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domingo, 19 de julho de 2020

Juiz condena Japonês da Federal à perda do cargo e multa de R$ 200 mil por contrabando





O juiz Sérgio Luis Ruivo Marques, da 1ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu, condenou o agente da Polícia Federal (PF) Newton Hinedori Ishii, de 65 anos, conhecido como Japonês da Federal por sua atuação na Operação Lava Jato pela PF, acusado de facilitar contrabando.

Em 2003, a PF identificou 28 federais – sendo 22 deles agentes da PF, 4 servidores da Receita Federal e 2 policiais rodoviários federais – envolvidos em um esquema de facilitação de contrabando pela fronteira Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu. Na Operação Sucuri, dos 28 réus, 24 foram condenados, doi foram excluídos e dois absolvidos.

O Japonês da Federal foi condenado a perder sua função na PF e a pagar uma multa civil de 40 vezes a renda média autodeclarada, perfazendo um valor de R$ 200 mil. “Há que se ressaltar que o réu Newton Hidenori Ishii é determinado, quando o assunto é cobrar propina para facilitar o contrabando/descaminho. No caso, Newton Japonês escolheu o tipo de mercadoria que aceitaria facilitar e, ainda, fixou o preço da propina a ser cobrada pela omissão na atribuição de combater o crime que lhe foi conferida pelo Estado”, diz trecho da sentença.





No Twitter





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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Deputado revela esquema entre FHC, Globo, Brasif e Fifa



Paulo Pimenta (PT-RS) apresenta no dia(25/02/2016 à imprensa. 


Um organograma detalhando o esquema envolvendo o ex-presidente, as organizações Globo, Brasif, Fifa e a empresa panamenha Mossack Fonseca. O levantamento, que você confere a seguir, será entregue ao Ministério da Justiça e à Procuradoria-Geral da República.
 

Na tarde de quinta-feira (25), o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) apresentou um organograma detalhando o esquema envolvendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), as organizações Globo, Brasif, FIFA e a empresa panamenha Mossack Fonseca, acusada de realizar operações com offshores destinadas à lavagem de dinheiro, evasão de divisas e ocultação de patrimônio.

O levantamento, feito a partir da compilação do trabalho investigativo de jornalistas e blogueiros, será entregue ao Ministério da Justiça e à Procuradoria-Geral da República. “Esse é um trabalho colaborativo que merece ser continuado. Um esforço em reunir informações para subsidiar nossa ação militante”, afirmou o parlamentar.


Na terça (23), deputados do PT e do PCdoB entregaram ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, um ofício solicitando a investigação de crimes que teriam sido cometidos pelo tucano. “Não se trata, por óbvio, de adentrar na intimidade da vida amorosa do ex-presidente. No entanto, os fatos relatados podem ser tipificados como crime de evasão de divisas, corrupção passiva e crime contra a ordem tributária, o que torna inafastável a atuação de Sua Excelência”, afirmaram no documento sobre as acusações levantadas pela ex-amante de FHC, Mirian Dutra.


MIRIAN DUTRA ENTREGA IRMÃ E RELAÇÃO GLOBO-BNDES

Em  entrevista, desta vez ao jornalista Joaquim Carvalho, publicada no DCM, a ex-amante de FHC revela que a irmã, Margrit Schmidt, funcionária-fantasma de José Serra e presença constante nos protestos anticorrupção, ficou milionária explorando o filho que ela, Mirian, teve com FHC; "era a cunhadinha do Brasil"; ela disse ainda que a Globo recebeu subsídios do BNDES por tê-la exilado na Europa e disse que Alberico Souza Cruz, ex-diretor da emissora, ganhou uma concessão de TV em Minas; quando ela quis voltar, percebeu que não poderia atrapalhar a reeleição de FHC; Mirian também ironiza Eliane Cantanhede, que, segundo ela, "sabe muito bem da história"; "Esse pessoal perde a compostura quando é para defender seus amigos",critica


Mirian chama sua saída do Brasil de um autoexílio, e diz que o diretor de jornalismo da Globo à época, Alberico de Souza Cruz, padrinho do seu filho Tomás, o ajudou muito nessa saída.

