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quinta-feira, 11 de março de 2021

Lula sinaliza para possível reestatização de subsidiárias e refinarias da Petrobras vendidas por Bolsonaro


"Esse mercado já conviveu com o PT por 8 anos em um governo meu e mais 6 anos em um governo da Dilma. Do que o mercado tem medo?", disse ainda o ex-presidente


O ex-presidente Lula na Petrobras (Ricardo Stuckert)


Durante discurso histórico realizado no Sindicado dos Metalúrgicos do ABC nesta terça-feira (10), o ex-presidente Lula sinalizou para a possibilidade de reverter o ciclo de desmonte que se abate sobre a Petrobras.


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“Se o mercado quer ganhar dinheiro investindo em coisas produtivas, ele tem que gostar de mim. O mercado quer ganhar vendo o povo ser consumidor… Agora, se o mercado quer ver a entrega da soberania nacional, não votem em mim. Nós não vamos privatizar”, disse o ex-presidente ao ser questionado sobre a reação do mercado à anulação de suas condenações.

“Quem estiver comprando as coisas da Petrobras está correndo risco porque a gente pode mudar muita coisa”, completou.

Nos governos de Michel Temer e de Jair Bolsonaro, a diretoria da estatal petrolífera tem promovido a venda de refinarias e subsidiárias, enfraquecendo a empresa e o papel dela na soberania nacional. Lula disse em outro momento do discurso que o país não encontrou o pré-sal para ficar exportando petróleo cru.


Do que o mercado tem medo?

Lula questionou ainda o “medo” do mercado contra ele. “Eu às vezes fico encabulado e injuriado com algumas coisas que se falam. Por que você acha que o mercado tem medo de mim? Esse mercado já conviveu com o PT por 8 anos em um governo meu e mais 6 anos em um governo da Dilma. Do que o mercado tem medo?”, disse.

O ex-presidente ainda reforçou sua posição contrária à autonomia do Banco Central. “É melhor o Banco Central estar na mão do governo do que na mão do mercado. É muito melhor. A quem interessa essa autonomia? Não é ao trabalhador, não é ao presidente da CUT, é a o mercado financeiro”, declarou.

Fonte: Revista Fórum


Rede TVT

Vender refinarias é "burro" do ponto de vista econômico, diz doutora da Unicamp - 5 de out. de 2020

No dia primeiro de outubro, o Supremo Tribunal Federal aprovou a venda de refinarias pela Petrobras sem a necessidade de autorização do Congresso Nacional. A medida tem causado indignação entre os petroleiros. Para Juliane Furno, doutora em desenvolvimento econômico da Unicamp, uma reação correta, já que desmontar e vender a empresa em partes não trará qualquer benefício à sociedade brasileira ou à economia.

Assista ao VÍDEO


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Chega a 1 bilhão de barris a produção do pré-sal



ENERGIA


Jornal GGN - Ontem (14), a Petrobras comemorou a marca de 1 bilhão de barris de petróleo produzidos no pré-sal. A empresa ressalta ela e seus parceiros atingiram esse total somente seis anos após a entrada do primeiro sistema de produção, no campo de Lula, na Bacia de Santos, e dez anos após a primeira descoberta em 2006.

A marca de 1 bilhão de barris “demonstra a capacidade técnica e de realização da companhia”, disse a Petrobras, comparando o feito com outras áreas de exploração de petróleo ao redor do mundo, como na parte americana do Golfo do México. Lá, tal patamar foi atingido 14 anos após o início da produção.


Em solenidade realizada no FPSO Cidade de Itaguaí, localizado na Bacia de Santos, dirigentes da empresa como Pedro Parente homenagearam os pioneiros da descoberta e do desenvolvimento do pré-sal.

“Não temos dúvida da nossa imensa capacidade de realização. Estou muito emocionado diante da grandeza do que está acontecendo aqui hoje”, afirmou Parente, presidente da companhia.

Ainda de acordo com a Petrobras, o pré-sal tem produtividade média acima da indústria mundial em campos offshore, atingido 25 mil barris por dia por poço em alguns casos.

A empresa também ressaltou a importância do pré-sal para sua recuperação econômica, afirmando que produz um petróleo de “ótima qualidade” e com custo de extração menor que US$ 8 por barril.

O pré-sal representa quase 50% da produção operada pela Petrobras e por cerca de 35% da produção própria da empresa. Outros 16 novos sistema de produção vão entrar em operação entre 2017 e 2021.

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A lava jato foi a "ponta de lança" para o golpe e o roubo das riquezas do Brasil




A excelente matéria da repórter Cíntia Alves do GGN pode trazer a tona uma questão que intriga qualquer brasileiro ou brasileira que se debruça sobre os efeitos colaterais da Lava-jato: como pode a justiça do país deixar quebrar a indústria nacional tão facilmente.

