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quinta-feira, 4 de junho de 2026

ONU acusa Israel de estupro e abuso sexual sistemático contra palestinos em prisões


Relatório documenta 31 casos verificados em 2025, incluindo crianças; vítimas sofreram 'sangramento retal grave' sem tratamento médico


Palestinos são vítimas de violência sexual durante prisões e interrogatórios, segundo um relatório das Nações Unidas. Foto: Wafa

 

As Nações Unidas (ONU) acusaram o regime de Israel de praticar estupro e abuso sexual contra palestinos em prisões. Em um relatório referente ao ano de 2025, o órgão alertou que “os casos comprovados devem ser entendidos como indicativos de um padrão mais amplo que se estende por longos períodos”.

“As violações consistiram em estupro, incluindo o uso de objetos, estupro coletivo, tentativa de estupro, violência física contra os genitais, casos de disparos direcionados aos genitais, contato com seios e genitais, revistas íntimas e em cavidades corporais realizadas sem justificativa aparente de segurança, nudez forçada e ameaças de estupro”, destaca o documento.

O texto indica que os padrões de violência sexual contra palestinos detidos em Israel e no território palestino ocupado continuaram durante 2025 e detalha que 31 casos foram verificados, incluindo 14 homens, sete mulheres, nove meninos e uma menina de Gaza e da Cisjordânia ocupada, vítimas de violência sexual relacionada ao conflito, enquanto outros 18 datam de 2023 e 2024.

Esses abusos ocorreram principalmente durante prisões e interrogatórios em diferentes locais, como o campo militar de Sde Teiman e o centro de detenção de Etzion, bem como em prisões como Megido, Ofer, Ramla, Hasharon, Shatta, Nafha e Damon, e na delegacia de polícia de Gush Etzion. Por outro lado, abusos cometidos em postos de controle militar e durante incursões militares israelenses no território palestino ocupado também foram documentados, sendo que jornalistas e defensores dos direitos humanos estavam entre as vítimas.

Os crimes foram cometidos por membros das Forças Armadas e dos serviços de segurança israelenses, incluindo o exército, o serviço penitenciário e unidades especiais da polícia, detalhou o relatório.

A maioria desses casos envolveu múltiplas formas de violência sexual simultaneamente, enquanto alguns abusos foram fotografados ou gravados em vídeo, incluindo um caso de estupro.

O relatório denunciou que a violência sexual contra detidos palestinos envolvia principalmente ameaças de estupro, nudez forçada, toques indesejados e buscas degradantes sem justificativa.

No caso de homens e meninos, eles foram submetidos a estupro ou tentativa de estupro, incluindo cinco homens que sofreram “sangramento retal grave ou inchaço por vários dias ou semanas e, em alguns casos, sem receber tratamento médico”, alertou o documento.

Com relação às vítimas, o relatório observou que elas enfrentaram obstáculos para denunciar os abusos, incluindo ameaças diretas de colonos israelenses para impedir que as detidas falassem sobre os estupros que sofreram.

Em outras ocasiões, as forças de segurança israelenses torturaram palestinos em postos de controle e durante operações militares na Cisjordânia ocupada.

A ONU denunciou a impunidade sistêmica do governo israelense diante das constantes violações dos direitos humanos e dos casos documentados de violência sexual cometidos contra cidadãos palestinos.

O relatório destaca o caso de cinco soldados da Unidade 100, acusados em fevereiro de 2025 por uma agressão no acampamento de Teiman. Apesar das provas médicas e das imagens de vídeo apresentadas, a promotoria omitiu as acusações de agressão sexual e retirou todas as acusações em março de 2026, uma decisão que, segundo a organização, colocará ainda mais em risco a proteção das vítimas.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, adicionou as forças de ocupação israelenses à lista da ONU de “partes credíveis suspeitas de cometerem padrões de estupro e outras formas de violência sexual relacionadas a conflitos” e instou o governo israelense a “cessar imediatamente todos os atos de violência sexual” e a implementar reformas para prevenir futuros abusos.