“Eu gosto muito do Alberico, e ele dizia que me ajudou porque me respeitava profissionalmente. Éramos amigos, conhecíamos segredos um do outro, mas eu fiquei surpresa quando, mais tarde, no governo de Fernando Henrique, ele ganhou a concessão de uma TV em Minas. Será que foi retribuição pelo bem que fez ao Fernando Henrique por me ajudar a sair do Brasil?”

No caso de Alberico, ela não passa da insinuação, mas quando o assunto é uma de suas irmãs, Margrit Dutra Schmidt, a jornalista é direta. Segundo Mirian, a irmã era dona da Polimídia, uma empresa de lobby em sociedade com o marido, Fernando Lemos, que cresceu nos anos 90, com a venda de serviços de gestão de crise.

“A minha irmã tinha as portas abertas em tudo quanto é lugar e era chamada de ‘a cunhadinha do Brasil.’ Agora soube que ela tem um cargo de assessora do Serra no Senado e não aparece para trabalhar. Eu não sabia, mas não fiquei surpresa. Este é o bando de gente para quem ela sempre trabalhou. E o Serra eu conheço bem.”

“Por que a imprensa não vai atrás dessas informações? A minha irmã, funcionária pública sem nenhuma expressão, tem um patrimônio muito grande. Só o terreno dela em Troncoso vale mais de 1 milhão de reais. Tem conta no Canadá e apartamentos no Brasil. Era a ‘cunhadinha do Brasil’”.

No que diz respeito a seu contrato com a Globo, nos anos que ela considera de exílio no exterior, Mirian quebra o silêncio e vai além das declarações protocolares. “Sabe o que eles fizeram comigo? Ensaboa mulata, ensaboa…”, diz, cantarolando a música de Cartola.

Segundo ela, quem ensaboava era Carlos Henrique Schroeder, atual diretor geral da Globo, na época o número 2 do jornalismo.

Mirian tomou a decisão de comprar um apartamento em Barcelona e ir para lá, como contratada da Globo, e produzir matérias de lá. A empresa topou, mas, mesmo pagando a ela um salário de 4 mil euros (cerca de R$ 18 mil), não aprovou a realização de nenhuma pauta em muitos anos.

“Me manter longe do Brasil era um grande negócio para a Globo”, diz. “Minha imagem na TV era propaganda subliminar contra Fernando Henrique e isso prejudicaria o projeto da reeleição.”

Mas o que a empresa ganhou com isso?

“BNDES”.

Como assim?

“Financiamentos a juro baixo, e não foram poucos”.

Mirian afirma que a demissão da TV Globo, em setembro do ano passado, foi o que a levou a decidir fazer um relato da sua vida.

Foi um episódio que ela considera cruel. Depois de 25 anos de Globo, entre afiliada em Santa Catarina e Brasília, recebeu um e-mail de José Mariano Boni de Mathis, diretor executivo da Central Globo de Jornalismo. Curto e seco, ele informou: seu contrato não será renovado.

“A partir daí, eu não era mais a Mirian da TV Globo e me senti livre para fazer o que sempre quis, mas não podia: desenterrar os ossos e enterrar de novo, era como publicar um diário. Mas vi que esse cadáver incomoda muita gente, e a repercussão foi maior do que eu imaginava. Agora eu tenho que ler até o artigo de uma jornalista que me conhece e sabe bem dessa história, a Eliane Cantanhede, que me compara ao caso da Luriam, Miriam Cordeiro. Esse pessoal perde a compostura quando é para defender seus amigos. Absurdo.”

E qual a relação do seu exílio com o projeto de poder representado pela emenda da reeleição?

“Mostra o jogo pesado que foi a continuidade do governo de Fernando Henrique Cardoso. Só olhar para o que aconteceu no segundo governo: as privatizações mais selvagens. Não podia dar errado, a Mirian não podia atrapalhar os grandes negócios. Está na hora de quebrar a blindagem desse pessoal. Mas onde estão os jornalistas, que não investigam?”

Via: 247

Link da matéria na integra.



