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domingo, 25 de abril de 2021

Governo Bolsonaro vai ao STF para adiar liberação da Sputnik V no Maranhão


Brasília quer reverter liminar que permite uso emergencial a partir de quarta-feira caso a Anvisa não se manifeste até lá. Ceará, Amapá e Piauí também podem ser afetados



O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), revelou nesta sexta-feira (23) que o governo Bolsonaro entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) contra liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski que permite o estado aplicar a vacina Sputnik V a partir de quarta-feira (28), caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não se manifeste até a mesma data a respeito de pedido de liberação protocolado no final de março. A movimentação jurídica de Brasília pode afetar também Ceará, Amapá e Piauí.

“O governo federal não quer o prazo de 28 de abril. Alegam que precisam de mais tempo pra analisar a documentação. Nós discordamos. Ou você diz sim ou diz não, de modo fundamentado. Mas protelar, adiar indefinidamente não tem razão de ser”, disse Flávio Dino em entrevista coletiva, avisando que o governo dele já se manifestou no Supremo pela permanência no prazo de 28 de abril.

O pedido junto à Anvisa para a importação e uso emergencial foi feito pelo governo maranhense no dia 29 de março e ainda não recebeu qualquer resposta. Diante da demora, Flávio Dino levou o caso ao STF, onde Lewandowski deferiu liminar dando 30 dias para a Anvisa se posicionar, a contar da data da solicitação feita pelo estado nordestino.

“Estamos lutando para que o Plano Nacional de Imunização seja fortalecido. A nossa atitude é colaborativa”, acrescentou Flavio Dino. “Me insiro naqueles que fazem oposição ao governo federal, porém, nunca adotei uma atitude de sabotagem em relação a parcerias úteis pra a nossa população. A Sputnik vem sendo aplicada em muitos países do planeta, como na vizinha Argentina, que baseia seu plano de imunização nessa vacina, aplicada em mais de 60 países.”


Ceará, Amapá e Piauí

Seguindo os passos do governo maranhense, Ceará, Amapá e Piauí também entraram com ação similar no Supremo e, nesta mesma sexta-feira, Lewandowski concedeu liminar com termos semelhantes, dando o mesmo prazo de 30 dias a contar da data do protocolo feito por esses três estados na Anvisa. Os prazos vencem no final do mês.

Lewandowski deferiu a liminar nos termos do artigo 16 da Lei 14.124/2021. Nas três peças jurídicas, os governos estaduais alegam que o “Governo Federal omitiu-se na adoção tempestiva das medidas necessárias para adequada execução do plano nacional de imunização contra a Covid-19 no País, bem como que a segunda ré (Anvisa) posterga, sem causa razoável, o exame do pedido formulado (…) para importação e uso excepcional de vacinas Sputnik V adquiridas no mês de março deste ano”.


Morosidade

O chamado Consórcio do Nordeste, conjunto de nove estados do qual fazem parte Ceará, Piauí e Maranhão, tem contratos fechados para a compra de 37 milhões de doses. A legislação diz que a agência teria sete dias para dar uma resposta, porém, alegando falta de documentos sobre segurança e eficácia, ainda não divulgou parecer.

A postura da empresa gerou estranheza nos governadores. Uma das ações que eles dizem não entender é a necessidade que a agência alegou de ir até a Rússia para avaliar o laboratório onde a vacina foi desenvolvida, necessidade não vista para os imunizantes já liberados para uso. No caso da Oxford/AstraZeneca, já foi concedido inclusive o registro definitivo no país.

Segundo o Instituto Gamaleya, responsável pela vacina, o imunizante tem 91,6% de eficácia contra infecções e 100% contra casos graves. Garante, ainda, que mesmo que haja infecção após a aplicação das duas doses necessárias, será com sintomas leves.

Ao todo, 60 países, somando 3 bilhões de pessoas, já confirmaram a liberação da Sputnik, a primeira vacina desenvolvida no mundo. Dois deles, a própria Rússia e a Argentina, fazem parte de listagem definida por lei cujas agências têm respaldo para atestar justamente segurança e eficácia. É esse respaldo que determina o prazo de sete dias para a liberação de uso emergencial. Além deles e da Índia, na América Latina a vacina foi liberada na Bolívia, Guatemala, Guiana, Antígua e Barbuda, São Vicente e Granadinas, Honduras, México, Nicarágua, Paraguai, Panamá e Venezuela.

Fonte: RBA


CNN Brasil

Quatro estados já pediram ao STF autorização para importar Sputnik V | CNN 360º - 21 de abr. de 2021

Assista ao VÍDEO



No Twitter


 

 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Noruega investiga morte de 29 idosos que receberam vacina da Pfizer


Sigurd Hortemo, médico-chefe da Agência Norueguesa de Medicamentos, disse que não é possível estabelecer uma conexão entre as mortes e a vacinação

Até 5ª feira (14.jan.2021), a Agência Norueguesa de Medicamentos investigava 23 mortes de idosos que receberam vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Pfizer e BioNTech. O número de mortes suspeitas aumentou para 29, de acordo com reportagem divulgada neste sábado (16.jan) pela Bloomberg. As vítimas tinham 75 anos ou mais. 


Em nota divulgada na 6ª feira (15.jan), Sigurd Hortemo, médico-chefe da agência, disse que “os relatórios sugerem que reações adversas comuns às vacinas de mRNA, como febre e náusea, podem ter contribuído para um desfecho fatal em alguns pacientes frágeis”.

Ao BMJ, Hortemo disse que “pode ser coincidência, mas não temos certeza. Não há uma conexão certa entre as mortes e a vacina”.