Guterres criticou Tel Aviv por impedir o acesso de investigadores ao país e por não fornecer informações sobre o cumprimento da Resolução 2467. Por isso, o diplomata instou o governo a facilitar auditorias independentes para processar esses crimes.

A este respeito, o governo israelense alega, sem provas, que membros do Hamas perpetraram estupros em massa contra mulheres israelenses durante os atos de 7 de outubro de 2023. O novo relatório da ONU refutou a existência de dados oficiais, confirmando que não recebeu nenhuma informação de Tel Aviv a respeito de acusações de violência sexual envolvendo palestinos detidos por sua suposta participação nesses eventos.

Em outro contexto, um documentário de uma hora de duração, exibido esta semana na televisão israelense, revelou que moradores do assentamento de Gush Etzion, localizado ao sul de Jerusalém, confessaram que vários líderes religiosos judeus estupraram coletivamente menores da região durante décadas.

O relatório, intitulado “Chega de negação: Gush Etzion admite abuso ritual”, revelou que esses abusos foram cometidos sob o pretexto de ritos religiosos. Além disso, os abusos foram filmados pelos envolvidos com o objetivo de produzir material de exploração sexual infantil.

Além das denúncias de violência sexual, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) informou nesta sexta-feira que as forças de ocupação israelenses mantêm mais de 9.000 palestinos detidos.

Do número total de detidos, a organização internacional detalhou que pelo menos 4.000 cidadãos permanecem sob o regime de detenção administrativa, um procedimento que os priva de um julgamento e de acusações formais.

A instituição especificou que, devido ao acordo de cessar-fogo estabelecido na Faixa de Gaza, as autoridades israelenses libertaram apenas 1.968 palestinos que estavam sob sua custódia.

Fonte: Opera Mundi (*) com teleSUR


Leia Mais:



Middle East Eye


Membro da flotilha detalha agressão sexual sofrida em detenção israelense.

Em entrevista à Double Down News, a cineasta australiana Juliet Lamont, que participou da mais recente ação da Flotilha Global Sumud, descreveu os abusos, a violência e o assédio sexual que ela e outros ativistas sofreram durante a prisão pelas forças israelenses em águas internacionais.

Lamont descreveu ter sido estuprada por soldados israelenses, apalpada por oficiais femininas e brutalmente espancada, algemada e insultada durante toda a detenção.

Na entrevista completa, ela detalhou passo a passo como as forças israelenses interceptaram ilegalmente os barcos, começaram a reunir os participantes da Flotilha "como sardinhas" e os jogaram em um navio-prisão onde foram submetidos a todos os tipos de tortura.




FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil


"Quero matar alguém hoje e pode ser você": Ativista de Flotilha para Gaza revela ter sido est*prada por soldados israelenses.

Juliet Lamont, documentarista e ativista australiana, revela ter sido est*prada por soldados israelenses durante sequestro ilegal de flotilha levando ajuda humanitária para Gaza.



OBS:

 


Nos termos do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, o Gabinete do Procurador (“OTP”) pode analisar informações sobre alegados crimes da jurisdição do Tribunal Penal Internacional (crimes de guerra, crimes contra a humanidade, genocídio e agressão), que lhe sejam submetidos. de qualquer fonte. Isto pode ocorrer durante exames preliminares, bem como no contexto de situações sob investigação. O formulário abaixo pode ser usado para enviar tais informações, também conhecidas como “comunicações”, ao #OTP de forma anônima ou nomeada. Gostaria de agradecer-lhe por dedicar seu tempo para enviar informações ao Ministério Público.

 

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quarta-feira, 27 de maio de 2026

‘Testemunhamos a existência de uma subumanidade’, diz ativista brasileira sequestrada por Israel


Beatriz Moreira era uma das quatro brasileiras que estavam na flotilha interceptada por Tel Aviv


Global Sumud Flotilha busca abrir corredor humanitário em Gaza | Crédito: Divulgação

Uma das brasileiras que estava em uma flotilha que levava ajuda humanitária para Gaza e foi sequestrada por Israel relata ter sofrido tortura, violência psicológica e muitas humilhações. Beatriz Moreira e outros três brasileiros, sendo duas mulheres e um homem, foram libertados na quinta-feira (21) e chegaram ao Brasil no sábado (24).