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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Gangue dos Cunhas - Impunidade - EUA - SUÍÇA - HSBC - SwissLeaks




Delatores apontam cinco novas contas de Eduardo Cunha no exterior




ONG denuncia facilidade em lavar dinheiro nos EUA



Washington, 1 Fev 2016 (AFP) - A ONG Global Witness realizou entrevistas com câmeras escondidas com 13 advogados de Nova York para denunciar a facilidade com que o dinheiro potencialmente sujo pode ser transferido e administrado nos Estados Unidos através de empresas de fachada.

Um membro da ONG se fez passar pelo assessor de um ministro de um país africano que havia acumulado vários milhões de dólares a partir de concessões de mineração e queria transferir esse dinheiro discretamente para os Estados Unidos para comprar um jato particular, um iate ou uma casa.

"Criamos deliberadamente uma situação que dava origem à suspeita", explica a Global Witness em seu site.

Todos os advogados, exceto um, foram benevolentes e sugeriram a criação de empresas de fachada nos Estados Unidos, a fim de ocultar o patrimônio do ministro, assegurou a organização.

"Você cria uma empresa em Delaware que será dona do bem imobiliário", declarou um deles nessas conversas filmadas sem seu conhecimento e que a Global Witness publicou na internet.

Vários estados americanos, incluindo Delaware, oferecem a possibilidade de criar empresas de fachada sem que o nome do beneficiário final seja conhecido ou comunicado às autoridades.

"Este é um dos lugares no mundo onde você pode fazer isso legalmente", afirma Global Witness.

Durante as entrevistas, muitos advogados chegaram a propor que o dinheiro do falso ministro africano fosse enviado através das contas bancárias de seus escritórios, a fim de evitar suspeitas entre as autoridades.

Apenas um deles rejeitou o falso representante. "Isso não é para mim, os meus padrões são mais elevados", declarou o advogado Jeffrey Herrmann, que também se recusou a recomendar o cliente falso a outros colegas. "Eles se sentiriam insultados", disse ele.


Justiça francesa confirma acusação do HSBC por fraude fiscal


Paris, 1 Fev 2016 (AFP) - A corte de apelações de Paris confirmou nesta segunda-feira a acusação, em abril de 2015, do banco britânico HSBC por fraude fiscal, indicaram à AFP fontes ligadas ao caso.

O HSBC foi responsabilizado por cumplicidade na ocultação de fraude fiscal e por cumplicidade em venda ilícita. Os juízes consideram que o banco não vigiou suficientemente sua filial suíça, a HSBC Private Bank, acusada de ter posto em andamento um sistema de evasão fiscal dirigido em particular a clientes franceses.

"Estamos decepcionados com o resultado do processo de apelação. Continuaremos nos defendendo vigorosamente", anunciou a HSBC Holdings Plc em um comunicado.

Em abril, os juízes financeiros impuseram uma fiança de um bilhão de euros ao HSBC, mas em junho, a quantia foi reduzida até 100 milhões de euros pela sala de instruções da corte de apelações de Paris.

Os investigadores estão convencidos de que a filial suíça do HSBC propôs entre 2006 e 2007 aos seus clientes várias operações e esquemas financeiros através de paraísos fiscais para dissimular sua renda perante o fisco. Também acreditam que ajudavam os clientes a escapar de uma diretriz europeia para tributar a renda da poupança.

O caso teve início em 2008, quando um ex-analista de sistemas do HSBC Suíça, Hervé Falciani, entregou à França arquivos roubados, que depois permitiram abrir várias investigações também na Espanha e na Bélgica, entre outros países europeus.

Há um ano, uma rede mundial de periódicos (denominada'Swissleaks') acusou o HSBC de ter escondido na Suíça, entre 2006 e 2007, cerca de 180 bilhões de euros de clientes ricos para evitar que pagassem impostos em seus respectivos países.

