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terça-feira, 26 de maio de 2026

Flávio Bolsonaro vai à Casa Branca e diz ter pedido que Trump classifique PCC e CV como ‘terroristas’


Senador esteve no Salão Oval junto com seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, e com Paulo Figueiredo, neto do ditador João Figueiredo


Opera Mundi

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, se encontrou nesta terça-feira (26/05) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante visita realizada na Casa Branca, em Washington.

O pré-candidato da extrema direita foi acompanhado pelo seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelo jornalista Paulo Figueiredo, neto do ditador João Figueiredo (1979-1985).

O senador carioca afirmou que, durante a conversa, ele pediu ao mandatário norte-americano que incluísse as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) na lista dos Estados Unidos de organizações consideradas terroristas.

“Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, declarou Flávio, após a visita

A postura difere da adotada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que considera que a medida poderia justificar uma possível intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil.

Ademais, Flávio defendeu que o Brasil forme parte da iniciativa Escudo das Américas, na qual estão envolvidos países latino-americanos com governos de extrema direita, como Argentina, Chile, Equador e Honduras.


Jair Bolsonaro e pré-candidatura


Segundo Flávio Bolsonaro, Trump perguntou a ele, durante a conversa, sobre o estado do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2023), que se encontra em prisão domiciliar devido a condenação no Supremo Tribunal Federal por liderar uma tentativa de golpe de Estado, entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023.

O senador classificou a preocupação supostamente demonstrada pelo presidente norte-americano como um “gesto humano”.

Pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio admitiu que Trump não declarou apoio à sua postulação ao Palácio do Planalto.

Por: Victor Farinelli

Fonte: Opera Mundi


Mídia NINJA

Flávio, Eduardo e Figueiredo aparecem em foto com Trump e Lindberg ironiza: os três patetas




Lindbergh Farias


TRÊS PATETAS COM TRUMP. Lindbergh Farias, vice líder do governo Lula, ironiza encontro de Flávio Bolsonaro, Eduardo e Paulo Figueiredo com Trump. “Três patetas com Trump”, diz o deputado, ao classificar o encontro como “ridículo”.

Lindbergh disse que a viagem aos EUA para uma “fotinho com Trump” é uma tentativa do Flávio Bolsonaro de esconder o escândalo dos R$ 61 milhões que ele tomou do Vorcaro.



Geopolítica 01

Geopolítica 02




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sábado, 23 de maio de 2026

EUA divulgam o segundo lote de arquivos sobre OVNIs


Entre os arquivos divulgados recentemente, encontra-se um vídeo gravado por um sensor infravermelho da Guarda Costeira dos EUA em abril de 2024, mostrando um objeto voando próximo a uma aeronave no sudeste dos Estados Unidos.



 

O Departamento de Guerra dos EUA divulgou nesta sexta-feira (22) o segundo lote de arquivos sobre OVNIs e outros Fenômenos Anômalos Não Identificados. 



Trump se pronuncia após divulgação de
arquivos sobre fenômenos extraterrestres


Entre os arquivos divulgados recentemente, encontra-se um vídeo gravado por um sensor infravermelho da Guarda Costeira dos EUA em abril de 2024, mostrando um objeto voando próximo a uma aeronave no sudeste dos Estados Unidos.

Outro material, intitulado "Aceleração instantânea de fenômeno anômalo sírio não identificado", foi capturado por um sensor infravermelho a bordo de uma plataforma militar dos EUA em 2021 e carregado em uma rede classificada em 2024

 Após diversas análises, o Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios do Pentágono não encontrou evidências de que qualquer um desses incidentes tivesse origem extraterrestre.

Contudo, autoridades militares reconhecem que muitos casos permanecem sem solução ou explicação.

Fonte: RT Brasil


Poder360


Poder Internacional | O Departamento de Guerra dos Estados Unidos divulgou uma nova leva de arquivos desclassificados sobre OVNIs (objetos voadores não identificados), nesta 6ª feira (22.mai.2026).

A liberação dos arquivos foi determinada pelo presidente Donald Trump (Partido Republicano). Os documentos incluem relatos de pessoas que observaram orbes verdes, discos e bolas de fogo. Em 8 de maio, o governo norte-americano já havia divulgado um lote



Rony Vernet


Novo lote de documentos liberado pelo Governo dos EUA hoje (22/05) finalmente revelou o aguardado vídeo do OVNI "fantasma". O fenômeno não possui uma forma definida e gira em torno do seu próprio eixo, possuindo uma assinatura energética em sua volta. O caso ocorreu em 2024.



 Noite Oficial dos OVNIs no Brasil completa 40 anos

5 caças foram disparados para perseguir fenômenos que invadiram todo o território. Avistamentos em massa pela população obrigaram o Ministro da Aeronáutica a convocar coletiva de imprensa.

Áudios militares revelaram o que os militares viram e o segredo imposto:

"Brasília, bem vindos ao festival dos discos voadores!"

"Se alguém perguntar você não viu nada, você não sabe de nada!"