Os impactos da operação anticorrupção mais famosa da nossa história - com o espetáculo midiático tão pesado seria difícil não sê-la - causaram, no mínimo, um déficit de 140 bilhões de reais, ou 2,5% do PIB, segundo estudo do “insuspeito” tucano Gesner Oliveira.

E a resposta para o porque da Força Tarefa da Operação não ter ligado muito para a quebra da indústria nacional, desde empreiteiras até micro e pequenas empresas indiretamente com tamanha queda do PIB, esta bem clara no documento (oficial!) que o Wikileaks revelou aos brasileiros em 2009.

Segundo a então diretora relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda: “Petrobrás terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos.”

Repetindo: poderia prejudicar os fornecedores americanos!

Ou seja, com o Pré-Sal e a Lei da Partilha original - que o entreguista do Temer conseguiu alterar na câmara - os fornecedores americanos se sentiram ameaçados e implementaram um Lobby pesado no Senado para acompanhar os trâmites sobre as regras da exploração de águas ultra-profundas. O consulado americano, inclusive, definiu a estratégia de “recrutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro” [na época, a esperança era a vitória do Serra em 2010 para mudar a lei].



Pois bem, qual o primeiro projeto do José Serra, citado no telegrama, quando virou senador pelo estado de São Paulo em 2014? Mudar, justamente, as regras da Lei da Partilha que contrariavam as petrolíferas internacionais no telegrama.

Bom, Carla Lacerda, da Chevron, disse em 2009 que “Eles [governo Lula] são os profissionais e nós [lobistas das empresas de petróleo] somos os amadores”.

Parece que as empresas aprenderam direitinho que a joia rara do lobby estava mesmo era no judiciário, pois o legislativo não tem muita credibilidade para trabalhar temas escancaradamente entreguistas contra uma figura da popularidade do ex-presidente Lula.

Assim, Moro e o Ministério Público quebraram a indústria nacional e abram caminho para que os fornecedores americanos pudessem lucrar com o mercado nacional (tem dúvidas? Então veja com carinho que a GE Oil &Gás comprou a Baker Hughes numa operação bilionária em plena crise).

O Tio-Sam usou o Serra enquanto pode, mas se “profissionalizou”  e apostou as fichas mesmo em Moro e Dallagnol para destruir o capital produtivo do país e abrir as portas para as multinacionais estrangeiras continuarem a abusar  do Brasil e impedir que nossa soberania nacional nos fizesse protagonistas no mercado mundial para que continuemos como uma mera colônia a ser explorada pela elite mundial.

A Chrevon de Lacerda aprendeu, afinal, que não deveria ser amadora, pois não há espaço no Brasil para tais pessoas.




Lava Jato e cooperação norte-americana


 A Lava Jato irrompe em meados de março de 2014, a partir de uma interceptação de esquema ilegal do doleiro Alberto Yousseff, que desencadeou a operação que iria apurar irregularidades na gestão da Petrobrás, o que acabou por tornar-se ao longo do tempo em uma operação política contra o Partido dos Trabalhadores, Lula e Dilma.

A Lava Jato tem uma colaboração Jurídica norte-americana para investigar a Petrobrás, “cooperação” entre aspas, que na geopolítica poderia ser considerado como entregar aos americanos, informações comerciais, estratégicas e também uma cooptação maior do Estado Norte-Americano e seu objetivo político.

A tal “associação” entre Lava Jato, pode ser classificada como continuação da espionagem americana, como afirmam petroleiros [ leia aqui ] e deles tem uma influência grande no trato jurídico e político da questão da Petrobrás.

Moro e o treinamento nos EUA




Documentos do governo dos EUA vazados pelo Wikileaks revelam o treinamento de Sergio Moro e mostram como os trabalhos do juiz federal e da Lava Jato sofrem influência daquele país. O informe cita ainda assessoria externa em ‘tempo real’ para os brasileiros. Pontos a serem analisados:

Sergio Moro participou do seminário na condição de palestrante, em outubro de 2009, expondo de acordo com o telegrama recebido pelos governo dos EUA, as “15 questões mais frequentes nos casos de lavagem de dinheiro nas cortes brasileiras”. O que denota a aproximação do juiz em questão com o Departamento de Estado norte-americano.

Para os agentes do EUA envolvidos no projeto, “(…) há necessidade continuada de assegurar treinamento a juízes federais e estaduais no Brasil, e autoridades policiais para enfrentar o financiamento ilícito de conduta criminosa. (…) Idealmente, o treinamento deve ser de longo prazo e coincidir com a formação de forças-tarefa de treinamento. Dois grandes centros urbanos com suporte judicial comprovado para casos de financiamento ilícito, especialmente São Paulo, Campo Grande ou Curitiba, devem ser selecionados como locação para esse tipo de treinamento.”- Cooptação política dos mesmos operadores do direito, o que prova é a Lava Jato mirar unicamente o PT em suas “operações de fato” ( recentemente FHC passou a “ser investigado” mas o processo demora, até a defesa da mulher de Eduardo Cunha teve 4 meses para sua defesa)

" Começa o plano B dos grandes centros financeiros do mundo". Agora começa a Grande Batalha do Atlântico Sul.