#Veja mais 4 empresas de lavagem de dinheiro da gangue dos Cunhas



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domingo, 3 de janeiro de 2016

" No Brasil a crise globalizada são atributos do PT " - Blooomberg


 400 mais ricos do mundo perdem bilhões em 2015 




A bloombeg noticia perda, na verdade " nada se perde, tudo se transforma," existe uma " dança de cadeiras" no mercado especulativo de ações, enquanto empresas perdem, outras ganham e acumulam sozinhos, mais do que o PIB de todos os países da terra. O neoliberalismo precisa acabar, vivemos das migalhas daqueles que controlam tudo, somos a base da pirâmide, Estamos sob a sola dos sapatos dos imperialistas e, desse sistema cativo e opressor. Temos que dar os primeiros passos aqui no Brasil, lutar pela taxação das grandes fortunas.




As 400 pessoas mais ricas do mundo controlam um total combinado de US$ 3,9 trilhões, de acordo com o índice, mais do que o PIB de todos os países da Terra, exceto os EUA, a China e o Japão. No seu auge, em 18 de maio, os bilionários tinham quase US$ 4,3 trilhões, um aumento de US$ 267 bilhões desde 1º de janeiro. Em agosto, eles perderam esses ganhos e mais quando a venda de ativos em todo o mundo eliminou até US$ 182 bilhões em uma semana.








(Bloomberg) -- As pessoas mais ricas do planeta ficaram um pouco mais pobres neste ano.

 As 400 pessoas mais ricas do mundo perderam US$ 19 bilhões em 2015, segundo o índice Bloomberg Billionaires. A queda dos preços das commodities e os sinais de um crescimento mais lento na China assustaram investidores de todo o mundo, levando ao primeiro declínio anual do índice diário de riqueza desde sua estreia em 2012.

“Depois de três anos excelentes, os mercados de ações ficaram de lado em 2015”, disse o bilionário Ken Fisher, fundador da Fisher Investments, que gerencia mais de US$ 65 bilhões. “O excesso de oferta de petróleo, a queda do consumo e o medo de que a China se quebre como um prato e que leve com ela as commodities assustaram os investidores”.

O magnata mexicano das telecomunicações, Carlos Slim, foi quem mais caiu no índice no fechamento do pregão em Nova York, no dia 28 de dezembro, com a América Móvil perdendo 25 por cento em 2015. A pessoa mais rica do mundo em maio de 2013, Slim caiu para o quinto lugar neste ano, depois de ter perdido quase US$ 20 bilhões porque os reguladores aumentaram os esforços para dividir sua empresa, que controla a maioria dos telefones fixos e celulares no México.


Gates e Buffett

O investidor norte-americano Warren Buffett, a terceira pessoa mais rica do mundo, perdeu US$ 11,3 bilhões. A Berkshire Hathaway teve seu primeiro retorno anual negativo desde 2011. O cofundador da Microsoft, Bill Gates, a pessoa mais rica do mundo desde maio de 2013, perdeu US$ 3 bilhões no ano.

As perdas de Gates e a ascensão contínua da Inditex, maior varejista de moda do mundo, deixaram o espanhol Amancio Ortega a US$ 10 bilhões do primeiro lugar. Ortega, a pessoa mais rica da Europa desde junho de 2012, ultrapassou Slim e Buffett ao crescer US$ 12,1 bilhões para US$ 73,2 bilhões.

O crescimento de 20 por cento de Ortega ficou a US$ 19 bilhões do avanço do maior ganhador do ano, Jeff Bezos, fundador da Amazon.com. O bilionário nascido no Novo México mais que dobrou sua fortuna para US$ 59 bilhões e os investidores comemoram os lucros da maior loja virtual do mundo. Bezos acrescentou US$ 31 bilhões em 2015, deixando para trás a queda de US$ 7,4 bilhões sofrida em 2014, e subiu 16 posições até o quarto lugar no índice.

Oscilações bruscas

As 400 pessoas mais ricas do mundo controlam um total combinado de US$ 3,9 trilhões, de acordo com o índice, mais do que o PIB de todos os países da Terra, exceto os EUA, a China e o Japão. No seu auge, em 18 de maio, os bilionários tinham quase US$ 4,3 trilhões, um aumento de US$ 267 bilhões desde 1º de janeiro. Em agosto, eles perderam esses ganhos e mais quando a venda de ativos em todo o mundo eliminou até US$ 182 bilhões em uma semana.