Ufologia - OVNIs - Aliens - UAP 01

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segunda-feira, 18 de maio de 2026

O que revelam os arquivos secretos sobre OVNIs divulgados pelos Estados Unidos


Pentágono liberou acesso a mais de 160 documentos sobre vida alienígena


Pentágono liberou acesso a mais de 100 arquivos sobre vida alienígena • Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA

Na sexta-feira (8), o governo dos Estados Unidos começou a divulgar uma série de arquivos oficiais sobre objetos voadores não identificados, os OVNIs. O repositório inclui dezenas de fotografias, vídeos e relatórios militares sobre o avistamento de possíveis fenômenos extraterrestres.

Os arquivos foram publicados em um site oficial do Departamento de Guerra norte-americano. Ao todo, mais de 160 arquivos tiveram acesso liberado ao público.

A divulgação do dossiê sobre os “Fenômenos Aéreos Não Identificados” (UAP, na sigla em inglês), nomenclatura atual para OVNIs, foi realizada meses após uma ordem emitida pelo presidente Donald Trump.

Em sua rede social Truth Social, o chefe de estado comentou a liberação: "Quanto à minha promessa, o Departamento de Guerra liberou o primeiro lote de arquivos sobre OVNIs/UAPs para que o público os revise e estude [...] O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO?" Divirtam-se e aproveitem!"


Eventos misteriosos e depoimentos exclusivos


Os documentos revelam uma série de avistamentos de atividade terrestre, que se expandem por décadas. Entre imagens, comunicações de missões espaciais e gravações audiovisuais, os arquivos trazem uma série de relatos sobre possíveis aparições extraterrestres, incluindo o avistamento de objetos metálicos voadores se movendo a grandes velocidades.

Um dos arquivos que têm ganhado atenção é uma foto tirada na lua pela tripulação da missão espacial Apollo 17, realizada na década de 1970. Segundo o relatório, um dos astronautas observou três pontos de luz no céu que despertou a curiosidade do grupo por parecerem "partículas ou fragmentos de forma triangular e muito brilhantes".

Confira a imagem a seguir:


Foto tirada na missão Apollo 17 mostra três pontos de luz não identificados • Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA

Além disso, o banco de dados também traz uma gravação feita sobre o Mar Mediterrâneo, onde foi avistado um objeto em formato elipsóide se movendo a grandes velocidades próximo a aeronaves militares. Outros documentos incluem relatórios escritos durante a Guerra Fria e protocolos de defesa contra possíveis ameaças extraterrestres.

Segundo o Departamento de Guerra, o acervo inclui arquivos de agências governamentais como a NASA, o FBI, o Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional e o Gabinete de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios. Ainda de acordo com o governo americano, a proposta é que o site seja atualizado toda semana com novos conjuntos de documentos.


Liberação de arquivos divide opiniões


O anúncio teve repercussão imediata na mídia e voltou a colocar o tema dos OVNIs no centro do debate público, despertando tanto o interesse da comunidade científica quanto o surgimento de novas teorias da conspiração. Nas redes sociais, milhões de usuários passaram a examinar minuciosamente, quadro a quadro, os vídeos divulgados pelo Pentágono.

Ao mesmo tempo, a decisão também levantou questionamentos no cenário político dos Estados Unidos. Para alguns analistas, a desclassificação ocorre em um momento delicado para a Casa Branca, em meio a tensões internacionais e desafios econômicos internos, o que gerou especulações sobre possíveis motivações estratégicas por trás da medida.

Apesar das críticas, especialistas das áreas de segurança e astronomia consideram a iniciativa um dos maiores atos de transparência do governo americano sobre o tema nas últimas décadas.



Saiba mais sobre o assunto:



Fonte: Itatiaia


PRESIDENTE TRUMP: "Vamos divulgar mais informações sobre OVNIs em breve, pela transparência." "As pessoas querem saber, e vai ser interessante."





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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Centenas de artistas ocidentais se unem à campanha global exigindo a libertação de Marwan Barghouti


Autoridades israelenses afirmam que Barghouti não será incluído em nenhum acordo de troca de prisioneiros, mesmo após 23 anos de prisão


(Crédito da foto: Nasser Shiyoukhi/AP)

Mais de duzentas figuras culturais proeminentes aderiram a uma campanha global que defende a libertação do prisioneiro político palestino Marwan Barghouti, amplamente considerado uma figura unificadora capaz de reacender um caminho viável para a criação de um Estado palestino.

Os escritores Margaret Atwood, Philip Pullman, Zadie Smith e Annie Ernaux juntaram-se aos atores Ian McKellen, Benedict Cumberbatch, Tilda Swinton e Mark Ruffalo, além de figuras públicas como Gary Lineker e Richard Branson, na assinatura de uma carta aberta pedindo a libertação de Barghouti.

A declaração expressa “grave preocupação com a contínua prisão de Marwan Barghouti, os maus-tratos violentos a que é submetido e a negação de seus direitos legais enquanto encarcerado” e apela aos governos e à ONU para que trabalhem ativamente por sua libertação.

