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sexta-feira, 19 de março de 2021

Com 2.724 óbitos, Brasil bate recorde com média móvel de 71.904 casos de COVID-19


País também bateu outra triste marca: pelo segundo dia consecutivo, a média móvel de mortes por COVID-19 ficou acima de dois mil.



Os dados do consórcio da imprensa, divulgados pelo portal UOL, apontam que, na última semana, 2.096 pessoas morreram em média diariamente no país por causa do coronavírus. 

O cálculo está 47% maior do que o registrado duas semanas atrás. É o 20º dia consecutivo que a média móvel de mortes bate recorde. 

Nesta quinta-feira (18), o Ministério da Saúde disse que o Brasil teve 2.724 mortes pela COVID-19. Para o consórcio, o país contabilizou 2.659 óbitos, elevando para 287.795 o total de vidas perdidas.

A média móvel registrada foi de 71.904 diagnósticos positivos para coronavírus, 22% maior do que o cálculo de 14 dias atrás. Este foi o recorde desde o início da pandemia.

Vale lembrar que ainda nesta quinta-feira (15), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) enviou um ofício ao presidente Jair Bolsonaro e ao Ministério da Saúde pedindo "providências imediatas" do governo federal para suprir as faltas de oxigênio e medicamentos.

O Brasil enfrenta uma crise na sedação de pacientes com a COVID-19 que precisam ser intubados.

Em Brasília, paciente com COVID-19 chega de ambulância a um hospital público de referência, em 17 de março de 2021

Fonte: Sputnik Brasil


UOL


Pelo 20º dia seguido, Brasil tem média recorde de mortes por covid-19

Nesta quinta-feira (18), o Brasil registrou a mais alta média de mortes por covid-19 em toda a pandemia pelo 20º dia consecutivo. Nos últimos sete dias, a média foi de 2.096 óbitos diários causados pela doença. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte com base nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.

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quinta-feira, 18 de março de 2021

Brasil supera 3 mil mortos por covid em 24h. Média móvel supera 2 mil pela 1ª vez


Enquanto colapso no sistema de saúde se agrava, Fiocruz alerta que só o isolamento social pode reduzir danos no momento


Tratores abrem espaço para mais corpos em um dos principais cemitérios de Manaus (AM), que reservou nova ala para óbitos por covid-19. - Michel Dantas/ AFP

O Brasil registrou hoje (17) 3.149 mortos pela covid-19 nas últimas 24 horas e segue batendo recordes diários em número de óbitos oficialmente notificados ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde, o Conass. Com o acréscimo, a média móvel diária de mortes pela infecção, calculada nos últimos sete dias, passou , 2.170 pessoas por dia – três pessoas a cada dois minutos. O contágio e as mortes pelo coronavírus em território brasileiro seguem em aceleração. Este é o pior momento da pandemia no Brasil desde o início do surto, em março de 2020.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) define o cenário como “o maior colapso sanitário e hospitalar da história do Brasil”. Em boletim extraordinário divulgado na noite de ontem, a instituição chama a atenção para a “situação extremamente crítica em todo o país”. Até a conclusão do relatório, apenas dois estados brasileiros não estavam em colapso por falta de leitos de UTI, Rio de Janeiro e Roraima. A condição é declarada quando mais de 85% das unidades estão ocupadas.

O Brasil também bate recorde hoje de novos casos no período equivalente a um dia. O Conass aponta 99.634 novas infecções. O Brasil segue como epicentro da pandemia no mundo desde o dia 9 de março, quando passou a registrar mais mortes e casos do que os Estados Unidos, mesmo com capacidade de testagem inferior. Desde o dia 21 de janeiro o Brasil contabiliza mais de mil mortos por dia, em média.

Dados têm como base informações das secretarias estaduais / Fiocruz


Pior crise da história

O mapeamento da Fiocruz revela os estados com as piores condições, sendo que em todos eles pessoas morrem em suas casas sem atendimento hospitalar. São eles o Rio Grande do Sul, com 100% das UTIs ocupadas, Santa Catarina, 99%, Goiás, 97%, Distrito Federal, 97%, Paraná, 96%, Pernambuco, 96%, Rio Grande do Norte, 96%, Tocantins, 96%, Mato Grosso, 94%, Acre, 94%, Ceará, 94%, e Mato Grosso do Sul, 93%.

A Fiocruz é categórica em orientar por medidas rígidas de isolamento social. O Brasil enfrenta um cenário de colapso ao mesmo tempo em que vê grande resistência por parte da população em seguir os protocolos da ciência para mitigar os efeitos da crise. O principal adversário da ciência e da saúde pública no Brasil é o próprio presidente Jair Bolsonaro. Desde o início da pandemia ele desdenhou do vírus, estimulou e promoveu aglomerações e até mesmo atacou o uso de máscaras e as vacinas.

