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segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

Maria Zakharova opina sobre fala de Antonio Tajani: “Precisamos de um exército europeu estabelecido”


Antonio Tajani é Vice-Primeiro Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação Internacional da Itália. É também secretário nacional do movimento político Forza Italia e Vice-Presidente do Partido Popular Europeu de centro-direita ( EPP )


Russian Embassy, UK


#Opinion por Maria #Zakharova

 

Antonio Tajani: “Precisamos de um exército europeu estabelecido” Um #EU militar? Talvez comece desenvolvendo sua própria vacina #COVID ? Ou descobrir como defender as fronteiras da UE de uma forma humana e de acordo com os compromissos internacionais? Ou resolver questões de migrantes e refugiados? Então você pode construir suas próprias forças armadas. E sim, quase me esqueci: para construir uma unidade militar conjunta seria sensato compreender de quem será o combustível utilizado. Ou o Presidente #US poderá chegar a #Brussels e dizer que está a aumentar os preços dos combustíveis, a menos que os militares da UE ataquem quem ele lhes ordenar. A propósito, por que razão é então que cada país #NATO (pense na UE) tem de pagar somas colossais para um conjunto de dinheiro (de fato para #Washington ), que foi alegadamente utilizado para garantir a UE segurança?


Descrição da Biografia de Antonio Tajani em seu Blog.


Nasci em Roma em 4 de agosto de 1953. Meu pai era oficial do exército italiano e minha mãe ensinava latim e grego. Quando o meu pai foi nomeado para comandar a NATO, levou-nos para França, onde vivemos durante cinco anos. Posteriormente, estudei na Universidade La Sapienza de Roma, onde me formei em Direito. Casado e tenho dois filhos, falo francês, espanhol e inglês, além da minha língua nativa, o italiano. Biografia completa ( aqui )


Antonio Tajani


Fonte:


 

sábado, 6 de março de 2021

Com pandemia em alta, média móvel de mortes no Brasil bate novo recorde


O Brasil registrou 1.498 novas mortes pela COVID-19 ao longo do último dia. Com isso, o total de óbitos provocados pela pandemia no país chegou a 264.446, enquanto a média móvel de mortes dos últimos sete dias atingiu um novo recorde, com 1.455.



 

Os números fazem parte do balanço deste sábado (6) do consórcio de veículos de imprensa que acompanha o surto do novo coronavírus no território nacional. Segundo esses dados, coletados junto às secretarias estaduais de Saúde, a variação na média de óbitos foi de 40% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nas mortes em decorrência da doença. Só nesta semana, foram mais de 10.000 vítimas fatais. 


 

 Em relação aos casos, 67.477 foram confirmados ao longo das últimas 24 horas, elevando para 10.939.320 o número de pessoas que já testaram positivo para a COVID-19 no país desde o início da pandemia. A média móvel de sete dias ficou em 61.527, maior número registrado até o momento e 29% a mais do que os casos registrados em duas semanas, indicando tendência de alta também nos diagnósticos.

Até o momento, 8.135.403 pessoas já receberam pelo menos a primeira dose de uma das vacinas que estão sendo usadas contra a COVID-19 no Brasil, o que representa 3,84% da população brasileira. Dessas, 2.686.585 já receberam a segunda dose (1,27% da população).

Fonte: Sputnik Brasil


UOL

Brasil registra mais de 10 mil mortes por covid-19 em 7 dias

Com 1.498 mortes por covid-19 registradas nas últimas 24 horas, o Brasil superou a marca de 10 mil óbitos em sete dias, o maior acumulado em uma semana desde o início da pandemia. Ao todo, o país tem 264.446 mortes. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, baseado nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.

Assista ao VÍDEO



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