Barghouti, agora com 66 anos, passou 23 anos em prisões israelenses após o que a União Interparlamentar descreveu como um julgamento "profundamente falho". Parlamentar eleito na época, ele continua liderando as pesquisas de opinião palestinas e é amplamente considerado a figura política mais popular tanto em Gaza quanto na Cisjordânia ocupada. 

A decisão de Israel de mantê-lo preso, mesmo durante a recente troca de prisioneiros após o cessar-fogo de outubro, não foi motivada por avaliações de segurança, mas sim por preocupações com o peso político que ele poderia ter se fosse libertado. 

Seu filho, Arab Barghouti, disse que as autoridades israelenses o veem  como uma ameaça “porque ele quer trazer estabilidade… uma visão palestina unificadora que seja aceita por todos, inclusive pela comunidade internacional”.

Os organizadores da carta inspiraram-se na mobilização cultural que ajudou a garantir a libertação do falecido presidente da África do Sul, Nelson Mandela, durante o apartheid. 

O próprio Mandela disse em 2002: "O que está acontecendo com Barghouti é o mesmo que aconteceu comigo." 

O músico e produtor britânico Brian Eno afirmou que “as vozes culturais podem mudar o rumo da política”, enquanto a romancista britânico-palestina Selma Dabbagh argumentou que libertá-lo permitiria aos palestinos “determinar sua própria liderança, qualquer que seja a forma que ela assuma”.

campanha de pressão coincide com a crescente preocupação de que autoridades israelenses possam aprovar uma nova legislação que permita a pena de morte para prisioneiros palestinos – uma medida que poderia ser aplicada a Barghouti. 

A sua detenção contínua também se cruza com a resolução recentemente aprovada pela ONU que estabelece uma Força Internacional de Estabilização (FIE) em Gaza, um plano rejeitado pelos principais grupos palestinos de direitos humanos e que Barghouti teria de enfrentar caso fosse libertado.

Dias antes, a família de Barghouti e seus aliados da sociedade civil lançaram uma campanha internacional mais ampla, instalando grandes murais com os dizeres “Libertem Marwan” em Londres e erguendo uma instalação de arte pública em sua aldeia natal, Kobar. 

Sua esposa, Fadwa Barghouti, começou a se engajar com a mídia israelense para mudar a opinião pública, enfatizando que ele "vê a solução de dois Estados como a maneira de avançar e viver em paz".

Na Cisjordânia ocupada, seu filho descreveu a campanha como sendo tanto pessoal quanto coletiva. 

“Homenageá-lo desta forma não é apenas um apelo pela sua liberdade – é um apelo pela libertação de todos os prisioneiros palestinos.”

Barghouti foi mantido repetidamente em confinamento solitário, teve visitas familiares negadas por três anos e foi submetido a múltiplas agressões. 

O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, foi recentemente filmado ameaçando-o de execução, enquanto o Knesset analisa um projeto de lei para impor a pena de morte àqueles condenados por assassinatos "motivados por nacionalismo".

Apesar da crescente pressão,  as autoridades israelenses mantêm a posição de que Barghouti não será incluído na troca de prisioneiros prevista no plano de cessar-fogo do presidente americano Donald Trump. "Neste momento, Barghouti não fará parte dessa libertação", afirmou a porta-voz israelense Shosh Badrusian. 

A primeira fase do acordo inclui a retirada israelense até uma linha acordada e uma troca envolvendo cerca de 2.000 prisioneiros palestinos, mas exclui o detento mais proeminente da política palestina.



Fonte: The Cradle


Palestina - 01

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domingo, 12 de janeiro de 2025

A máscara da Meta caiu


Donald Trump ainda não assumiu a presidência, mas as big techs já mostraram seus reais interesses por trás da suposta “luta pela liberdade de expressão”.


Intercept Brasil

No dia do anúncio da Meta, bati um papo com o Francisco Brito Cruz, diretor-executivo do InternetLab, um centro independente de pesquisa que atua na intersecção entre direito e tecnologia.

Quando eu perguntei o que a Meta teria a ganhar abraçando o trumpismo e com essa “Elon Muskização”, o Chico disse que, na verdade, a pergunta certa é: o que ela tinha a ganhar antes, tentando agradar aos democratas e à imprensa? “É mais uma renúncia a esse lado do que qualquer coisa. Eles vão parar de performar essa tentativa de agradar,” ele explicou.

Talvez isso valha para o combate à desinformação também. Ao longo dos últimos anos, nós assistimos à empresa declarar para autoridades, tribunais e jornalistas que estava fazendo de tudo para combater a desinformação que se espalhou como fogo em mato seco nas suas plataformas. Até 2022, a empresa dizia ter investido mais de US$ 100 milhões em seus programas de checagem de fatos.

Apesar dessas declarações, vimos em repetidas ocasiões como a desinformação espalhada e distribuída nas redes da Meta causou danos na vida real. Em Mianmar, o discurso de ódio e fake news disseminada no Facebook contribuíram para o genocídio contra a minoria étnica Rohingya.