Em entrevista nos estúdios da Rádio Brasil de Fato, no Conexão BdF desta terça-feira (21), Beatriz Moreira, atuante no Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e ativista da Global Sumud Flotilha, conta que o grupo ficou sob cárcere quatro dias inteiros, sendo mais de dois dias nos chamados “navios prisões”. “Em seguida, fomos mantidos em cárcere nos calabouços de Israel. As violações começaram ali naqueles navios prisões, porque não existiam condições básicas de vida, era uma situação muito precária de saúde. A gente não tinha acesso à água corrente para lavar as mãos, a gente não tinha acesso ao sabão. Para ter água a gente precisava fazer motim. Enfim, uma série de situações que a gente sabe que não é nem 1% do que vive cada pessoa palestina, mas nós podemos ser testemunhas do que é essa própria concepção de existir uma subumanidade. Infelizmente, nós que vamos nessa missão que é humanitária vemos humanidade em todos, mas não somos recebidos da mesma forma”, relata.

Segundo ela, as piores violações aconteceram quando os navios já estavam atracados em Ashdod. “Passamos por uma situação muito grave. Os casos de estupro que foram documentados, os casos de violência muito graves, de ossos quebrados, foram naquele momento, e foi porque Itamar Ben-gvir estava lá. Então, ele precisava que nós fôssemos utilizados como exemplo, para inclusive desestimular a solidariedade internacional, não digo nem somente no sentido da flotilha. Ele queria passar uma mensagem”, afirma.

Moreira conta que saiu com um grupo de Barcelona no dia 14 de abril, com cerca de 30 embarcações compondo a flotilha. Até o dia 30 de abril, quando houve a primeira interceptação ilegal das forças de Israel, muitos outros ativistas de diversas nacionalidades foram se somando ao grupo de ajuda humanitária, que, àquela altura, já era composto por 50 navios.

“Já naquele primeiro momento, a gente percebe que o objetivo era fazer dessa flotilha um exemplo. Então, você percebe o deslocamento das forças de ocupação israelense, a marinha israelense navegando da costa de Israel para águas internacionais entre Itália e Grécia para ali já buscar pessoas. Então você percebe a primeira violação do direito internacional, inclusive direito consuetudinário marítimo. Então essa foi a primeira interceptação naquele processo. Teve todo um reagrupamento, uma reorganização, inclusive com as organizações da própria Palestina que ajudam a construir esse processo de como se reorganizar”, relata.

A ativista destaca a importância do engajamento de movimentos populares de diversos setores na causa palestina que transcende qualquer visão de mundo ou política e trata de uma luta por humanidade e em defesa de um povo que tem o direito de viver.

“A gente atendeu a um chamado histórico de nos somar a luta de um povo que já vive há mais de sete décadas sob um colonialismo cruel com objetivo claro de promover a limpeza étnica no território. Então, desde que o genocídio se intensificou, o movimento se colocou nessa tarefa e por isso estivemos representados nessa que foi a maior missão humanitária com caráter político de romper o cerco da história”, afirma.


Para ouvir e assistir


O jornal Conexão BdF vai ao ar em duas edições, de segunda a sexta-feira: a primeira às 12h e a segunda às 17h, na Rádio Brasil de Fato, 98.9 FM na Grande São Paulo, com transmissão simultânea também pelo YouTube do Brasil de Fato.

Editado por: Thaís Ferraz

Fonte: Brasil de Fato


Global Sumud Flotilla

Arribada dels participants de la GSF 2026 | Barcelona




Leia Mais:





FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil


Ministro israelense Itamar Ben-Gvir publica vídeo torturando ativistas de Flotilha para Gaza sequestrados por "israel".

Há quatro brasileiros entre os mais de 400 ativistas internacionais sequestrados pelos israelenses.

No vídeo, o ministro da "segurança nacional" israelense se gaba do sequestro e tortura dos ativistas e pede a Netanyahu que os deixe sob sua custódia "por muito, muito tempo".