Bezos e Ortega dominaram os avanços positivos do ano, acrescentando US$ 43 bilhões entre os dois. O desempenho dos dois bilionários contrastou com o da família que é proprietária de cerca de metade do Wal-Mart, maior varejista do mundo. Os cinco membros da família Walton perderam um total combinado de US$ 35 bilhões em 2015.

O declínio do mercado derrubou 49 bilionários do ranking diário este ano, incluindo o diretor da Glencore, Ivan Glasenberg, e Wang Jing, um empreendedor chinês de telecomunicações que, pessoalmente, investiu US$ 500 milhões para ajudar a Nicarágua a construir uma alternativa ao Canal do Panamá. Glasenberg perdeu dois terços de seu patrimônio enquanto lutava para reduzir a dívida da empresa suíça de commodities e Wang caiu cerca de 86 por cento este ano.

Corrupção no Brasil

O bilionário brasileiro André Esteves, ex-presidente do maior banco de investimento independente da América Latina, tinha aparecido no índice pela última vez em 2014 e caiu ainda mais este ano, quando sua fortuna diminuiu US$ 1,5 bilhão. Esteves foi preso pela polícia em novembro por supostamente tentar interferir em uma investigação de corrupção. Os advogados de Esteves negam.

Após a prisão, ele deixou o cargo de presidente do conselho e CEO do Banco BTG Pactual, e as ações despencaram quase pela metade. Seu patrimônio, que atingiu o pico de US$ 4,9 bilhões em setembro de 2014, encerrou o ano em US$ 1,8 bilhão. Seus advogados disseram em dezembro que o bilionário foi preso por ser rico. O STF autorizou a saída da prisão, mas ele permanece sob prisão domiciliar.

Esteves foi um dos personagens que caíram na maior investigação de corrupção na história do Brasil. A investigação - junto com uma crise política, a queda da moeda e a recessão - deixou apenas quatro dos 11 brasileiros no índice com ganhos em 2015.

Jorge Paulo Lemann, cofundador da 3G Capital e a pessoa mais rica do Brasil, liderou os ganhos com um salto de US$ 2,2 bilhões. Seus sócios Marcel Telles e Carlos Sicupira aumentaram sua fortuna em cerca de US$ 1,7 bilhão quando a 3G uniu forças com Warren Buffett para a fusão da Kraft Foods com a H.J. Heinz. Os três bilionários também são acionistas da Anheuser-Busch InBev NV, a gigante do setor cervejeiro que decidiu comprar a SABMiller em um negócio de US$ 110 bilhões.

Instabilidade na China

Os bilionários da China tiveram as maiores oscilações em 2015. No dia 1º de janeiro, havia 23 bilionários chineses no índice, com um patrimônio líquido combinado de US$ 205 bilhões. No pico registrado no dia 27 de maio, havia 31 com US$ 348 bilhões. No dia 28 de dezembro, havia 28 bilionários com US$ 256 bilhões.

Com o crescimento dos mercados, a China tornou-se uma verdadeira fábrica de bilionários, com mais de 50 novos no primeiro semestre do ano. Até julho, a bolha tinha estourado. Dos 50 bilionários criados no primeiro semestre do ano, apenas 19 continuavam em agosto.

Queda do petróleo

Neste ano, a queda nos preços do petróleo e as dificuldades por causa das sanções contribuíram para a primeira contração da economia russa em seis anos. No dia 28 de dezembro, 19 russos na lista dos 400 mais ricos tinham perdido US$ 8 bilhões durante o ano. O grupo estava a caminho de recuperar suas perdas de 2014 até junho, quando o preço do petróleo – principal produto de exportação da Rússia – começou a afundar.