Nem é preciso ir longe: ficou amplamente documentado como o Facebook foi usado para organizar e amplificar a invasão do Congresso norte-americano em 6 de janeiro de 2021.

Fora o impacto mais granular, no nível individual, de pessoas cujas vidas foram afetadas pela desinformação e que não viraram notícia. Tudo isso mostra que, apesar de dizer que tinha o combate à desinformação como prioridade, os esforços ainda eram, no mínimo, insuficientes.

Por anos, a Meta contou com a parceria com agências de checagem de fatos como forma de dar mais contexto ao conteúdo mais viral de suas plataformas. É verdade que, pela escala, a checagem esteve longe de dar conta do universo desinformativo das plataformas, mas é uma atividade crucial e necessária para manter a sociedade informada.

Nesta semana, a Meta não só anunciou que vai encerrar a parceria com as agências como puxou o tapete delas: em seu vídeo, Mark Zuckerberg acusou os checadores de terem viés político e disse que o sistema promovia censura.

Se a desinformação era uma preocupação da empresa, agora não é mais. Ou, pelo menos, não é mais necessário fingir e performar. Mas essa virada não passou batido pelas autoridades brasileiras. Em um ofício enviado à Meta na quarta-feira, 8 de janeiro, o Ministério Público Federal pediu que a empresa explique se as medidas anunciadas valerão para o Brasil e detalhe as mudanças.

Na nota, o MPF apontou que as novidades “alteram radicalmente” o que a Meta havia informado anteriormente ao próprio MPF sobre as providências tomadas a fim de enfrentar a desinformação.

Mas nem tudo está perdido. Pessoalmente, não acredito que sair das redes sociais seja o caminho. Talvez eu até já tenha desejado isso e concordo que devemos discutir como usar esses espaços de modo mais saudável.

Mas não acho justo que tenhamos que abdicar das relações e conexões que construímos nessas arenas virtuais cada vez que um bilionário decide pivotar a maneira como as empresas operam, tornando as plataformas piores. É hora de retomar o controle e fazer valer o poder que nós, usuários, temos. Sem nós, as redes sociais não são nada.

Qual é o caminho, então? Especialistas, advogados e ativistas mundo afora estão tentando descobrir e viabilizar novas alternativas. Uma grande aposta tem sido redes como Mastodon e, mais recentemente, o Bluesky.

Conhecidas como plataformas federadas, elas funcionam através de uma rede de instâncias e servidores independentes construídos sobre um mesmo protocolo. No caso do Mastodon, essas diferentes instâncias têm, cada uma, suas próprias regras, definidas pelos membros.

Viabilizar esse futuro das redes federadas não é simples. Hoje, a grande discussão está ligada ao financiamento e à governança, que acaba ficando na mão de voluntários que administram essas diferentes instâncias.

Qual é a beleza dessas alternativas? O poder fica diluído, impedindo que uma tomada de poder unilateral destrua a rede como um todo e permitindo que as regras sejam construídas de maneira mais democrática e coletiva, em vez de impostas pela direção de uma empresa.

Se um Elon Musk ou um Mark Zuckerberg assumir o controle de uma das instâncias, a rede social pode prosperar independentemente deles. O futuro das redes está em tirar o controle delas das mãos dos oligarcas do Vale do Silício.






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terça-feira, 23 de março de 2021

'Alerta de UFO' como Pentágono supostamente pronto para revelar um relatório sobre avistamentos 'Difícil de explicar'


O Pentágono lançou três vídeos de "fenômenos aéreos não identificados" em 2020, capturados em câmeras de aeronaves da Marinha em 2004 e 2015. A filmagem, mostrando formas pretas acelerando a velocidades incríveis, vazou anteriormente para a mídia, o que levou a Marinha a confirmar sua autenticidade em resposta a uma solicitação da Lei de Liberdade de Informação.



O manto de mistério em torno de alguns dos chamados avistamentos de OVNIs mais “difíceis de explicar” pode em breve ser levantado em um relatório do governo dos Estados Unidos, o ex-Diretor de Inteligência Nacional John Ratcliffe revelou em uma entrevista recente.


 

  •  "Há muito mais avistamentos do que foram divulgados ... Alguns deles foram desclassificados", disse o alto funcionário da inteligência durante o mandato do ex-presidente Donald Trump na Casa Branca.

Ratcliffe, quando questionado sobre incidentes envolvendo objetos voadores não identificados (OVNIs) na Fox News na sexta-feira, respondeu que avistamentos relatados em todo o mundo se estendem além de “apenas um piloto ou apenas um satélite, ou alguma coleção de inteligência”.


  • “E quando falamos em avistamentos, estamos falando de objetos que foram vistos por pilotos da Marinha ou da Força Aérea, ou foram captados por imagens de satélite que francamente se engajam em ações difíceis de explicar”, disse o político, que serviu como Diretor de Inteligência Nacional de 2020 a 2021.