 TRT World


Um participante na Flotilha Global Sumud mostrou suas costas e braço cobertos de hematomas após chegar a Istambul na quinta-feira.

Adrien Jouan disse que suas costelas estavam doloridas e que outros, particularmente europeus não brancos, foram espancados de forma mais severa.



 Pablo Fernández


Os genocidas do ente sionista de Israel sequestraram e torturaram os ativistas da flotilha. Deram-lhes chutes, socos, quebraram-lhes costelas e causaram traumatismos graves.

É lamentável que a Espanha não rompa relações com esses míseros assassinos.



 Ione Belarra


Alicia Armesto e outras ativistas da Global Sumud Land estão retidas na Líbia pelas autoridades quando tentavam levar ajuda humanitária a Gaza. Exigimos sua libertação imediata!



OBS:



Nos termos do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, o Gabinete do Procurador (“OTP”) pode analisar informações sobre alegados crimes da jurisdição do Tribunal Penal Internacional (crimes de guerra, crimes contra a humanidade, genocídio e agressão), que lhe sejam submetidos. de qualquer fonte. Isto pode ocorrer durante exames preliminares, bem como no contexto de situações sob investigação. O formulário abaixo pode ser usado para enviar tais informações, também conhecidas como “comunicações”, ao #OTP de forma anônima ou nomeada. Gostaria de agradecer-lhe por dedicar seu tempo para enviar informações ao Ministério Público.


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quarta-feira, 7 de agosto de 2024

Gaza recebe 80 corpos palestinos não identificados de Israel: Autoridades


“Recebemos 80 corpos em 15 sacos, com mais de quatro mártires em cada saco”, relatou o diretor da Defesa Civil de Gaza


Foto: Salwa Karaz, uma mulher deslocada da Cidade de Gaza, no norte, disse que foi ao cemitério na esperança de encontrar o seu filho Marwan, 32 anos, que desapareceu em Janeiro. Foto de : AA
 

A Agência de Defesa Civil em Gaza informou que recebeu 80 corpos de palestinos não identificados de Israel.

“Recebemos 80 corpos em 15 sacos, com mais de quatro mártires em cada um”, anunciou esta segunda-feira o diretor da Defesa Civil, Yamen Abu Suleiman.

As autoridades israelitas não forneceram qualquer informação sobre os corpos, nem os seus nomes nem onde foram encontrados, explicou Abu Suleiman.

“Não sabemos se são mártires (mortos em Gaza) ou prisioneiros nas prisões (de Israel)”, acrescentou.

Num vídeo publicado pelo Ministério da Saúde de Gaza, homens com fatos de proteção química são vistos a inspecionar os corpos, que estão embrulhados em lençóis de plástico azuis, antes de os descarregarem do contentor em que chegaram.

As imagens mostram então os corpos sendo organizados em fila para serem enterrados em uma vala comum escavada no solo.

Os corpos foram posteriormente colocados no cemitério turco perto de Khan Younis, a principal cidade do sul de Gaza, relataram jornalistas.


“O sofrimento das famílias”

Salwa Karaz, uma mulher deslocada da cidade de Gaza, no norte de Gaza, disse que foi ao cemitério turco na esperança de encontrar o seu filho Marwan, de 32 anos, que desapareceu em Janeiro.

Marwan deixou um filho de apenas oito meses.

“Quando soubemos que os israelenses haviam entregado 80 corpos, saímos para procurá-lo na esperança de encontrá-lo entre eles”, explicou a mulher de 59 anos.

“Até agora não ouvimos nada”, lamentou.

“Vamos tentar identificá-lo pelas roupas. “Ele vestia calça marrom, camisa azul marinho, jaqueta preta e botas bege”, acrescentou.

A última vez que o viu, ele tinha saído de bicicleta do seu abrigo em Deir al Balah, no centro de Gaza.

Num comunicado divulgado na segunda-feira, o Hamas afirmou que a entrega de corpos não identificados por Israel “exacerba o sofrimento das famílias dos mártires e dos desaparecidos, que procuram saber o destino dos seus filhos raptados e enterrar os seus mártires de uma forma segura e digna”.