A tecnologia foi o setor com melhor desempenho para os bilionários em 2015. Os 44 bilionários de tecnologia adicionaram US$ 81 bilhões a seu patrimônio líquido total, encabeçados pelos US$ 31 bilhões de Bezos. O CEO da Facebook, Mark Zuckerberg, ficou US$ 12 bilhões mais rico com a rede social embarcando em uma renovada campanha de publicidade móvel e o número de usuários crescendo ainda mais. Fortes vendas de anúncios também aumentaram as fortunas de Sergey Brin e Larry Page, cofundadores da Alphabet, do Google. Eles ganharam US$ 20 bilhões.

Os 31 bilionários dos setores de metais, mineração e energia incluídos no índice foram duramente atingidos pelo colapso dos preços de petróleo, cobre, minério de ferro e outros recursos naturais, e suas fortunas perderam US$ 32 bilhões. A pessoa mais rica da Austrália, Gina Rinehart, perdeu mais de um quarto de sua riqueza quando o minério de ferro despencou quase pela metade. Rinehart começou a vender neste mês o minério de ferro de sua mina Roy Hill, de US$ 10 bilhões, aumentando o fornecimento global. Alguns analistas dizem que isso poderia contribuir para uma queda ainda maior no preço. Ela é a 10ª mulher mais rica do mundo, com quase US$ 10 bilhões.

Bilhões escondidos

O índice Bloomberg descobriu 115 novos ou pouco conhecidos bilionários em 2015. Em novembro, a herdeira do Wal-Mart, Christy Walton, perdeu o título de segunda mulher mais rica dos EUA depois que documentos judiciais recentemente revelados mostraram que seu falecido marido, John T. Walton, deu um terço de suas ações da Wal-Mart para o filho deles, Lukas. Aos 29 anos, ele é a 92ª pessoa mais rica do mundo, com US$ 11 bilhões.

Ainda nos EUA, o crescimento dos principais bancos de investimento, Goldman Sachs e JPMorgan, fez com que seus respectivos presidentes, Lloyd Blankfein e Jamie Dimon, ficassem bilionários, raros casos em que administradores contratados acumulam uma fortuna extraordinária. A abertura de capital em outubro da fabricante de carros Ferrari cimentou a fortuna bilionária do herdeiro de segunda geração, Piero Ferrari.

Em Hong Kong, Yeung Kin-man acumulou um patrimônio líquido de US$ 10 bilhões através da Biel Crystal Manufactory, um dos maiores fabricantes de revestimentos de vidro para iPhone e outros smartphones. A ascensão de Yeung aconteceu depois que a abertura de capital em março da concorrente da Biel, a Lens Technology, transformou Zhou Qunfei na mulher mais rica da China. A fortuna de Zhou aumentou mais de US$ 5 bilhões, alcançando os US$ 7,9 bilhões neste ano, um aumento de 254 por cento, o maior no índice.

Via: Bloomberg















sábado, 2 de janeiro de 2016

FHC " Contos Incestuosos e Ardentes "


Putaria na Privataria Tucana (mais uma): FHC trocou venda da Telemig para Andrade Gutiérrez por sexo com sogra de Pimenta da Veiga (que era lobbista da empresa)

Depois, nomeou o próprio Pimenta para as Comunicações, largou a sogra e foi atrás da filha






por Laerte Braga


Eu não tenho tido uma preocupação muito grande com uma ordem cronológica precisa nesses fatos
sobre os dois governos de FHC, mas com os fatos em si. Os fatos pessoais não interessam, exceto se associados a fatos públicos, envolvendo governos e recursos públicos.

Quando viu Edma Frade pela primeira vez, em Belo Horizonte, FHC se encantou com a mulher do jornalista Wilson Frade, um dos mais importantes de Minas à época. Uma dessas belezas que chamam a atenção, o ex-presidente logo se apaixonou. E partiu para cima. Edma não se fez de rogada e aceitou a corte de FHC. O casal começou os encontros não tão furtivos assim no Palácio das Mangabeiras, sob as bênçãos do governador do estado, Eduardo Azeredo. Até aí nada de novo no front. Ocorre que Edma era lobista da Andrade Gutierrez, que ao lado das empresas da família Jereissati e da Telefónica Espalhola, concorriam no processo de privatização da TELEMIG.