“A fim de evitar que o número de casos e mortes se alastrem ainda mais pelo país, assim como diminuir as taxas de ocupação de leitos, os pesquisadores defendem a adoção rigorosa de ações de prevenção e controle, como o maior rigor nas medidas de restrição às atividades não essenciais. Eles enfatizam também a necessidade de ampliação das medidas de distanciamento físico e social, o uso de máscaras em larga escala e a aceleração da vacinação”, afirma a Fiocruz.


Vacinas

No quesito vacinação, o Brasil avança com lentidão. O governo Bolsonaro, após pressão da sociedade e do ressurgimento da figura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apontando para a necessidade de respeitar a ciência, mudou ligeiramente de postura. O governo, repentinamente, passou a defender a vacinação. Contratos foram assinados às pressas, enquanto o bolsonarismo tenta se desvincular do histórico de ataques e divulgação de de informações não-comprovadas ou mesmo falsas sobre vacinas.

Fonte: Brasil de Fato


Rede TVT

Poderemos chegar a meio milhão de mortos pela covid-19 - Central do Brasil

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quarta-feira, 10 de março de 2021

Pandemia avança sem controle e Brasil tem recorde de mortes por covid-19 em 24 horas


Foram registradas 1.972 mortes nesta terça (9); 268.370 pessoas morreram no país desde o início da crise sanitária


As médias móveis diárias de novos casos e mortes, calculadas com base nos últimos sete dias, seguem em ascensão acelerada, e estão em seu ápice - Mário Oliveira/Semcom

O surto de covid-19 segue descontrolado e em franca tendência de crescimento no Brasil. Nesta terça-feira (9), o país voltou a bater seu próprio recorde de mortos em um período de 24 horas, com 1.972 vítimas notificadas ao Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Com os novos números, o país chega 268.370 vidas ceifadas pelo coronavírus desde o início da pandemia, em março de 2020.

O balanço desta terça-feira nos estados também identificou um total de 70.764 novos casos de infecção. Isso, sem contar a subnotificação, admitida por todas as autoridades sanitária envolvidas. Com isso, 11.122.429 brasileiros já foram contaminadas com a covid-19.

:: Pandemia: três momentos críticos para a gestão da saúde pública no Brasil em um ano ::

As médias móveis diárias de novos casos e mortes, calculadas com base nos últimos sete dias, seguem em ascensão acelerada, e estão em seu ápice, superando o piro momento da pandemia, entre julho e agosto do ano passado.


Colapso

Os sistemas de saúde das cidades brasileiras seguem em colapso – ou já muito próximos dele – há mais de uma semana. A demanda não atendida por leitos hospitalares já faz com que brasileiros morram sem terem recebido nenhum atendimento médico.

No Paraná, por exemplo, no fim de semana, 989 pessoas aguardavam na fila por uma vaga para tratar de covid-19, sendo 519 com necessidade imediata de UTI. O cenário dramático se repete em boa parte do restante do país. No Mato Grosso,quase 100 pessoas aguardam por um leito.

O Brasil é, desde janeiro, o epicentro da pandemia de covid-19. Segundo com mais mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, o país vive um cenário oposto ao mundo.

Os demais países da comunidade internacional assistem a uma grande redução de casos e mortos desde o início do ano. Resultados expressivos foram observados na Europa, com a adoção de “lockdown” intensivo e também com o avanço das respectivas campanhas de vacinação.

:: Covid: entenda como Inglaterra derrubou taxa de contágio após terceiro lockdown ::

Ao defender que as pessoas saiam de casa o mínimo possível, o biólogo e divulgador científico Atila Iamarino afirma que o esforço é necessário "para  impedir o colapso do sistema de saúde e dar chance de quem está nessa fila crescente por UTI ter um tratamento digno". 


Isolamento

Diante do agravamento da crise, Atila insiste na necessidade de isolamento. “O combate é o mesmo. Distanciamento, máscaras, vacina, auxílio emergencial. Mas tudo precisa ser reforçado, já que um vírus mais transmissível aproveita melhor as brechas. Irreversíveis são as vidas perdidas, mas o controle da pandemia é dinâmico e responde ao nosso esforço".

“Um ano depois ainda insistimos em não aceitar o que funciona e insistimos em não descartar tratamento precoce. Não é uma escolha entre parar e não parar. É parar antes, de modo planejado, pra reabrir antes”, completa Iamarino.

Mesmo a Organização Mundial da Saúde (OMS) teme que a falta de isolamento social no Brasil diante de grave crise possa ser prejudicial para as vacinas, já que o vírus circulando livre e com intensidade pode estimular mutações e novas cepas.