“Rede de campos de tortura”

A organização israelense de direitos humanos B'Tselem descreveu as prisões do país como uma “rede de campos de tortura”. Ele também denunciou uma política sistemática de tratamento desumano e degradante para com os palestinos detidos nessas prisões.

B'Tselem afirmou ter recolhido testemunhos de 55 detidos para o seu relatório, confirmando os maus-tratos que receberam durante a sua detenção.

“Os testemunhos indicam claramente uma política institucional sistemática focada no abuso e tortura contínuos de todos os prisioneiros palestinos detidos por Israel”, disse ele.

“Ao longo dos anos, Israel prendeu centenas de milhares de palestinos nos seus centros de detenção, que sempre serviram, acima de tudo, como uma ferramenta para oprimir e controlar a população palestina”, disse B’Tselem.

O grupo de direitos humanos listou vários atos cometidos por guardas prisionais israelenses, incluindo “violência arbitrária, agressão sexual, humilhação e degradação, fome deliberada, privação de sono... e a negação de tratamento médico adequado”.

“Essas descrições aparecem repetidas vezes em testemunhos (palestinos) com detalhes horríveis e com semelhanças assustadoras”, acrescentou.

Um detido palestiniano contou à B'Tselem a sua experiência de detenção. “Fiquei numa cela de 1,5 metro quadrado sem banheiro por mais de três meses. "A luz estava acesa 24 horas por dia, 7 dias por semana."

Pelo menos 60 pessoas morreram devido a tratamento desumano e degradante nas prisões israelenses, segundo o relatório.

O relatório concluiu instando a comunidade internacional a “fazer tudo o que estiver ao seu alcance para pôr fim imediatamente às crueldades infligidas aos palestinos pelo sistema prisional de Israel”.


O genocídio continua

Israel é acusado de genocídio perante o Tribunal Internacional de Justiça pela sua ofensiva brutal contra Gaza desde o ataque de 7 de Outubro pelo Hamas.

Desde então, mais de 39.600 palestinos foram mortos, a maioria mulheres e crianças, e mais de 91 mil ficaram feridos, segundo as autoridades de saúde locais.

Quase 10 meses após o início da guerra israelita, vastas áreas de Gaza estão em ruínas no meio de um bloqueio paralisante de alimentos, água potável e medicamentos.

FONTE: TRT Español e agências


Gaza Notifications

Os corpos de 89 palestinos, que Israel confiscou após matá-los e devolveu ontem, foram enterrados no cemitério turco em Khan Younis.

Eles devolveram os corpos de 89 palestinos em sacos com inscrições em hebraico.

Os corpos de 13 palestinos com ossos fragmentados foram entregues em um saco.

As identidades dos 89 palestinos não podem ser determinadas devido à falta de equipamento de identificação.

Pai de um mártir palestino: "Eles colocam cada cinco corpos em um saco. Embora tenhamos enterrado nosso filho em dezembro, depois que a área foi invadida, as forças israelenses roubaram seu corpo. Não sei se o corpo do meu filho foi entregue ou não. Agora tenho que procurá-lo novamente."

Hani Mahmoud: "A menos que haja um teste de DNA, que não está disponível neste momento na Faixa de Gaza, nenhum desses corpos será identificado

Médico do hospital Nassrt: "É de partir o coração para as famílias de Gaza verem seus entes queridos sendo amontoados em sacos plásticos azuis com inscrições em hebraico."



 Mick Wallace

O regime israelense não tem respeito pela humanidade - E ainda assim os EUA e a UE os apoiam...



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segunda-feira, 27 de maio de 2024

'Crianças queimadas vivas': número de mortos no ataque de Israel na zona segura de Rafah sobe para 50


O número de mortos nos ataques aéreos do regime israelita contra uma zona segura designada para pessoas deslocadas na cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, aumentou para pelo menos 50 pessoas


Rafah

A ActionAid UK, filial britânica de uma organização internacional de ajuda humanitária, relatou as mortes no domingo.

No início do dia, aviões de guerra israelenses dispararam oito mísseis contra abrigos improvisados ​​que abrigavam pessoas deslocadas internamente no noroeste da cidade.

