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sábado, 23 de maio de 2026

EUA divulgam o segundo lote de arquivos sobre OVNIs


Entre os arquivos divulgados recentemente, encontra-se um vídeo gravado por um sensor infravermelho da Guarda Costeira dos EUA em abril de 2024, mostrando um objeto voando próximo a uma aeronave no sudeste dos Estados Unidos.



 

O Departamento de Guerra dos EUA divulgou nesta sexta-feira (22) o segundo lote de arquivos sobre OVNIs e outros Fenômenos Anômalos Não Identificados. 



Trump se pronuncia após divulgação de
arquivos sobre fenômenos extraterrestres


Entre os arquivos divulgados recentemente, encontra-se um vídeo gravado por um sensor infravermelho da Guarda Costeira dos EUA em abril de 2024, mostrando um objeto voando próximo a uma aeronave no sudeste dos Estados Unidos.

Outro material, intitulado "Aceleração instantânea de fenômeno anômalo sírio não identificado", foi capturado por um sensor infravermelho a bordo de uma plataforma militar dos EUA em 2021 e carregado em uma rede classificada em 2024

 Após diversas análises, o Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios do Pentágono não encontrou evidências de que qualquer um desses incidentes tivesse origem extraterrestre.

Contudo, autoridades militares reconhecem que muitos casos permanecem sem solução ou explicação.

Fonte: RT Brasil


Poder360


Poder Internacional | O Departamento de Guerra dos Estados Unidos divulgou uma nova leva de arquivos desclassificados sobre OVNIs (objetos voadores não identificados), nesta 6ª feira (22.mai.2026).

A liberação dos arquivos foi determinada pelo presidente Donald Trump (Partido Republicano). Os documentos incluem relatos de pessoas que observaram orbes verdes, discos e bolas de fogo. Em 8 de maio, o governo norte-americano já havia divulgado um lote



Rony Vernet


Novo lote de documentos liberado pelo Governo dos EUA hoje (22/05) finalmente revelou o aguardado vídeo do OVNI "fantasma". O fenômeno não possui uma forma definida e gira em torno do seu próprio eixo, possuindo uma assinatura energética em sua volta. O caso ocorreu em 2024.



 Noite Oficial dos OVNIs no Brasil completa 40 anos

5 caças foram disparados para perseguir fenômenos que invadiram todo o território. Avistamentos em massa pela população obrigaram o Ministro da Aeronáutica a convocar coletiva de imprensa.

Áudios militares revelaram o que os militares viram e o segredo imposto:

"Brasília, bem vindos ao festival dos discos voadores!"

"Se alguém perguntar você não viu nada, você não sabe de nada!"



Ufologia - OVNIs - Aliens - UAP 01

Ufologia - OVNIs - Aliens - UAP 02




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segunda-feira, 18 de maio de 2026

O que revelam os arquivos secretos sobre OVNIs divulgados pelos Estados Unidos


Pentágono liberou acesso a mais de 160 documentos sobre vida alienígena


Pentágono liberou acesso a mais de 100 arquivos sobre vida alienígena • Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA

Na sexta-feira (8), o governo dos Estados Unidos começou a divulgar uma série de arquivos oficiais sobre objetos voadores não identificados, os OVNIs. O repositório inclui dezenas de fotografias, vídeos e relatórios militares sobre o avistamento de possíveis fenômenos extraterrestres.

Os arquivos foram publicados em um site oficial do Departamento de Guerra norte-americano. Ao todo, mais de 160 arquivos tiveram acesso liberado ao público.

A divulgação do dossiê sobre os “Fenômenos Aéreos Não Identificados” (UAP, na sigla em inglês), nomenclatura atual para OVNIs, foi realizada meses após uma ordem emitida pelo presidente Donald Trump.

Em sua rede social Truth Social, o chefe de estado comentou a liberação: "Quanto à minha promessa, o Departamento de Guerra liberou o primeiro lote de arquivos sobre OVNIs/UAPs para que o público os revise e estude [...] O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO?" Divirtam-se e aproveitem!"


Eventos misteriosos e depoimentos exclusivos


Os documentos revelam uma série de avistamentos de atividade terrestre, que se expandem por décadas. Entre imagens, comunicações de missões espaciais e gravações audiovisuais, os arquivos trazem uma série de relatos sobre possíveis aparições extraterrestres, incluindo o avistamento de objetos metálicos voadores se movendo a grandes velocidades.

Um dos arquivos que têm ganhado atenção é uma foto tirada na lua pela tripulação da missão espacial Apollo 17, realizada na década de 1970. Segundo o relatório, um dos astronautas observou três pontos de luz no céu que despertou a curiosidade do grupo por parecerem "partículas ou fragmentos de forma triangular e muito brilhantes".

Confira a imagem a seguir:


Foto tirada na missão Apollo 17 mostra três pontos de luz não identificados • Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA

Além disso, o banco de dados também traz uma gravação feita sobre o Mar Mediterrâneo, onde foi avistado um objeto em formato elipsóide se movendo a grandes velocidades próximo a aeronaves militares. Outros documentos incluem relatórios escritos durante a Guerra Fria e protocolos de defesa contra possíveis ameaças extraterrestres.