FHC acrescentou mais uma conquista e Edma, mais um negócio. A empresa constituída pelos três grupos, me falha o nome agora, era considerada pelos responsáveis pela privatização da TELEMIG como “telegangue” e isso está numa gravação publicada pelo jornal FOLHA DE SÃO PAULO, de uma conversa de Lara Resende com FHC, em que o economista deixa claro que se tratava de uma empresa sem condições e que “estamos beirando a irresponsabilidade caso ela vença”.

FHC não diz nada além de sim, é e outros monossílabos, pois a vitória do grupo na concorrência já estava acertada na cama de um quarto do Palácio das Mangabeiras com Edma. E não deu outra. O grupo levou a TELEMIG.

Nesse período de “negociações”, cai o ministro Mendonça de Barros, Comunicações e Edma, de quebra, emplaca o genro, Pimenta da Veiga para o Ministério. Paola, filha de Edma, mulher de Pimenta, encanta Brasília com sua beleza. Jornalistas, no jornalismo de fofocas que vivemos, davam plantão na Academia de Tênis, onde estava morando, até para descrever a roupa com que Paola saia cedo para caminhar. Ao ver a moça FHC é tomado de nova paixão e troca a mãe pela filha, o que significava que Pimenta da Veiga estava seguro e garantido no cargo, pelo menos até aparecer nova paixão do presidente. O fato não afetou Edma, foi apenas um negócio bem sucedido e muito bem remunerado. Frade, pela sua postura diante dos comentários intramuros dava a impressão que tinha conhecimento de tudo. E assim foi a TELEMIG. Sem choro nem vela.

Azeredo ficou com a sensação que tinha um trunfo nas mãos, até ser jogado para escanteio e perceber que foi apenas uma peça em todo esse tempo de duração do “negócio”. A rigor nem governava Minas de fato, só nominalmente. Um triunvirato formado por sua mulher, o deputado Roberto Brant e o vice-governador Mares Guia tomava as decisões. E quando tentava alguma coisa molhavam o bico em um pouco de açúcar e punham-no a brincar de governador, no máximo bananinha amassada com mel.


Via : Regis Galo

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

"" AECIN LIMPINHO E BEM CHEIROSO ""


Veja a delação da Lava Jato que ficou escondida 6 meses, e que cita R$ 300 mil para Aécio Neves


IMPUNIDADE


IMPUNIDADE
IMPUNIDADE

IMPUNIDADE

IMPUNIDADE



Via: Estadão


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AeroPo Internacional de Claudio MG

ClickVerdade

Eleicoes 2018

Henrique Brito Twitter



Governo quita pedaladas e Aécio cai em desgraça

Delator aponta propina para Aécio de R$ 300 Mil

" Miscelânea golpista "


Apontado como entregador de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, Carlos Alexandre de Souza Rocha disse em delação premiada homologada pelo STF na Operação Lava Jato ter levado a quantia no segundo semestre de 2013 a um diretor da UTC no Rio de Janeiro chamado Miranda, que lhe disse que o montante teria como destino o senador tucano Aécio Neves (PSDB-MG), que foi derrotado na disputa presidencial do ano passado; segundo Rocha, Miranda "estava bastante ansioso" pelos R$ 300 mil, o que lhe causou estranheza; o diretor contou que "não aguentava mais a pessoa" lhe "cobrando tanto"; Rocha teria perguntado quem era e Miranda respondeu Aécio Neves, de acordo com o delator; por meio de sua assessoria, o tucano chamou de "absurda" a citação de Rocha; anteriormente, Aécio já havia sido citado pelo próprio Youssef como responsável por um mensalão em Furnas

Leia na íntegra: 247

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O INTOCÁVEL
NOTÍCIA SOBRE AÉCIO SOME DA CAPA DO UOL


Denúncia sobre propina foi manchete do portal do grupo Folha por volta de 6h, mas às 8h já tinha desaparecido misteriosamente; depois que leitores notaram o sumiço da matéria, ela reapareceu na home do site, por volta de 9h; no jornal impresso, reportagem que noticia o recebimento de R$ 300 mil da empreiteira UTC pelo senador tucano mereceu apenas nota de rodapé

Leia na íntegra: 247



Mais patifaria do " REI DAS ALTEROSAS " Confiram:



O Gabinete Militar de Minas Gerais abriu um inquérito para apurar o desaparecimento de dados das planilhas dos vôos do governo Aécio Neves, entre 2003 e 2010, informa um membro do Ministério Público de MG.

