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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

O jornal americano The Washington Post, revelou a trama de corrupção de Guaidó e seu grupo de criminosos, querendo apreender 40 bilhões de dólares em ativos da Venezuela para todo o Caribe.


The Washington Post

O Washignton Post  revela o problema ao afirmar que Guaidó, por meio de dois empresários em Miami chamados Jorge Reyes e Pedro Antar, disseram ter identificado até $ 40 bilhões em ativos do governo venezuelano em todo o Caribe. As participações, incluindo ações da empresa e dívidas não cobradas, estavam vinculadas à PDVSA estatal.

Em entrevista que o The Washington Post conseguiu realizar com Reyes, ele disse que Guaidó ligou ele mesmo, em abril de 2019, para manifestar interesse. Isso levou a mais de uma dúzia de reuniões com membros seniores da oposição de Guaido apoiada pelos EUA e seus agentes.

Mas durante uma reunião em dezembro de 2019 no subúrbio de Doral, em Miami, Reyes disse que ele e Antar receberam uma carta manuscrita, uma fotografia da qual foi dada ao The Post, com uma lista do que ele descreveu como ações judiciais. chocante.

Essas ações judiciais incluíram um pagamento adiantado de US $ 750.000 a uma empresa da Flórida que, segundo os registros do estado, é co-propriedade de Magin Blasi, irmão de um alto funcionário da embaixada venezuelana controlada por Guaidó em Washington. Essa empresa também se tornaria sua parceira, estipulava a carta, dividindo a comissão de 18 por cento que os homens haviam negociado com funcionários de Guaido.

"Fiquei maravilhado", disse Reyes. “Eu me perguntei: 'Guaidó sabe disso?' Quero dizer, esses caras estavam claramente tentando fazer algo ilegal. Você não pode nem falar sobre algo assim em solo americano. Foi extorsão. . . Pagamos ou não conseguimos o contrato. 

Os dois funcionários do governo Guaidó com quem Reyes e Antar discutiram o acordo de Miami, Javier Troconis e Fernando Blasi, negam qualquer irregularidade. Eles dizem que a descoberta tardia de um caso anterior de fraude envolvendo Reyes os levou a rejeitar o negócio. (Reyes está apelando das acusações nesse caso.)

Quando as acusações de Reyes e Antar foram relatadas pela primeira vez pelo site de Miami Factores de Poder de Patria Poleo, o governo fictício Guaidó emitiu um comunicado em setembro rejeitando-as como infundadas. Mas nas últimas semanas, as autoridades fizeram lobby por uma investigação interna, conduzida por um comitê de legisladores da Assembleia Nacional, controlada pela oposição ilegítima.

A nota completa no The Washigton Post

Fonte: Lechuguinos


CausaOperariaTV


A crise na Venezuela foi causada pela burguesia venezuelana ligada diretamente ao imperialismo norte-americano. Com a morte de Hugo Chávez, ela abriu uma crise política que tentou aproveitar ao impor um severo boicote econômico. Os empresários locais impediram a produção e distribuição de produtos básicos, causando uma escassez para colocar a culpa no governo de Nicolás Maduro através de seus meios de comunicação da direita. O imperialismo também impôs um bloqueio econômico impedindo que o país comprasse remédios e alimentos. Trata-se de uma tentativa de golpe de Estado, com diversos mecanismos, para derrubar o governo nacionalista e conquistar os recursos naturais da Venezuela, que tem a maior reserva de petróleo do mundo. O vídeo é de 2014, no início da crise golpista.




domingo, 3 de março de 2019

Maduro muda escritório da PDVSA de Lisboa para Moscou, entenda os motivos!





A petroleira estatal venezuelana PDVSA decidiu transferir seu escritório europeu de Lisboa para Moscou devido aos altos riscos que a potencial confiscação de suas receitas petrolíferas por parte de Washington representariam, opinou o chefe do Bosphorus Energy Club, Mehmet Ogutcu.

Segundo o especialista, a Venezuela está preocupada com as posssíveis confiscações de ativos da estatal PDVSA depois que os EUA impuseram sanções contra a empresa.


"Daí a decisão de transferir sua sede europeia para a Rússia, desta maneira os ativos não vão correr risco", revelou ao canal russo RT.