Segundo o Departamento de Guerra, o acervo inclui arquivos de agências governamentais como a NASA, o FBI, o Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional e o Gabinete de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios. Ainda de acordo com o governo americano, a proposta é que o site seja atualizado toda semana com novos conjuntos de documentos.


Liberação de arquivos divide opiniões


O anúncio teve repercussão imediata na mídia e voltou a colocar o tema dos OVNIs no centro do debate público, despertando tanto o interesse da comunidade científica quanto o surgimento de novas teorias da conspiração. Nas redes sociais, milhões de usuários passaram a examinar minuciosamente, quadro a quadro, os vídeos divulgados pelo Pentágono.

Ao mesmo tempo, a decisão também levantou questionamentos no cenário político dos Estados Unidos. Para alguns analistas, a desclassificação ocorre em um momento delicado para a Casa Branca, em meio a tensões internacionais e desafios econômicos internos, o que gerou especulações sobre possíveis motivações estratégicas por trás da medida.

Apesar das críticas, especialistas das áreas de segurança e astronomia consideram a iniciativa um dos maiores atos de transparência do governo americano sobre o tema nas últimas décadas.



Saiba mais sobre o assunto:



Fonte: Itatiaia


PRESIDENTE TRUMP: "Vamos divulgar mais informações sobre OVNIs em breve, pela transparência." "As pessoas querem saber, e vai ser interessante."





Ufologia - OVNIs - Aliens - UAP  01

Ufologia - OVNIs - Aliens - UAP  02


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domingo, 17 de dezembro de 2023

IRGC: Porta-aviões dos EUA Eisenhower sai do Estreito de Ormuz, Golfo Pérsico


O comandante da Marinha do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) afirma que um importante porta-aviões dos EUA deixou o estratégico Golfo Pérsico e o Estreito de Ormuz.


A foto do folheto mostra uma vista aérea dos porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos USS Gerald R. Ford e USS Dwight D. Eisenhower juntos no Mediterrâneo oriental em 3 de novembro de 2023. (Foto da Marinha dos EUA)

 

O contra-almirante Alireza Tangsiri disse na sexta-feira que as forças navais do IRGC estavam monitorando de perto o porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower, que foi destacado para a região sob o pretexto de evitar uma potencial escalada.



“Esta flotilha esteve no Golfo Pérsico por menos de 20 dias e esteve sob o comando das forças navais do IRGC”. supervisão de inteligência.

 

A implantação do navio de guerra dos EUA serve apenas para fins de propaganda nas atuais circunstâncias, afirmou o comandante, e não resultou em qualquer impacto “operacional”. resultado para os Estados Unidos.

Tangsiri disse que Eisenhower deu as respostas necessárias a todas as perguntas e informações solicitadas pelo centro de controle de tráfego aéreo da Marinha do IRGC no Estreito de Ormuz.

Ultimamente tem havido uma situação marítima frágil na região. Muitos acreditam que as actuais circunstâncias são um resultado direto do conflito na Palestina, onde o regime israelita tem estado ocupado com a sua selvageria contra o povo da Faixa de Gaza sitiada desde o início de Outubro. Os Estados Unidos enviaram dois dos seus principais porta-aviões para a região logo depois.

Washington disse na época que os navios de guerra foram enviados para evitar a propagação regional das hostilidades e para proteger Israel e seus aliados contra ameaças de outros países.

Isto ocorre porque as forças da marinha dos EUA não conseguiram resistir aos ataques das forças de resistência iemenitas contra navios ligados a Israel que passam pelos portos do país árabe no Mar Vermelho.

Irã determinado a forçar porta-aviões dos EUA 

a sair de águas regionais: Chefe da Marinha


O site da Press TV também pode ser acessado nos seguintes endereços alternativos:

www.presstv.co.uk

Fonte: Press TV


 

domingo, 31 de maio de 2020

Extrema direita faz manifestação "estilo KKK" em Brasília




Via: CONVERSA AFIADA

Grupo liderado por Sara Winter realizou ato contra o STF


No início da madrugada deste domingo 31/V, manifestantes bolsonaristas realizaram um ato em frente ao prédio do Superior TribunalFederal (STF), em Brasília. O grupo, liderado pela ativista Sara Winter, tinha como principal alvo o ministro Alexandre de Moraes.

Sara Winter, pseudônimo de Sara Fernanda Giromini, é uma ex-militante feminista que converteu-se à extrema direita, ao fundamentalismo católico e a movimentos pró-monarquia. Ela é uma das investigadas no inquéritodas fake news que corre no Supremo.

Ela também é uma das lideranças do movimento "300 doBrasil" - grupo de apoiadores de Bolsonaro atualmente acampado na Praça dos Três Poderes. Segundo reportagem da Folha de São Paulo publicada em 12/V, a própria Sara Winter confessa que o grupo possui participantes armados - o porte de armas de fogo em manifestações políticas é proibido pela Constituição Federal.