Entretanto, as recomendações da ciência seguem desprezadas pelo presidente Jair Bolsonaro. O governo brasileiro é uma exceção diante do mundo ao atacar, deliberadamente, medidas comprovadamente eficazes como isolamento, máscaras e vacinas.

Bolsonaro segue de forma irracional a indicar remédios comprovadamente ineficazes para tratar a doença, como a cloroquina e a ivermectina. A ciência é precisa neste caso: não existe tratamento precoce e Bolsonaro mente.


Vacinas

A boa notícia da semana ficou por conta dos laboratórios responsáveis pelas vacinas da AstraZeneca e da CoronaVac, desenvolvidas em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Instituto Butantan, respectivamente.

De acordo com estudos preliminares, os dois imunizantes que estão sendo aplicados nos brasileiros são eficazes contra as cepas inglesa e de Manaus, que são mais contagiosas e agressivas e circulam no país.

Até o momento foram vacinados 10,8 milhões de brasileiros, ou 3,83% da população. Apenas 1,26% da população nacional recebeu as duas doses. O último balanço dos estados foi divulgado no fim de semana.

Existe a expectativa para abril de a Fiocruz e o Instituto Butantan ampliarem a produção. Também são esperadas 14 milhões de doses da Pfizer até julho. A após três recusas de negociação do governo Bolsonaro com a empresa.

Fonte: Brasil de Fato


CNN Brasil

O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (9) um total de 1.972 novas mortes por Covid-19 registradas nas últimas 24 horas. É o novo recorde de óbitos confirmados em um único dia no Brasil ao longo da pandemia.

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sábado, 6 de março de 2021

Brasil registra 1.800 mortes por Covid-19 e mais de 75 mil novos casos


No total, já foram 262.777 óbitos notificados da doença no País. Também foram registrados 75.495 novos casos, totalizando 10.869.227 desde o início da pandemia


Humor Político


247 - O Brasil registrou, nesta sexta-feira, 5, 1.800 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass). No total, já foram 262.777 óbitos notificados da doença no País. Também foram registrados 75.495 novos casos, totalizando 10.869.227 desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes, que considera os óbitos pela doença no período de uma semana, bateu novamente um recorde, pelo 12º dia seguido. O índice ficou em 1.419 mortes diárias ao longo dos últimos setes dias.


Brasil terá mais de 3 mil mortes diárias por Covid-19 em março

O Brasil poderá ultrapassar a marca diária de 3 mil mortes nas próximas duas semanas. O alerta foi feito por assessores e auxiliares ligados ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em função do aumento expressivo dos casos da doença como resultado das aglomerações registradas no final do ano e no Carnaval; das dificuldades de isolamento social e da vacinação em massa; à circulação no país de novas cepas do coronavírus, além da falta de leitos hospitalares. 

De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, "a cúpula da Saúde entende que não há muito no momento o que fazer" e continua a ignorar a prioridade da vacinação e a urgência do lockdown. A única orientação é "estimular a reabertura de hospitais de campanha nos Estados". 

A região Sul é um dos maiores pontos de preocupação dos técnicos da pasta. A lotação dos leitos de UTI e a iminência do colapso dos sistema de saúde em estados como o Rio Grade do Sul é vista com preocupação. Situação semelhante é registrada no Norte do país. Ali, embora o número de casos seja menor, os hospitais registram uma ocupação próxima ou superior a 100% dos leitos de UTIs. Também já foram disparados alertas para outros estados como Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

Como o governo federal já firmou posição de não adotar um lockdown nacional - defendido por secretários estaduais de saúde de todo o país -, as medidas restritivas à circulação de pessoas e de atividades de setores não essenciais para evitar a disseminação do coronavírus continuam nas mãos de estados e municípios.


CNN Brasil

Brasil registra mais 1.800 mortes por Covid-19 em 24 horas | EXPRESSO CNN

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quinta-feira, 4 de março de 2021

Mais um recorde: Brasil tem 1910 mortes por Covid


Dados divulgados pelo Conass mostram o país próximo de 2 mil vidas perdidas para a doença em apenas um dia


Humor Político

Dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) mostram que o Brasil ultrapassou mais um recorde macabro nesta quarta-feira (3) diante do avanço da pandemia de Covid-19.

Foram 1.910 óbitos confirmados nas últimas 24h, uma marca que supera de longe qualquer outra já vista desde o início da pandemia no país. Com um possível colapso sanitário nacional, é bem provável que o Brasil ultrapasse as 2 mil mortes diárias nos próximos dias.

Na contagem do Conass, o país já viu a morte de 259 mil brasileiros para a Covid.

Além disso, foram 71,7 mil novos casos confirmados da doença, totalizando 10,7 milhões de infectados desde o início da pandemia.