O caso acontece na mesma semana da denúncia do entregador de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, o qual, em delação premiada, afirmou que levou R$ 300 mil a um diretor da UTC em 2013. Esse diretor lhe disse que o montante ia para Aécio Neves.

As viagens foram tema de uma série de reportagens no DCM. As quatro aeronaves de Minas — dois jatos, um Citation e um Learjet, um helicóptero Dauphin e um turboélice King Air — foram utilizadas mais de 1400 vezes naquele período.

Em 198 ocasiões, Aécio não estava presente. Um decreto de 2005, assinado por ele, determina que o uso do equipamento destina-se “ao transporte do governador, vice-governador, secretários de Estado, ao presidente da Assembleia Legislativa e outras autoridades públicas ou agentes públicos, quando integrantes de comitivas dos titulares dos cargos”. Tudo “para desempenho de atividades próprias dos serviços públicos.”

Sem a presença de Aécio, os aviões e o héliceptero serviram para transportar, entre outros, Luciano Huck, FHC, José Wilker, Milton Gonçalves, Boni, Roberto Civita, Ricardo Teixeira, a irmã Andrea Neves, o primo Quedo e outros parentes e amigos.

José Serra e Geraldo Alckmin também passearam. Há na relação “Roberto Marinho”, que andou na companhia de Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB. A advogada de Roberto Irineu Marinho, um dos donos da Globo, afirmou ao DCM que não se trata dele.

A lista foi obtida através da Lei de Acesso à Informação. Em seu primeiro formato, ela fornecia detalhes como ano, data, solicitante, passageiros, origem, destino e custo. Veja abaixo:




Acima, vê-se que Roberto Civita, dono da Abril morto em 2013, foi a Brumadinho com a mulher. Tudo às custas do contribuinte das Gerais. Ali fica localizado o museu de Inhotim.

Segundo a assessoria de Aécio, o empréstimo do Dauphin “atendeu o objetivo de divulgar o Museu de Arte Contemporânea apresentando-o a um dos maiores empresários de comunicação do país”. A “prova” é uma matéria laudatória na Veja. Então tá.

Na nova “formatação” das fichas, sumiram dados como a aeronave usada e quem estava a bordo. Ficaram apenas o “solicitante” (sempre o governador) e o destino.




Ao DCM, a assessoria de imprensa do governo de MG contou que também está apurando o que pode ter acontecido com os relatórios originais.

Via: DCM


GOVERNO QUITA 'PEDALADAS' E DEIXA GOLPISMO SEM ARGUMENTO


" E AGORA ARNALDO?!" ririririririririririri.......


ririririririri....
Ministério da Fazenda, comandado por Nelson Barbosa, informou que pagou nesta quarta-feira, 30, R$ 72,375 bilhões em repasses atrasados junto ao Banco do Brasil, BNDES e FGTS, quitando assim o passivo levantado pelo Tribunal de Contas da União sobre as chamadas "pedaladas fiscais"; segundo o ministério, do total, R$ 55,572 bilhões se referem a passivos de 2014 e R$ 16,803 bilhões a obrigações de 2015; o atraso nos repasses para bancos públicos é o principal argumento do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff

Leia na íntegra: 247


" HOMENAGEM "


"Aécio mudou seu vice para 2018: "Aécio, vice Adão"




*FIM*


Parceiros:




segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Em 2014, Aécio Neves (PSDB-MG) aparece com nota zero no ranking de avaliação de atividade parlamentar da Veja. https://t.co/TKGepeU3D6

Em 2014, Aécio Neves (PSDB-MG) aparece com nota zero no ranking de avaliação de atividade parlamentar da Veja. https://t.co/TKGepeU3D6

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