Nesta madrugada, entretanto, a manifestação dos "300 doBrasil" reuniu pouco menos de trinta participantes. O grupo, entretanto, chamou atenção: marchou até a sede do Supremo, bradando palavras de ordem como "viemos cobrar, o STF não vai nos calar" e "inconstitucional, Alexandre imoral".

O bando utilizava máscaras, roupas pretas e tochas - símbolos freqüentemente utilizados em manifestações da extrema direita pelo mundo, como os grupos "alt-right" dos Estados Unidos ou mesmo a Ku Klux Klan.



Em tempo: na quarta-feira 27/V, Sara Winter ameaçou o ministro Alexandre de Moraes em um vídeo publicado nas redes sociais: "a gente vai infernizar a tua vida. A gente vai descobrir os lugares que o senhor frequenta, a gente vai descobrir quem são as empregadas domésticas que trabalham para o senhor, a gente vai descobrir tudo da sua vida", disse a militante.



Em tempo2: Sarah Winter (com "h" no final) era o nome de uma simpatizante nazista acusada de espionagem durante a Segunda Guerra.




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sexta-feira, 21 de junho de 2019

Especialista avisa: Resposta do Irã à agressão dos EUA 'seria implacável e desproporcional'




Sputnik Brasil - o comandante do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC), Hossein Salami, declarou ontem (20) que a derrubada de drone é uma "mensagem clara" para Washington quanto à prontidão de Teerã para reagir em caso de ataque.

Esta situação fez com que as tensões alcançassem novos patamares, com os dois países alegando que estavam certos em relação às suas ações.

No entanto, a história mostra que os EUA não têm medo de ser os primeiros a atacar, rejeitando a culpa até conseguirem o que querem.

Tanto os Estados Unidos como Irã têm divulgado imagens defendendo as suas afirmações sobre a localização do drone RQ-4 Global Hawk: se este estava operando nas águas internacionais ou em espaço aéreo iraniano quando foi abatido pelo IRGC na quinta-feira (20).

Com muitas questões ainda sem resposta e relatos sobre uma guerra iminente entre o Irã e os EUA, Mohammad Marandi, especialista em estudos americanos e em literatura pós-colonial, professor na Universidade de Teerã, partilha sua análise da situação no programa da Rádio Sputnik Lound&Clear.


No Irã ninguém confia nos EUA, especialmente em Donald Trump


"Esta não é a primeira vez que drones dos EUA são derrubados no Irã, e os americanos já violaram o espaço aéreo iraniano em muitas ocasiões. Em uma ocasião os iranianos conseguiram hackear um drone dos EUA e fazê-lo pousar com sucesso em solo iraniano", disse Mohammad Marandi aos apresentadores do programa, descartando as alegações norte-americanas de que o drone de reconhecimento estava no espaço aéreo internacional quando foi abatido.

"Ninguém no Irã confia nos EUA, particularmente, ninguém confia em Trump", disse o professor.

Marandi recordou o terrível acontecimento de 3 de julho de 1988, o voo 655 da Iran Air, quando a aeronave foi derrubada por um míssil de cruzeiro disparado do navio USS Vincennes, da Marinha dos EUA, resultando na morte de 290 pessoas, entre os quais 66 crianças.

  • "Naquela altura os EUA mentiram sobre o voo, e a mídia ocidental reproduziu simplesmente a posição do Governo norte-americano. Eles mentiram descaradamente para fazer com que parecesse que a culpa era da companhia aérea iraniana a fim de justificar suas ações. Mais tarde tornou-se evidente que o avião estava agindo como qualquer outro avião deveria agir", disse Marandi.


O então presidente dos EUA George H.W. Bush afirmou pouco tempo depois que "nunca iria pedir desculpas pelos EUA, não me importa quais sejam os fatos".

A intensificação do conflito trará resultados devastadores à economia global
Ao ser perguntado sobre a crescente possibilidade de agressão por parte dos EUA, Marandi afirmou que seria "um grande erro de cálculo" para o presidente norte-americano Donald Trump ouvir os "assim chamados especialistas iranianos que dizem aos americanos que, se eles efetuarem um ataque limitado, os iranianos não iriam responder".

O especialista salientou também que tal agravamento do conflito teria consequências devastadoras para a economia global.

  • "Na minha opinião a resposta do Irã seria implacável e desproporcional", porque os iranianos irão não só retaliar contra as forças agressivas, mas também atacar os países que facilitarem os EUA a efetuar os ataques", opinou Marandi, incluindo países como os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita.


Embora a economia não deva ser colocada à frente das vidas, Marandi avisou que "se as pessoas não enfrentarem os Estados Unidos, sejam governos ou cidadãos, então todos pagarão um preço, porque o bem-estar das pessoas em todo o mundo depende da energia que vem da região do golfo Pérsico".

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