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sexta-feira, 11 de março de 2016

Os Yankees precisam acabar com o PT para nos roubar com o apoio dos golpistas comprados




" Começa o plano B dos grandes centros financeiros do mundo. Agora começa a Grande Batalha do Atlântico Sul.




Vou ser direto:

Teorias conspiratórias sempre receberam pechas pejorativas. Isto é uma forma de desacreditar quem ousa pensar fora da caixa. Mas certas teorias são amplamente confirmadas pela prática. Logo, a teoria que foi ao ar pelo jornalista Paulo Henrique Amorim afirmando que os russos alertaram ogoverno brasileiro sobre o golpe da CIA mediante a manipulação dos desdobramentos da operação Lava-Jato  é de uma precisão tremenda.

A intenção é enfraquecer o governo, enfraquecer a Petrobras para vendê-la à Chevron, caçar o Lula e prendê-lo, derrubar o governo Dilma e retirar o Brasil do Brics.

A operação Lava-Jato é um golpe. Sérgio Moro é teleguiado. Ele é um agente contratado para tentar desmantelar o desenvolvimentismo nacional dos últimos 13 anos e destruir o PT. Ele também é um desequilibrado, logo, é figura certa nos planos financeiros/desestabilizadores americanos.
Não vamos poder contar.

  • Com a imprensa do golpe. Ela jamais atuaria contra os interesses dela mesma, qual sejam, recolonizar o Brasil.
  • Com aqueles coxinhas fanáticos antipetistas. Eles tiveram seus cérebros lavados de tal maneira que sobrou apenas sabão na caixa craniana.
  • Com os esquerdistas mais radicais. Eles sonham com um colapso que lhes daria a grande chance de lutar ao lado de anarquistas imbecis tacando pedras em vidraças, além de reafirmarem sua "revolução sem povo".
  • Com boa parte do Judiciário aparelhado ao contrário. Juízes, procuradores, promotores e delegados, muitos deles, foram colocados ao longo dos anos em postos centrais de decisões judiciais por grupos golpistas do grande capital.



Os russos com suas inteligências bem informadas deram o aviso: a Lava Jato é
para entregar a Petrobrax à Chevron.

Os Ivans têm experiências que dispensam maiores comentários. Vladimir Putin era da KGB. Eles sabem do que estão falando.

O Lula avisou: vai começar a bater asas denunciando o golpe e as ingerências externas por esse Brasil afora.

Só mais um alerta. Antes eu tinha dúvidas, agora tenho certeza: José Eduardo Cardozo não é um banana, ele é um quinta-coluna.
A nossa independência vai ter que ser gritada, de verdade, pela primeira vez.
E espero que sem mortes. ( Texto: Daniel Spirin Reynaldo )


O dia que durou 21 anos completo




O petróleo é deles!


O inusitado acordo do governo Dilma com o PSDB possibilitou a aprovação no Senado do PL do Serra que entrega o pré-sal às multinacionais


Com as galerias fechadas ao público, o Senado aprovou na noite desta quarta (24/ 02), por 40 votos a 26, o Projeto de Lei (PL) 131/2015, do senador José Serra (PSDB-SP), que abre às multinacionais estrangeiras a possibilidade de explorar o pré-sal.

Foram mais de seis horas de intenso debate, em que a bancada do PT se posicionou unânime ao lado do grupo mais progressista da casa, que defendia a manutenção da maior estatal brasileira como a operadora única do maior tesouro brasileiro.

No final da tarde, porém, um inusitado acordo firmado entre PSDB, PMDB e o governo Dilma Rousseff para a aprovação do projeto proporcionou a vitória da proposta tucana. O teor do acordo foi materializado no substitutivo apresentado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), apresentado como um meio termo entre as regras atuais e a mudança completa proposta por Serra.


Pelas regras atuais, aprovadas em 2010, a Petrobrás é a exploradora única do pré-sal, com a prerrogativa de deter pelo menos 30% de participação nos consórcios firmados para explorar o petróleo no mar. O texto de Serra propunha a abertura à participação das multinacionais, e previa que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) poderia oferecer ou não à Petrobrás a possibilidade de participar da extração de cada campo. ( leia na íntegra ).


Paulo Vannuchi analisa política da R.B.A fala sobre o "golpe" de José Serra relacionado ao pré-sal.





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