“Esses abrigos deveriam ser refúgios seguros para civis inocentes, mas tornaram-se alvos de violência brutal”, disse a organização.

“Crianças, mulheres e homens estão a ser queimados vivos sob as suas tendas e abrigos”, observou, alertando que o número de vítimas mortais pode aumentar.

Reagindo ao massacre, o movimento de resistência palestiniano Hamas qualificou-o como uma “afronta flagrante” a uma decisão recente do Tribunal Internacional de Justiça , que ordenou ao regime israelita que suspendesse “imediatamente” a sua ofensiva contra Rafah.

O movimento apelou a todas as partes, especialmente ao Egito, para pressionarem o regime a pôr fim à ocupação da passagem de Rafah, na cidade, que faz fronteira com o país e serve como principal ponto de entrada de abastecimentos vitais para Gaza.

O Hamas também instou a comunidade internacional, as Nações Unidas e todas as partes interessadas a lutarem para apoiar a nação palestiniana face ao massacre israelita, que tem procurado provocar o êxodo em massa do povo palestiniano e destruir a sua causa nacional de últimos sete meses.

Referia-se a uma guerra genocida ocorrida em Outubro que o regime tem travado contra Gaza em resposta a uma operação de retaliação levada a cabo pelos movimentos de resistência do território.

Até agora, a guerra custou a vida a cerca de 36 mil palestinianos, na sua maioria mulheres e crianças, em Gaza.

O Hamas finalmente apelou aos povos muçulmanos e árabes do mundo para intensificarem o seu ativismo anti-Israel face ao genocídio.

O massacre israelita em Rafah também foi seguido por manifestações de protesto em massa em toda a Cisjordânia, incluindo na cidade de Ramallah e na cidade de Anabta, que está localizada a leste da cidade de Tulkarm, na parte norte do território ocupado.

O Hospital dos Emirados em Rafah também condenou os ataques israelenses a Rafah como “um massacre hediondo”.

Manifestações semelhantes também eclodiram noutros locais da região, incluindo no campo de refugiados palestinianos de Baqa'a, na Jordânia, e em frente ao consulado israelita em Istambul.

No Iraque, pessoas enfurecidas invadiram a filial do KFC na capital Bagdá, causando danos ao restaurante em protesto contra o apoio contínuo dos Estados Unidos à guerra do regime israelense em Gaza.


Israel ataca um acampamento para pessoas deslocadas em uma zona segura designada em Rafah, matando cerca de 50 palestinos.

Fonte: Press TV


Al Jazeera English

 Pessoas foram mortas num ataque israelita a tendas que albergavam deslocados em Rafah.

Muitos dos mortos e feridos são mulheres e crianças.

A área onde isto aconteceu é conhecida como Tal as-Sultan, um campo de refugiados superlotado no noroeste de Rafah.

Fica perto de um edifício usado pela UNRWA, a Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos.

Milhares de palestinianos têm-se abrigado ali, depois de fugirem dos ataques israelitas noutras áreas da Faixa.



UNRWA

As informações provenientes de #Rafah sobre novos ataques a famílias que procuram abrigo são horríveis. Há relatos de causalidades em massa, incluindo crianças e mulheres entre os mortos. Gaza é o inferno na terra. As imagens da noite passada são mais uma prova disso.


 

 Ione Belarra


Isto é terrível e mostra a crueldade do Estado terrorista de Israel. E isso acontece após a ordem do Tribunal Internacional de Justiça para impedi-lo. A inação do governo face a estas atrocidades irá sempre assombrar-nos porque não parar o genocídio torna-nos participantes.



 FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil

Os horrores testemunhados pela humanidade hoje, em Rafah, extremidade sul de Gaza, um sexto de seu minúsculo território, onde se acumulam mais de 2 milhões de palestinos em tendas, devido a mais ataques indiscriminados de "israel", com dezenas de carbonizados, quase todos crianças e mulheres, são desafio à raça humana maior que foi o nazismo. Se é assim, "israel" e o sionismo, ideologia supremacista idêntica ao nazismo e demais supremacismos coloniais, devem ser parados pela força das armas, como foi parada a Alemanha nazista.