Ratcliffe mencionou incidentes relatando movimentos para os quais a humanidade atualmente carece de tecnologia, com objetos viajando a velocidades que excedem a barreira do som sem um estrondo sônico, acrescentando:


  • “Normalmente, temos vários sensores que captam essas coisas ... alguns deles são fenômenos inexplicáveis ​​e, na verdade, há muito mais do que o que foi tornado público.”

O ex-funcionário acrescentou que, embora esperasse que o relatório tivesse sido divulgado antes que a administração de Donald Trump saísse da Casa Branca em janeiro, "não fomos capazes de colocá-lo em um formato não classificado sobre o qual pudéssemos falar com rapidez".

O relatório do Pentágono está previsto para ser lançado em 1º de junho, de acordo com a entrevista da Fox .


'OVNI' Contagem regressiva

O então presidente Donald Trump assinou um projeto de lei de alívio e financiamento governamental de $ 2,3 trilhões de COVID-19 em 27 de dezembro de 2020. Continha um "comentário do comitê" anexado à lei anual de autorização de inteligência, que exigia que o Pentágono e agências de espionagem divulgassem o que sabem OVNIs.

O próprio Trump já havia ignorado perguntas sobre OVNIs e possível vida alienígena.


  • “Não acredito, mas, você sabe, acho que tudo é possível”, disse ele durante uma entrevista ao Fox News 'Tucker Carlson em 2019.


 O Comitê de Inteligência do Senado, presidido pelo senador Marco Rubio (R-Flórida), disse no comentário que “dirige o [diretor de inteligência nacional], em consulta com o Secretário de Defesa e os chefes de outras agências ... apresentar um relatório dentro de 180 dias a partir da data de promulgação da lei, aos comitês de inteligência e das forças armadas do Congresso sobre fenômenos aéreos não identificados ”.

O relatório deve abordar “objetos aerotransportados observados que não foram identificados” e deve incluir uma “análise detalhada de dados de fenômenos não identificados coletados por: a. inteligência geoespacial; b. inteligência de sinais; c. inteligência humana; e d. medição e inteligência de sinais ”, disse o comitê.


Apenas 'arranhando a superfície'

O impulso para obter mais informações desclassificadas sobre os chamados OVNIs seguiu um movimento do Pentágono em abril de 2020 para desclassificar três vídeos de OVNIs filmados por pilotos da Marinha dos EUA, reconhecendo sua autenticidade.

Os vídeos, capturados com sistemas de mira infravermelhos, mostram formas pretas que parecem flutuar e ganham velocidade notável, e já vazaram para a mídia.

Por fim, em resposta a uma solicitação da Lei de Liberdade de Informação, a Marinha confirmou sua autenticidade em setembro de 2019.

Imagens tiradas na costa de San Diego em 14 de novembro de 2004, de acordo com o The New York Times and Vice, e também apelidado de vídeo do Nimitz, do nome do navio dos pilotos, o USS Nimitz, mostra uma forma escura e oblonga sendo rastreada pela câmera infravermelha.


 

 "Ele acelerou como nada que eu já vi", um dos pilotos, comandante. David Fravor, disse ao The Times em 2017.

Um clipe datado de janeiro de 2015 mostra o que parece ser a superfície do oceano, com um pequeno objeto passando rapidamente pela câmera em alta velocidade. Os pilotos podem ser ouvidos exclamando: "O que diabos é isso?"

Na filmagem de 34 segundos também datada de 2015, a câmera infravermelha da aeronave rastreia um objeto semelhante a um disco voando acima das nuvens enquanto os pilotos se maravilham com o que poderia ser.



 Anteriormente, os vídeos foram publicados pelo The Times e pela Academia de Artes e Ciências To The Stars, um grupo de pesquisa de OVNIs fundado pelo guitarrista do Blink-182 Tom DeLonge.

O Departamento de Defesa, ao publicar os clipes, disse que concluiu que eles não "revelam nenhuma capacidade ou sistema sensível" e que sua liberação "não interfere em quaisquer investigações subsequentes de incursões militares no espaço aéreo por fenômenos aéreos não identificados ... fenômenos observados nos vídeos permanecem caracterizados como 'não identificados'. "


 

Fonte: Sputnik


 UOL

O Departamento de Defesa dos EUA oficialmente liberou três vídeos que mostram pilotos da Marinha interagindo com "fenômenos aéreos não identificados". - 27 de abr. de 2020

Assista ao VÍDEO


quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Biden recoloca EUA no Acordo de Paris e obriga utilização de máscaras contra a Covid



Em suas primeiras medidas, o presidente empossada contraria políticas adotadas pelo antecessor, Donald Trump


Em seu primeiro dia como presidente dos Estados Unidos, Joe Biden já emitiu três decretos que vão na contramão da política de seu antecessor, o republicano Donald Trump.

O primeiro diz respeito ao meio ambiente. Biden determinou o retorno dos Estados Unidos ao Acordo de Paris, que diz respeito ao combate ao efeito estufa no planeta. Trump havia abandonado o acordo em 2017.

