de Suzhanski e Korénevski – onde tropas russas expulsaram formações ucranianas.

“No último dia, através das ações ativas das unidades do grupo de tropas e das reservas que chegaram, os ataques aéreos e o fogo de artilharia frustraram as tentativas das unidades inimigas de penetrar profundamente no território russo na direção de Kursk ”, declarou o Ministério da Defesa russo.

Na última quarta-feira (07/08), o chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, reiterou a narrativa e afirmou que o avanço ucraniano em território russo havia sido interrompido.

A Rússia também acusou os ucranianos de lançarem ao menos 75 drones em diversas áreas de seu território nas últimas 24 horas. No entanto, conseguiu frustrar os ataques nas regiões de Belgorod, Lipetsk, Kursk, Bryansk, Voronezh, Oryol e Crimeia – onde sete drones marítimos também foram destruídos.

Em retaliação, os russos também enviaram aviões de combate para atacar reservas do exército ucraniano na região de Sumy, segundo a agência de notícias Tass.


Avanços ucranianos

No entanto, as forças ucranianas reivindicaram, também nesta sexta-feira, um ataque aéreo contra uma base militar na Rússia na região de Lipetsk, a mais de 300 quilômetros da fronteira entre os dois países.

Em comunicado, Kiev afirma que as investidas com drones tiveram como alvo a base militar russa, onde foram destruídos os depósitos que armazenavam bombas áreas guiadas, além de outras instalações.

A ofensiva também deixou ao menos nove feridos e ocasionou um grande incêndio no local. Segundo o governador de Lipetsk, Igor Artamonov, foram registrados prejuízos na infraestrutura energética da região. Além disso, quatro vilarejos locais foram evacuados como medida de prevenção.


Incursão ucraniana em Kursk

O conflito entre Ucrânia e Rússia se acirrou desde a última terça-feira (06/08), quando o território russo de Kursk sofreu um ataque das tropas do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

Os ataques foram defendidos por Zelensky com a afirmação de que a Rússia precisava “sentir” as consequências da guerra.

Por sua vez, o presidente russo, Vladimir Putin, acusou Kiev de lançar uma provocação em grande escala, e disse que as tropas ucranianas bombardearam regiões russas indiscriminadamente, disparando contra infraestruturas civis e ambulâncias.

Como resultado do bombardeamento ucraniano na região de Kursk, o ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko, declarou que 55 pessoas ficaram feridas e continuam hospitalizadas, sendo que 12 estão em estado grave

De acordo com o governador da região de Kursk, Alexey Smirnov, citado pela Tass “a situação operacional na região continua tensa e as autoridades locais organizaram um sistema de prestação de assistência aos reassentados forçados”.

Também segundo a Tass, devido às consequências humanitárias do bombardeio na região, o governo russo prepara um “apelo às organizações internacionais” para que o ataque na região de Kursk seja reconhecido como “ato terrorista”.

(*) Com Ansa, Brasil247 e RT en español

Por: Duda Blumer

Fonte: Opera Mundi


RT en Español

Ucrânia perde mais de 900 soldados na sua tentativa de incursão na Rússia

As perdas do regime de Kiev desde o início dos combates na sua tentativa de incursão na província russa de Kursk ascendem a mais de 900 soldados e mais de 100 veículos blindados.



 Sputnik Brasil

Caças-bombardeiros Su-34 russos eliminam pessoal e armamento das FAU em região fronteiriça de Kursk

O ataque foi realizado aos alvos com bombas aéreas com módulo de planagem e correção, que permite aplicar golpes precisos com remoção segura da linha de contato de combate.



 Canal Conocimiento Militar

Kiev REVELA O REAL OBJETIVO DE SUA OFENSIVA EM KURSK


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sexta-feira, 26 de julho de 2024

Bombardeiros russos e chineses realizam patrulhas conjuntas perto do Alasca (VÍDEO)


Os bombardeiros porta-mísseis estratégicos russos Tu-95MS e bombardeiros chineses conduziram patrulhas conjuntas sobre as águas dos mares de Chukotka e Bering, bem como sobre a parte norte do oceano Pacífico, disse o Ministério da Defesa russo nesta quinta-feira (25)


CC BY-SA 3.0 / Alex Beltyukov / Reabastecimento ar-ar do Tupolev Tu-95MS
 

"Um grupo aéreo composto por porta-mísseis estratégicos Tu-95MS da Força Aeroespacial russa e bombardeiros estratégicos Xian H-6K da Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China [ELP] realizou patrulhas aéreas sobre as águas dos mares de Chukotka e Bering e na parte norte do oceano Pacífico", afirmou o ministério em comunicado.

Durante o voo, as tripulações russas e chinesas praticaram interação de patrulhamento aéreo. As aeronaves russas Su-30SM e Su-35S forneceram cobertura aérea, acrescentou o Ministério da Defesa.


 

 "A duração do voo conjunto de aeronaves russas e chinesas foi de mais de cinco horas. Em determinadas etapas da rota, o grupo aéreo foi acompanhado por caças de países estrangeiros", diz o comunicado.

 

O ministério destacou que no desempenho das tarefas as aeronaves dos dois países agiram de acordo com as disposições do direito internacional e não houve violações do espaço aéreo. Após a conclusão das patrulhas conjuntas, todas as aeronaves envolvidas retornaram aos seus aeródromos de origem, concluiu o ministério.

Os bombardeiros estratégicos Tu-95MS fazem parte da aviação de longo alcance da Força Aeroespacial russa e são um componente da tríade nuclear da Rússia. Eles geralmente carregam armas como mísseis de cruzeiro de longo alcance Kh-55.


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Fonte: Sputnik Brasil


Shen Shiwei 诗伟


#China #Russia bombardeiros sobrevoando conjuntamente o Mar de Bering pela primeira vez em 25 de julho. É também a primeira vez que a Força Aérea Chinesa conduz uma missão de patrulha sobre o Mar de Bering. Parece que o estilo dos EUA de “liberdade de navegação e voo” receberá o favor retribuído.



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BOMBARDEIROS RUSSOS E CHINESES PATRULHAM O ALASCA


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