Já são, considerando desaparecidos sob os escombros, mais de 46 mil civis palestinos exterminados em 233 dias, mais de 2% da população de Gaza. Seriam mais de 4 milhões no Brasil e mais de 15 milhões na Europa, no espaço da segunda guerra mundial. As crianças assassinadas já passam de 20 mil, 45% do total de assassinos. São mais de 9 mil por milhão, superando as 2.800 por milhão mortas no período nazista, em 6 anos. As mulheres assassinadas já passam de 11 mil, 25% do total de exterminados, com pelo mil mortas grávidas. São as maiores matanças de crianças e mulheres da história!

A destruição de Gaza já passa dos 80%, superando a das cidades mais arrasadas na segunda Guerra Mundial. Detalhe: em Gaza em 233 dias, contra 6 anos no período nazista.

Todos os lugares definos por "israel" como seguros foram atacados e milhares dos que neles estavam abrigados perderam suas vidas. "israel" perseguiu os palestinos em todos os seus abrigos para assassiná-los em massa.

Os assassinatos de médicos, jornalistas, funcionários da ONU, da defesa civil e de ONGs humanitárias não têm paralelo na história das guerras e dos genocídios.

Os feridos já se aproximam de 90 mil, quase todos graves e mutilados, padecendo para morrer porque todos os hospitais foram destruídos e não há medicamentos, água ou comida. A fome já foi tornada arma de guerra e mata centenas, especialmente crianças e mulheres, além dos doentes e anciãos.

A ordem para parar o genocídio emitida pela Corte Internacional de Justiça em 26 de janeiro ainda não foi obedecida, tal qual a de cessar-fogo do Conselho de Segurança da ONU. Desde estas ordens, mais de 20 mil palestinos foram exterminados.

O mundo declarou guerra à Alemanha nazista ainda em 1939, quando a máquina nazista fizera muito menos do que "israel" promove desde 7 de outubro na Palestina. O mundo não pode seguir assistindo calado ao maior genocídio da história.

Passou da hora da humanidade frear a máquina genocida de "israel", que é pior que a nazista também por ser nuclear, isto é, ameaçar o fim da existência humana.

"israel" e seu genocídio só serão parados pela humanidade pegando em armas. Foi assim que o nazismo foi parado; será assim com o regime supremacista e genocida de "israel".

Clamamos ao Brasil e ao mundo que parem o extermínio do povo palestino. Que seja construída uma força internacional de paz, com força bélica suficiente para colocar freio à máquina assassina de "israel". Para impor imediato cessar-fogo. Para encarcerar todos os implicados no genocídio palestino.

Precisa ser agora, antes que seja tarde demais, com "israel" tendo alcançado seu único objetivo, perseguido pelo sionismo desde 1897, quando do 1° Congresso Sionista, e desde dezembro de 1947, quando fascistas sionistas armados iniciam a limpeza étnica da Palestina, a maior da história.

Basta! A humanidade precisa parar "israel" como parou o nazismo: pelas armas

Palestina Livre do genocídio e do apartheid a partir do Brasil, 26 de maio de 2024, 77° ano da Nakba.



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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

O Promotor Karim A. A. Khan KC do Tribunal Penal Internacional afirma que está profundamente preocupado com o bombardeamento de Rafah por Israel


O Promotor Karim A. A. Khan KC do Tribunal Penal Internacional, descreveu em postagem na plataforma social X, que está profundamente preocupado com o bombardeamento de Rafah por Israel, que seu gabinete está investigando supostos crimes de guerra na Palestina ocupada, e todos envolvidos que violem a lei internacional, serão responsabilizados no tribunal penal internacional conforme o Estatuto de Roma


]
Karim A. A. Khan KC

Leia a íntegra:


Estou profundamente preocupado com o alegado bombardeamento e a potencial incursão terrestre das forças israelitas em Rafah.

O meu Gabinete tem uma investigação contínua e ativa sobre a situação no Estado da Palestina. Isto está a ser levado avante com a maior urgência, com vista a levar a tribunal os responsáveis ​​pelos crimes do Estatuto de Roma.