Outra medida foi a obrigatoriedade do uso de máscaras em todas as propriedades federais. Trump havia minimizado essa política, necessária para a contenção da disseminação do Sars-Cov-2, vírus que provoca a Covid-19.

A terceira pauta diz respeito à igualdade racial, ainda não detalhada. No ano passado explodiram protestos antirracistas nos Estados Unidos através do movimento Vidas Negras Importam. O ex-presidente tentou criminalizar os atos.

Em declaração dada a jornalistas Biden afirmou que vai assinar “algumas ordens executivas nos próximos dias e semanas. “Não há tempo para perder. Precisamos trabalhar imediatamente”, declarou.

Devem ser assinados 17 decretos nos próximos dias.

Com informações da CNN Brasil e do Metrópoles

Fonte: Revista Fórum 


No Twitter


 

Jamil Chade: Biden deverá desmontar agenda que uniu Trump e líderes populistas, como Bolsonaro


(Foto: KEVIN LAMARQUE/REUTERS)

 Governo do presidente dos EUA, Joe Biden, deverá se distanciar criadas por Donald Trump e outros líderes populistas, como Jair Bolsonaro. Objetivo é se afastar da “defesa de agendas religiosas, políticas ultraconservadoras, ataques às instituições multilaterais e de desmonte dos pactos de direitos humanos"


247 O governo do novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, deverá se distanciar “das alianças formais e informais que tinham sido criadas nos últimos anos” entre seu antecessor, Donald Trump, e outros líderes populistas, como Jair Bolsonaro. Segundo reportagem do jornalista Jamil Chade, no UOL, o objetivo é se afastar da “defesa de agendas religiosas, políticas ultraconservadoras, negacionismo ambiental, ataques às instituições multilaterais e de desmonte dos pactos de direitos humanos”.

De acordo com Chade, um dos indicativos da mudança de agenda que deve ser imposta por Biden foi feito pelo novo chefe da diplomacia dos EUA. “Questionado por mais de quatro horas, o experiente negociador que irá assumir o Departamento de Estado norte-americano foi explícito em dizer que será uma de suas prioridades lidar com a ameaça do populismo”.

Dentre os planos expostos por ele,  está “a ideia da realização no segundo semestre do ano de uma cúpula para a promoção da democracia, reunindo países aliados”. O encontro seria uma espécie de “resposta ao movimento mundial de extrema direita, assim como um marco de sua presidência diante de ditaduras pelo mundo”, ressalta o jornalista. “Diplomatas brasileiros interpretaram a referência ao projeto como um sinal claro de que o tema da "democracia" estará presente nas decisões de Biden e que isso, potencialmente, pode ser uma pressão sobre o governo Bolsonaro”, afirma. 

Ainda conforme Jamil Chade, “Blinken ainda deixou claro que a agenda ambiental do novo governo americano será implementada "imediatamente". Isso inclui a volta ao Acordo Climático de Paris e o engajamento de Washington em negociações em diferentes fóruns”.

Chade também destaca que o governo Biden ‘colocará "atenção sustentável" nas questões das Américas e que a região será uma "área de foco"’. 


UOL

Joe Biden faz o 1° discurso como presidente dos EUA: "A democracia prevaleceu" O democrata Joe 

Biden tomou posse como presidente dos EUA nesta quarta-feira (20). Ele assume presidência em cerimônia com segurança reforçada e sem a presença de Donald Trump. "Este é o dia da América ... Hoje celebramos o triunfo não de um candidato, mas de uma causa - a causa da democracia", afirmou. "Eu serei um presidente para todos os americanos", disse na posse.





No Twitter


 

 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Twitter bloqueia conta de Trump permanentemente por risco de 'incitação à violência'



 O Twitter bloqueou a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta sexta-feira (8) de forma permanente "devido ao risco de mais incitação à violência".

Usuários da rede social vinham pressionando o Twitter a congelar a conta do presidente norte-americano após os eventos da última quarta-feira (6), quando apoiadores de Trump invadiram o Capitólio dos EUA para impediar a sessão de aprovação da vitória de Joe Biden nas eleições. 

De acordo com a nota publicada pelo Twitter, as contas de líderes mundiais e autoridades não podem estar acima das regras da plataforma para incitar a violência. A página de Trump na rede social possuía cerca de 89 milhões de seguidores.


  • "Após uma análise cuidadosa das postagens recentes do @realdonaldtrump e do contexto que o cerca, congelamos a conta de forma permanente devido ao risco de mais incitação à violência", disse a rede social em um comunicado.

A decisão do Twitter de suspender a página do presidente norte-americano rapidamente repercutiu nas redes sociais, com internautas destacando fotos da conta suspensa. 


 

 A página de Trump chegou a ser temporariamente bloqueada no dia da invasão do Congresso, sendo reativada na última quinta-feira (7). 


