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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Tarifas e sanções são usadas como 'instrumento de subordinação política', diz Dilma Rousseff


Atual presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) defendeu papel do BRICS diante de política tarifária internacional


Gettyimages.ru / Carlos Tischler/NurPhoto
 

O Rio de Janeiro está sediando a primeira edição da Cúpula Popular do BRICS. Até quinta-feira (4), representantes de 21 países vão debater a participação de movimentos sociais e da sociedade civil na política mundial. No primeiro dia de evento, a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, falou sobre a importância do bloco e criticou sanções e tarifas internacionais.

"O uso de tarifas e sanções estão servindo como instrumento de subordinação política. O sistema financeiro permanece assimétrico. Por isso, o BRICS e o NDB são necessários", afirmou.


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A ex-presidente do Brasil está no comando do Novo Banco de Desenvolvimento do bloco desde 2023. Desde lá, apresentou índices de positivos de liquidez do banco, que havia passado cerca de 15 meses sem captar recursos no mercado.

O banco também já aprovou financiamento para 123 projetos em países membros.

"Em 2024, o NDB captou 16,1 bilhões de dólares. Ampliamos nossa base de 5 para 11 países membros", disse.

Futuro do banco

No dircurso, Dilma também projetou positivamente o futuro do banco, com a mudança de presidência do BRICS, que deve passar para a Índia.


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"Em 2026, a Índia assume a presidência do BRICS, com uma agenda de fortalecimento institucional, e o NDB será prioridade, com propostas de um NDB 2.0, para expandir nossa capacidade de financiamento", declarou.

A presidente do banco ainda falou sobre o fortalecimento do Sul Global e de suas instituições, destacando a importância de abrir as discussões para ciclos além da política, incluindo também acadêmicos e movimentos sociais. 

"Pela 1ª vez, os povos dos países do BRICS possuem um canal permanente de diálogo. Vocês não são observadores, são arquitetos do futuro que queremos construir", disse Rousseff. 



Fonte: RT Brasil


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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Defesa de Lula vai à Justiça para OAS cumprir decisão e devolver dinheiro de apartamento no Guarujá


Segundo o advogado Cristiano Zanin, a defesa entrou com pedido após o TJSP reconhecer a existência do crédito em favor do espólio de Dona Marisa até o momento a empreiteira não ter devolvido o dinheiro


(Foto: Reuters | Reprodução)

247 - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cuida do espólio da ex-primeira-dama Marisa Letícia, ingressou com ação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) contra a empreiteira OAS para que ela restitua R$ 662,4 mil referente a cotas da compra do apartamento no edifício Solaris, no Guarujá. 

Segundo o advogado Cristiano Zanin, a defesa entrou com pedido após o TJSP reconhecer a existência do crédito em favor do espólio de Dona Marisa até o momento a empreiteira não ter devolvido o dinheiro.

A Lava Jato acusou falsamente Lula de ter recebido um triplex no Guarujá como suposta retribuição por contratos assinados entre o Grupo OAS e o governo federal, mas os advogados do petista provaram que ele nunca recebeu nem foi dono do imóvel, que pertencia à OAS e foi inclusive dado em garantia de um empréstimo feito à Caixa Econômica Federal.

Os advogados ainda demonstraram que dona Marisa Letícia pagou, em prestações à cooperativa Bancoop, parte de uma cota que lhe daria direito a um apartamento no local, mas desistiu do negócio quando o empreendimento foi transferido à OAS. Ainda viva, a ex-esposa de Lula requereu a devolução dos valores pagos ao banco, que deverá ser feita diante de determinação do TJSP.

“Requer-se seja dado início à execução provisória da sentença, com a intimação da ré OAS, na pessoa de seus advogados constituídos, para que pague o valor atualizado da condenação, que em setembro de 2021 é de R$ 662.473.32 (seiscentos e sessenta e dois mil, quatrocentos e setenta e três reais e trinta e dois centavos), conforme cálculo descritivos anexos, sob pena da aplicação de multa de dez por cento e, também, de honorários de advogado de dez por cento”, diz a defesa no pedido.


TV 247

Tribunal de Justiça de São Paulo divulgou nesta quarta-feira, 26 de maio, acórdão sobre a decisão que determinou à OAS devolver ao espólio de Marisa Letícia Lula da Silva os valores que ela pagou pela cota de um apartamento simples no empreendimento, que nunca foi entregue a ela nem à família do ex-presidente Lula.

Assista ao VÍDEO


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