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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Steve Bannon, guru da extrema-direita e do bolsonarismo, é preso nos Estados Unidos


Steave Bannon, Donald Trump e Jair Bolsonaro (Foto: Reuters | PR)

Ideólogo da extrema-direita, Steve Bannon foi preso sob a acusação de fraudes eleitorais. Bannon se tornou um dos personagens de maior influência sobre o governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro no Brasil


247 - Steve Bannon, o principal guru da extrema-direita no mundo e também do clã Bolsonaro, foi preso na manhã desta sexta-feira, após uma investigação sobre fraudes em arrecadação de recursos eleitorais, segundo anunciou o Departamento de Justiça.

A campanha, "Nós Construímos o Muro", teria arrecadado mais de US$ 25 milhões ao todo e depois desviado recursos. "Como alegado, os réus fraudaram centenas de milhares de doadores", disse a procuradora dos Estados Unidos Audrey Strauss.

Bannon se tornou um dos personagens de maior influência sobre o governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro no Brasil.



 Boletim 247: Bannon preso!



Glenn fala sobre Steve Bannon e sua relação com Bolsonaro: 18 de set. de 2019

Jornalista Juan Manuel Dominguez entrevista o jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept. Confira o trecho em que ele fala sobre Steve Bannon



https://henrique-brito-universe.tumblr.com/post/626970456630738944

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domingo, 14 de junho de 2020

Bolsonaristas simulam bombardeio ao STF com fogos de artifício; assista



  • Em rua vazia: ‘Revolta popular!’

  • Ato vem depois de ação do GDF

  • Acampamentos foram removidos


Por:  PODER360

Um grupo de manifestantes que apoia o presidente da República, Jair Bolsonaro, simulou 1 bombardeio ao STF (Supremo Tribunal Federal) com fogos de artifício na noite deste sábado (13.jun.2020). A ação foi documentada em vídeo. Veja abaixo.



De manhã, apoiadores de Bolsonaro foram retirados de acampamentos na Esplanada dos Ministérios pelo governo de Brasília. À tarde, invadiram o telhado do Congresso Nacional.

“Essa daqui vai pro seu Ibaneis Rocha [MDB-DF, governador de Brasília]. Pela covardia que o senhor fez hoje com os acampamentos. Isso aqui é pro senhor. Isso aqui não são fogos de Copacabana, não são fogos de comemoração. São fogos de revolta. É a revolta”, gritava 1 dos envolvidos na ação.

Os vídeos também mostram 1 manifestante gritando em meio à rua quase vazia que tratava-se “da revolta popular”.

Em outro vídeo, 1 homem afirmava: “Em frente aos bandidos do STF, isso é para mostrar para eles e para o GDF [governo do Distrito Federal] bandido, não vamos arregar!”

O mesmo homem também instruiu os expectadores do vídeo a reparar no ângulo dos fogos, que simulavam 1 ataque de morteiros à Suprema Corte.

“Notaram que o ângulo dos fogos está diferente da última vez? Se preparem, Supremo dos bandidos!”, ameaça. “Estão levando o país ao caos, já levaram para o comunismo, seus bandidos!”. Os fogos parecem explodir no ar, sem chegar ao Tribunal.

O presidente teve diversos atritos com os outros Poderes desde que tomou posse, e é comum entre seus apoiadores o sentimento de que Legislativo e Judiciário não deixam Bolsonaro governar.

O inquilino do Palácio da Alvorada já participou de atos com viés autoritárioNega, porém, que queria fechar Congresso ou Supremo.

“Eu estou revoltado. Revoltado com a ditadura do STF, revoltado com a ditadura dos comunistas, dos governadores comunistas. Assim como o senhor, Ibaneis. Seu safado comunista”, declarava o homem na filmagem mais próxima ao acendimento dos fogos.

É comum em atos de militantes bolsonaristas pedidos de intervenção militar e elogios ao golpe de 1964, que instaurou no Brasil uma ditadura de 21 anos.

A versão dos defensores do regime autoritário, e que encontra pouco respaldo entre historiadores, é que o país estava à beira de uma ditadura comunista. Por isso, teria sido necessário tomar o poder de João Goulart.

Outros países da América Latina sofreram golpes militares na mesma época. No Chile houve uma passagem real que lembra a simulada com os fogos de artifício em Brasília: as Forças Armadas do país bombardearam o palácio La Moneda.


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