  • O especialista observou que o governo venezuelano está lutando para encontrar novos compradores para o petróleo bruto venezuelano que já havia sido vendido às refinarias americanas.


Os EUA adquiriam aproximadamente 500 mil barris de petróleo venezuelano diariamente antes de Washington introduzir sanções contra a PDVSA, congelando seus ativos no valor de sete bilhões de dólares.

Ogutcu disse que, nas atuais circunstâncias, as receitas venezuelanas provenientes das vendas de petróleo poderiam ser facilmente confiscadas pelos EUA.


Ao mesmo tempo, as empresas de energia da Rússia podem facilmente adquirir o petróleo venezuelano com o objetivo de revendê-lo mais tarde.

"A Rússia já estendeu seus créditos à Venezuela e está recebendo o petróleo para compensar o pagamento da dívida", acrescentou.

O analista russo Anton Pokatovich, do banco de investimentos BKS Premier, disse, por sua vez, que Moscou e Caracas poderiam estabelecer uma cooperação, trocando petróleo bruto por bens humanitários.

  • "A Rússia poderia desenvolver o mesmo mecanismo que a UE está atualmente tentando implantar com o Irã para não interromper o comércio com o setor de petróleo iraniano", disse ele.


No âmbito das recentes sanções, Washington bloqueou os pagamentos para a conta bancária da PDVSA, forçando os compradores de petróleo venezuelano a fazer todas as transações através de uma conta separada à qual a empresa não tem acesso.

Em 1 de março, a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, declarou durante a sua visita a Moscou que o presidente Nicolás Maduro ordenou o fechamento do escritório da gigante estatal petroleira PDVSA em Lisboa e sua transferência para Moscou.


Delcy Rodríguez: "Maduro deu instruções para mudar o escritório da PDVSA de Lisboa para Moscou"


A vice-presidente da Venezuela afirmou que Caracas tomarámedidas legais para recuperar seus ativos em outros países, que foram entreguesà oposição.




Sem Censura 🎭🎨

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Petrolífera estatal venezuelana transfere contas de suas joint ventures para banco russo




Fonte: Sputnik Brasil


A petrolífera estatal venezuelana PDVSA está transferindo contas bancárias pertencentes a suas joint ventures para um dos maiores bancos russos, o Gazprombank, em meio a sanções dos Estados Unidos, informou a agência de notícias Reuters neste sábado (9).

De acordo com a agência, a PDVSA instruiu os clientes das joint ventures a transferir os lucros das vendas de petróleo para as novas contas bancárias abertas pelo banco russo.

A agência também disse que a petroleira venezuelana pediu a seus parceiros estrangeiros de energia que decidam se irão continuar a fazer parte de suas joint ventures. Os parceiros estrangeiros incluem a Chevron Corporation, a Norwegian Equinor e a Total.
Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA anunciou que Washington havia congelado US$ 7 bilhões em ativos pertencentes à PDVSA para disponibilizar parte do dinheiro para o autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó.

Rússia prepara projeto de apoio à Venezuela no Conselho deSegurança da ONU, diz fonte




A Rússia preparou um projeto próprio de resolução para ser apresentado no Conselho de Segurança da ONU em apoio à Venezuela, disse uma fonte diplomática à Sputnik International.

De acordo com informações publicadas na mídia, os Estados Unidos teriam um projeto de resolução a ser apresentado no Conselho de Segurança, porém, apoiando novas eleições presidenciais no país.


Anteriormente, o chefe do departamento para a América Latina do Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que Caracas não enviou solicitação à Moscou com pedido de assistência militar. O diplomata também acrescentou que a Rússia está aberta ao diálogo com os políticos da Venezuela dispostos a uma discussão construtiva sobre a situação no país latino-americano.

A tensão política na Venezuela aumentou recentemente quando o líder opositor Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino da Venezuela. A medida foi reconhecida pelo governo dos Estados Unidos, Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e outros países.

Já Rússia, China, México, Turquia e Uruguai estão entre os países que mantiveram apoio à legitimidade do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.




 Vladimir Putin: "Nós advertimos Donald Trump, Brasil ea Colômbia sobre ação militar na Venezuela".




Irã reafirma apoio a Nicolás Maduro e mostra ao mundo seunovo míssil de cruzeiro de longo alcance.








Russian army 2019



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