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quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Igreja Universal teria servido de lavagem de R$ 6 bi para QG da Propina


Templo de Salomão da Igreja Universal em São Paulo - Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

Ministério Público do Rio de Janeiro detectou uma movimentação atípica de quase R$ 6 bilhões, entre maio de 2018 e abril de 2019, na Igreja Universal


Jornal GGN  – O esquema de liberação de contratos na Prefeitura do Rio, o chamado “QG da Propina”, sob a gestão Crivella, também teve relações com um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro junto à Igreja Universal do Reino de Deus.

Além do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), o primo de Edir Macedo e ex-tesoureiro das campanhas eleitorais do prefeito, Mauro Macedo, e o ex-senador e bispo Eduardo Benedito Lopes (Republicanos) também foram acusados de integrar o esquema “QG da Propina”.

Macedo é conhecido por administrar negócios de empresas ligadas à Igreja Universal. Lopes, que foi suplente de Marcelo Crivella no Senado, por sua vez, chegou a ser acusado em 2018, durante campanha de reeleição ao Senado, de ter sido favorecido politicamente por abuso de poder religioso da Igreja Universal.

Entre as atuações de organização criminosa e corrupção passiva, a Igreja Universal do Reino de Deus teria sido usada para lavagem de dinheiro. Os investigadores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) detectaram uma movimentação atípica de quase R$ 6 bilhões, entre maio de 2018 e abril de 2019, na Igreja.

Segundo os promotores, a movimentação financeira “anormal” seria, na prática, a ocultação de renda de integrantes do esquema de propinas junto à Prefeitura, por meio da Igreja.


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domingo, 16 de agosto de 2020

Flávio Bolsonaro e a esposa, Fernanda, omitiram R$ 350 mil da Receita na compra de loja da Kopenhagen


Flávio Bolsonaro com a esposa, Fernanda, e com Queiroz, na loja da Kopenhagen (Montagem)

Promotores acreditam ainda que contas da loja, como a taxa de franquia no valor de R$ 45 mil, eram pagas em dinheiro vivo desviado pelo esquema de rachadinha do filho de Jair Bolsonaro na Alerj


Investigação do Ministério Públido do Rio de Janeiro (MP-RJ) revela que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e a esposa, Fernanda, omitiram R$ 350 mil de suas declarações de imposto de renda quando comprou, em sociedade com Alexandre Santini, uma franquia da loja de chocolates Kopenhagen.

Segundo reportagem de Juliana Dal Piva e Juliana Castro, na edição deste domingo (16) do jornal O Globo, o MP afirma que o valor total da loja era de R$ 800 mil, cabendo a cada um dos sócios desembolsar a metade do valor. No caso de Flávio e Fernanda, as declarações mostram apenas o pagamento do sinal, no valor de R$ 50 mil, ao antigo dono, Cristiano Correia Souza e Silva.

Mesmo sem ser sócia da empresa, Fernanda fez uma transferência eletrônica para a C2S no valor de R$ 350 mil, no dia 2 de fevereiro de 2015, e quitou o que seria a parte de Flávio na aquisição da loja. No entanto, este pagamento não foi declarado por ela à Receita Federal.

Os promotores acreditam ainda que contas da loja, como a taxa de franquia no valor de R$ 45 mil, eram pagas em dinheiro vivo desviado pelo esquema de rachadinha do filho de Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que era comandando por Fabrício Queiroz.
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Esquema QUEIROZ pagou prestação de cobertura de Flávio BOLSONARO


Transmitido em 17 de jul. de 2020

Esta edição do Fórum Onze e Meia fala sobre o depósito em dinheiro de Fabrício Queiroz na conta da esposa do senador Flavio Bolsonaro, que mostra como o ex-assessor arcava com despesas pessoais do filho do presidente. O programa ainda comenta a entrevista do general Eduardo Pazuello à Veja onde nega militarização do Ministério da Saúde e a fala de Bolsonaro sobre não saber como diminuir o número de mortos na pandemia, que já passam de 76 mil. Com comentários dos jornalistas Carla Vilhena e Renato Rovai e da urbanista Nilce Aravecchia. Apresentação de Dri Delorenzo.


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