  • "No contexto dos horríveis eventos nesta semana, deixamos claro na quarta-feira que violações adicionais das regras do Twitter potencialmente resultariam neste mesmo curso de ação [...] Há anos deixamos claro que essas contas não estão totalmente acima de nossas regras e não podem usar o Twitter para incitar a violência, entre outras coisas. Continuaremos a ser transparentes em relação às nossas políticas e sua aplicação", completa a nota. 

Outras redes sociais como Facebook e Instagram também anunciaram a suspensão da conta de Donald Trump por 24 horas no dia da invasão do Capitólio. No entanto, na quinta-feira (7), Mark Zuckerberg anunciou que a página do presidente dos EUA ficaria bloqueada em ambas as redes pelo menos até a posse de Joe Biden, que será realizada em 20 de janeiro.

Fonte: Sputnik Brasil


Humor político no Twitter


 

 

Guaidó sugere a Trump que se autoproclame presidente reeleito dos Estados Unidos



O venezuelano Juan Guaidó telefonou na manhã desta quinta-feira (7) para Donald Trump sugerindo que o republicano —apesar do desfecho no Congresso— se autoproclame presidente reeleito dos Estados Unidos.

Na manhã desta quinta, o Congresso americano certificou a vitória do democrata Joe Biden como 46º presidente eleito. Ele irá assumir o cargo no próximo dia 20 de janeiro.

A sugestão de Guaidó para Trump se autoproclamar “presidente reeleito” ocorreu menos 24 horas depois da União Europeia comunicar que não reconhece mais o venezuelano como presidente paralelo do país caribenho.

A UE deixou de reconhecer Guaidó como “governo autoproclamado” e, a partir de agora, só o vê como um líder de oposição ao governo constitucional de Nicolás Maduro.

Trump parece que não deu ouvidos para o golpista venezuelano. Em breve comunicado, o ainda presidente dos EUA disse que ‘haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro’.

‘Embora isso represente o fim do maior primeiro mandato da história presidencial, é apenas o começo de nossa luta para tornar a América grande de novo’, garantiu o presidente americano, rejeitando a “solução Guaidó” de se autoproclamar reeleito.

“Mesmo que eu discorde totalmente do resultado da eleição, e os fatos me confirmem, haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, disse Donald Trump.

Guaidó e Trump merecem a lata do lixo da história.

Fonte: Blog do Esmael


teleSUR tv

"A violência no Congresso reflete o quão agressivo é o governo dos EUA"

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, considerou que os violentos acontecimentos ocorridos em 6 de janeiro no Congresso dos Estados Unidos são a causa da política de ameaças e agressões promovida pelo presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele defendeu que o povo americano superasse a polarização e alcançasse o entendimento e o diálogo. teleSUR




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Trump avalia conceder perdão presidencial a si mesmo, diz jornal



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando conceder um perdão a si mesmo. A informação foi publicada nesta quinta-feira (7) pelo jornal norte-americano New York Times.


A ideia de conceder o perdão a si mesmo – o que seria inédito na história norte-americana – é se blindar de possíveis futuras investigações e acusações conduzidas pela equipe de Joe Biden. O perdão, neste caso, seria utilizado de forma preventiva.

O jornal citou duas pessoas não identificadas que teriam conhecimento de conversas de Trump com assessores sobre o que seria um uso extraordinário do poder presidencial.


  • "Em várias conversas desde o dia da eleição, Trump disse aos assessores que está considerando se perdoar e, em outros casos, perguntou se deveria [conceder perdão a si mesmo] e qual seria o efeito legal e político sobre ele, de acordo com as duas pessoas", noticiou o New York Times.

Ainda segundo o New York Times, Trump considera dar o perdão não só a si mesmo, mas também aos seus três filhos mais velhos: Donald Trump Jr., Eric Trump e Ivanka Trump. Além deles, também estariam na lista Jared Kushner, conselheiro da Casa Branca, e Rudolph Giuliani, advogado de Trump.

O jornal disse que não estava claro se ele havia discutido o assunto com assessores depois da invasão ao Capitólio nesta quarta-feira (6).

Donald Trump no colégio eleitoral de Nova York

O mandato de Trump termina em 20 de janeiro e, segundo a Reuters, o presidente enfrenta ações judiciais que não seriam cobertas por um perdão federal. Elas incluem uma investigação criminal, feita pelo promotor distrital de Manhattan Cyrus Vance Jr., e uma investigação civil pela procuradora-geral de Nova York, Letitia James, que apuram se Trump teve benefício financeiro pessoal em negócios realizados pela Casa Branca.

Em 2018, Trump escreveu um tweet em que diz ter o "direito absoluto" de se perdoar.



 Como foi declarado por vários estudiosos do Direito, eu mesmo tenho o direito absoluto de me PERDOAR, mas por que eu faria isso se não fiz nada de errado? Nesse ínterim, a caça às bruxas sem fim, liderada por 13 democratas muito irritados e conflituosos (e outros), continua a avançar durante este período!

Os advogados constitucionais dizem que não há uma resposta definitiva sobre se um presidente pode legalmente conceder um perdão a si mesmo.