O país começou a vacinação em 27 de dezembro e cerca de 42.000 pessoas receberam pelo menos uma dose do imunizante. Estão sendo vacinados idosos –incluindo aqueles institucionalizados e com doenças graves.

A agência norueguesa ressalta que os estudos sobre a vacina “não incluíram pacientes com doença instável ou aguda –e incluíram poucos participantes com mais de 85 anos de idade”. A nota também afirma que “400 pessoas morrem a cada semana em lares de idosos e instituições de longa permanência”.

As análises de mortes suspeitas são consideradas no guia do país para a vacinação de idosos com doenças graves. 


CHINA COBRA REPERCUSSÃO DA MÍDIA 


O Global Times, jornal controlado pelo Partido Comunista Chinês, publicou editorial na 6ª feira (15.jun) criticando “o silêncio da mídia” sobre as mortes na Noruega:

“A grande mídia dos Estados Unidos e do Reino Unido estava obviamente minimizando suas mortes [da Noruega]. Em contraste, a grande mídia ocidental imediatamente divulgará qualquer informação desfavorável sobre as vacinas chinesas e tentará ampliar seu impacto na psicologia pública. Por exemplo, os dados [eficácia] da vacina Sinovac da China foram menores do que o esperado no Brasil e foram relatados em todos os lugares na mídia ocidental. A morte de um voluntário brasileiro que participava dos testes também se tornou um grande acontecimento na mídia ocidental. Mas ficou mais tarde provado que a morte não teve nada a ver com a vacinação, e a mídia ocidental perdeu o interesse”, declarou o periódico.

Leia a íntegra aqui, em inglês.

Fonte: Poder 360


No Twitter



 Um idoso de 75 anos morreu de ataque cardíaco após receber a vacina da Pfizer contra Covid-19. O caso ocorreu no norte de Israel e de acordo com a imprensa local, o israelense faleceu cerca de duas horas após ser imunizado. Uma análise preliminar não revelou qualquer ligação com a vacina, afirmou o Ministério da Saúde de Israel.

Fonte: undefined - iG @ https://saude.ig.com.br/coronavirus/2020-12-28/homem-morre-de-ataque-cardiaco-apos-receber-a-vacina-contra-covid-19.html


Um médico morreu nos  Estados Unidos cerca de duas semanas depois de ter sido vacinado com a vacina da Pfizer/BioNTech. A informação é do tabloide 'The Daily Mail'.

Fonte: undefined - iG @ https://saude.ig.com.br/2021-01-08/medico-morre-apos-receber-vacina-da-pfizer-contra-covid-19-diz-jornal.html


quinta-feira, 4 de junho de 2020

Bolsonaro veta repasse de R$ 8,6 bilhões para o combate à Covid-19 nos estados e municípios




Por: JORNAL NACIONAL

O veto do presidente foi publicado no Diário Oficial com o argumento de que a mudança feita pelo Congresso cria uma despesa obrigatória ao poder público sem indicar o impacto financeiro, violando regras constitucionais.

  • Bolsonaro veta repasse de R$ 8,6 bilhões para combate à Covid-19 nos estados e municípios ( Vídeo )

O presidente Jair Bolsonaro vetou, nesta quarta-feira (3), o repasse de R$ 8,6 bilhões para o combate à Covid-19 nos estados e municípios.


O veto do presidente Bolsonaro foi publicado no Diário Oficial com o argumento de que a mudança feita pelo Congresso cria uma despesa obrigatória ao poder público sem indicar o impacto financeiro, violando regras constitucionais.

O Fundo de Reservas Monetárias foi criado em 1966. Era abastecido com reservas do IOF, Imposto sobre Operações Financeiras. Não recebia recursos desde 1988. O dinheiro acumulado, R$ 8,6 bilhões, seria usado para pagar a dívida pública, mas diante do agravamento da pandemia, deputados e senadores fizeram um acordo com o governo para aplicar os recursos no combate à Covid nos estados e municípios.

Os deputados aprovaram a proposta por votação simbólica, adotada quando não há necessidade de ir a voto. No Senado, a aprovação foi por unanimidade em maio. Nesta quarta-feira (3), o presidente da Câmara disse que ficou surpreso com o veto.

"A informação que eu tinha dos deputados era que tinha ocorrido um acordo, inclusive para a destinação desses recursos. De fato, surpreendeu, pelo menos aos deputados que me encaminharam mensagens hoje, o veto do governo em relação a esses R$ 8 bilhões. É um direito do presidente. Cabe ao parlamento chamar uma sessão do Congresso e decidir pela manutenção do veto ou pela derrubada do veto”, disse Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara.

Parlamentares já começam a pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que marca as sessões do Congresso, para colocar o veto em votação. Deputados e senadores têm poder para derrubar a decisão do presidente Bolsonaro.

No início da noite desta quarta (3), o ministro da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, disse em uma rede social que o presidente vetou o repasse "para não ferir regras orçamentárias e cometer crime de responsabilidade."


Rede TVT


Jair Bolsonaro continua mostrando que não está preocupado com a vida dos brasileiros. Agora, vetou o uso de uma verba bilionária no combate ao novo coronavírus.



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sexta-feira, 29 de maio de 2020

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Brasil passa de 25 mil mortes e 411 mil contaminações por coronavírus




País contabilizou 1.086 óbitos e 20.599 casos em 24 horas
O Ministério da Saúde registrou 1.086 mortes e 20.599 contaminações por coronavírus em 24 horas, segundo atualização desta quarta-feira 27. O total do país chegou a 25.598 óbitos e 411.821 casos confirmados.


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