Todas as guerras têm regras e as leis aplicáveis ​​aos conflitos armados não podem ser interpretadas de modo a torná-las vazias ou desprovidas de significado. Esta tem sido a minha mensagem consistente, inclusive de Ramallah no ano passado. Desde então, não vi nenhuma mudança perceptível na conduta de Israel. Como enfatizei repetidamente, aqueles que não cumprem a lei não devem reclamar mais tarde, quando o meu Gabinete tomar medidas em conformidade com o seu mandato.

A todos os envolvidos: meu Escritório está investigando ativamente quaisquer crimes supostamente cometidos. Aqueles que violarem a lei serão responsabilizados.

Também continuo a apelar à libertação imediata de todos os reféns. Isso também representa um foco importante de nossas investigações.




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sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

África do Sul abre processo contra Israel perante tribunal da ONU sobre situação em Gaza


A África do Sul entrou com uma ação contra Israel por genocídio, nesta sexta-feira (29), perante o Tribunal Internacional de Justiça de Haia, principal órgão judicial da Organização das Nações Unidas (ONU), devido à situação na Faixa de Gaza.



 De acordo com o tribunal a ação alega uma série de "violações por parte de Israel das suas obrigações em relação à Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de genocídio contra os palestinos na Faixa de Gaza".

A ação judicial do país sul-africano afirma ainda que as ações e omissões de Israel constituem um “genocídio, pois são cometidas com a intenção específica de eliminar os palestinos da Faixa de Gaza” e pede que o tribunal exija que Israel cumpra os seus compromissos.


"O demandante pede ao Tribunal que ordene medidas provisórias para proteger de futuros danos graves e irreparáveis ​​os direitos do povo palestino sob a Convenção do Genocídio", destaca a nota.


Crianças em Gaza são submetidas a amputações 

sem anestesia devido à escassez de recursos


De 24 de novembro a 1º de dezembro, durante uma trégua humanitária acordada entre Israel e Hamas, 80 reféns israelenses que estavam sob o poder do Hamas, na sua maioria mulheres e crianças, foram trocados por 240 prisioneiros palestinos. Também foram libertados 30 estrangeiros, a maioria tailandeses que viviam em Israel. Cerca de 130 reféns ainda estão sendo mantidos em cativeiro em Gaza.

Com o fim da trégua, em 1º de dezembro, as operações de guerra foram retomadas e o fluxo de ajuda humanitária que chegava ao sul do enclave palestino proveniente do Egito foi reduzido a um quinto do que Gaza recebia antes da guerra, segundo a ONU.

O enclave passa por uma crise humanitária muito grave, na qual dezenas de milhares de pessoas se encontram sem água potável e acesso à comida. Cerca de 85% da população de Gaza, 2,3 milhões de pessoas, tiveram de fugir de casa por culpa da guerra.

As autoridades palestinas estimam que até o momento o conflito deixou mais de 21,3 mil mortos e mais de 55,2 mil feridos na região, desde o início do conflito, em 7 de outubro, quando o grupo palestino Hamas fez um ataque surpresa contra Israel causando a morte de quase 1,2 mil pessoas e deixando cerca de 5,5 mil feridos e capturando cerca de 240 reféns.

Em resposta, Israel declarou guerra ao Hamas e iniciou ataques massivos a instalações em Gaza, incluindo instalações civis, e realizou bloqueio total ao enclave palestino, cortando o fornecimento de água, alimentos, medicamentos, eletricidade e combustível. Em 27 de outubro, Israel lançou uma incursão terrestre em grande escala na Faixa de Gaza.

número de soldados israelenses mortos desde o início da operação terrestre contra o Hamas na Faixa de Gaza atingiu 97 na primeira semana de dezembro. Na semana passada, as Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram ter perdido dez soldados em um único dia.

Fonte: Sputnik Brasil



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FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil


Sim, todas essas crianças estão mortas. Mais de 12 mil crianças palestinas foram assassinadas.

Sabemos que é cansativo, mas não deixe de falar sobre a Palestina. Há um genocídio em curso há 84 dias.

É o crime do século.