"Quando as pessoas me perguntam se um presidente pode perdoar a si mesmo, minha resposta é sempre: 'Bem, ele pode tentar’. A Constituição não dá uma resposta clara sobre isso”, disse à Reuters Brian Kalt, professor de Direito Constitucional da Universidade do Estado de Michigan.

Alguns especialistas jurídicos disseram que o perdão pessoal seria inconstitucional porque viola o princípio de que ninguém deve ser o juiz em seu próprio caso.

Presidente Trump com sua filha Ivanka, deixa Casa Branca para visitar base aérea de Andrews

Trump já concedeu polêmicos perdões nas últimas semanas, como aos militares que participaram do assassinato de 14 civis iraquianos em 2007 e também ao seu ex-conselheiro de segurança nacional, Michael Flynn, acusado de mentir ao FBI.

Nesta quinta-feira (7), a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, pediu a "destituição imediata" de Donald Trump da presidência dos EUA após o episódio de invasão ao Capitólio. Além dela, o presidente do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA, Jerry Nadler, pediu o impeachment imediato do presidente.

Fonte: Sputnik Brasil


BBC News Brasil

Invasão ao Congresso dos EUA: dia de tumulto e caos no coração da democracia

No momento da invasão, o Congresso estava reunido para o processo de certificação da vitória do presidente eleito Joe Biden, que chamou o ato de "insurreição".

Os manifestantes haviam participado antes de uma grande manifestação com a presença do atual presidente, Donald Trump, em frente à Casa Branca. Em seu discurso, ele voltou a falar em fraude, apesar da falta de provas, e afirmou que seus simpatizantes "nunca concederiam" a vitória a Biden.

Após a invasão, as sessões no Congresso foram suspensas e os acessos aos corredores do Senado e da Câmara foram bloqueados. Os trabalhos foram retomados após a retirada dos manifestantes, à noite. A vitória de Biden foi confirmada pelos parlamentares.

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Policial do Capitólio é a quinta pessoa a morrer após invasão


Apoiadores de Trump invadiram o prédio do Capitólio, em Washington D.C.


CNN Brasil

Sobe para 5 o número de mortos na invasão ao Congresso dos EUA | EXPRESSO CNN

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Subiu para cinco o número de mortos em decorrência do ataque de apoiadores do presidente Donald Trump ao Capitólio dos Estados Unidos na quarta-feira (6). Autoridades confirmaram nesta quinta (7) a morte de um policial que trabalhava no momento da invasão.

O protesto pró-Trump, que contestava o resultado das eleições dos Estados Unidos e a vitória do democrata Joe Biden, descambou para a violência e invasão do Congresso norte-americano. 

O chefe da polícia do Capitólio, Steven Sund, renunciou ao cargo após ser criticado pela resposta desastrosa à invasão. A renúncia passa a valer a partir do dia 16 de janeiro.

A segurança do local tem dois mil funcionários, mas o efetivo era bem menor na quarta-feira.

Sund chegou a dizer que muitos integrantes da equipe de segurança estavam afastados porque foram infectados pelo novo coronavírus ou porque tiveram contato com alguém infectado.

No entanto, policiais disseram à imprensa norte-americana que não tiveram orientação para agir durante todo o ataque à sede do Congresso do país.


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Mulher morta no Capitólio era veterana das Forças Armadas e apoiadora de Trump

Fonte: CNN Brasil


CNN Brasil

Vídeo mostra momento em que mulher é baleada no Capitólio | BREAKING NEWS CNN

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Caos nos EUA: Washington tem toque de recolher após invasão de trumpistas ao Capitólio


Invasão ao Capitólio, nos EUA (Foto: REUTERS/Jonathan Ernst | Reprodução)

Em protesto histórico nos Estados Unidos, no dia em que a vitória de Joe Biden seria homologada, manifestantes defensores de Donald Trump invadiram o prédio do Congresso e interromperam a sessão que discutia os votos. Toque de recolher vale até 18h na capital (vídeos)


247 - A prefeita de Washington DC, capital dos Estados Unidos, decretou toque de recolher na cidade até 18h desta quarta-feira (6) após a invasão de ativistas pró-Donald Trump ao prédio do Capitólio, onde fica o Congresso. Apenas trabalhadores de serviços essenciais têm autorização para estar nas ruas.

Em um protesto inédito na história dos EUA, os trumpistas, que estavam reunidos em frente ao Congresso no dia da homologação da vitória de Joe Biden, confrontaram policiais, derrubaram as barreiras e entraram no prédio.

O grupo, de dezenas de milhares de pessoas, foi inflamado pelo próprio presidente, que incitou as pessoas a irem às ruas protestarem contra o resultado das eleições. Após a violência, porém, Trump foi ao Twitter dizer que não concorda com a violência e defendeu um movimento pacífico.

O vice-presidente, Mike Pence, que presidia a sessão conjunta do Congresso que vai certificar a vitória de Biden, foi retirado do prédio do Capitólio. Ele foi pressionado por Trump a não chancelar a derrota do republicano.