A média móvel de óbitos chegou a 1.331, enquanto média móvel de casos alcançou 56.310. Os dois índices bateram recorde.


Notícias relacionadas




SBT Jornalismo

Covid-19: Brasil registra 1910 mortes, maior número desde início da pandemia | SBT Brasil (03/03/21)

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Brasil passa das 200 mil mortes por COVID-19



O Brasil atingiu nesta quinta-feira (7) a marca de 200 mil mortos pela COVID-19. Segundo dados do Ministério da Saúde, o país soma, desde o início da pandemia, 200.498 óbitos e 7,9 milhões de casos registrados de infecção pelo novo coronavírus.


Seguindo os números divulgados pelo Ministério da Saúde, esta quinta-feira (7) é o segundo dia com o maior número de mortes desde o início da pandemia no Brasil, com 1.524 óbitos. O único dia com mais mortes foi 29 de julho, quando 1.595 pessoas tiveram morte registrada.

No entanto, segundo levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), foram 1.841 mortes nesta quinta-feira (7) – número que supera por muito o recorde do dia 29 de julho.

Seguindo os dados do Conass, a média móvel de mortes por COVID-19 no Brasil chegou a 792 e cresceu 11,2% em comparação com 14 dias atrás.

Família visita túmulo de ente querido falecido em decorrência da COVID-19, no cemitério da Penitência, no Rio de Janeiro, Brasil, 20 de setembro de 2020

Embora ainda não tenha definido uma data para o início da vacinação no Brasil, o ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou que a imunização nacional terá início ainda em janeiro.

Nesta quinta-feira (7), o Instituto Butantan divulgou que a CoronaVac tem eficácia de 78% e pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o uso emergencial da vacina.

Algumas horas depois, Pazuello anunciou a assinatura de um contrato com o Instituto Butantan para a compra de 100 milhões de doses da vacina CoronaVac.

Fonte: Sputnik Brasil


UOL


O Brasil atinge a marca das 200 mil mortes pela covid-19, segundo o consórcio de veículos de imprensa - parceria entre o UOL, Folha de S.Paulo, Estado de S.Paulo, O Globo, Extra e G1. A doença dizimaria cidades caso as vítimas morassem no mesmo município. O coronavírus, também, supera drasticamente o número de óbitos em grandes tragédias como o acidente com o time da Chapecoense, o do avião da TAM em Congonhas, o incêndio na Boate Kiss e o rompimento da barragem em Brumadinho.




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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Brasil registra mais 344 mortes por covid-19



Total de óbitos passa de 191 mil. País também registrou mais 18 mil casos da doença neste domingo.


O Brasil registrou oficialmente 18.479 casos confirmados de covid-19 e 344 mortes ligadas à doença neste domingo (27/12), segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass).

Com isso, o total de infecções identificadas no país subiu para 7.484.285, enquanto os óbitos chegam a 191.139.

Diversas autoridades e instituições de saúde alertam, contudo, que os números reais devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação.

O Conass não divulga número de recuperados. Segundo o  Ministério da Saúde, 6.475.466 pacientes haviam se recuperado da doença no sábado.

A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 91,0 no Brasil, a 18ª mais alta do mundo, quando desconsiderados os países nanicos San Marino e Andorra.

Em números absolutos, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais infecções, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam mais de 19,1 milhões de casos, e da Índia, com 10,1 milhões. Mas é o segundo em número absoluto de mortos, já que mais de 332 mil pessoas morreram nos EUA.

Ao todo, mais de 80,5 milhões de pessoas já contraíram o coronavírus no mundo, e 1,76 milhão de pacientes morreram.

 Fonte: DW Brasil


Marco Antonio Villa


Live: Bolsonaro e os 191 mil óbitos: "Não dou bola para isso."

Dezenas de países estão iniciando a vacinação em massa.

O Brasil não tem plano de vacinação.

Não há data sequer para o início da vacinação.

O Ministro da Saúde está desaparecido. Há dias não concede nenhuma entrevista.

Para Bolsonaro a pandemia já passou.

Teremos um primeiro semestre com a permanência em alta escala da pandemia e com terríveis reflexos na economia.

Bolsonaro até quando? E o impeachment? É preciso mais o quê?

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sexta-feira, 24 de julho de 2020

Número de mortos pela COVID-19 no Brasil ultrapassa 84 mil




Por: Sputnik Brasil

Segundo informe do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgado nesta quinta-feira (23), o Brasil registrou 1.311 mortes pelo coronavírus nas últimas 24 horas, fazendo total chegar a 84.082.

O número de novos casos confirmados da COVID-19 foi de 59.961. Com isso, o total de pessoas já infectadas pelo vírus chegou a 2.287.475. 

O Brasil é o segundo país do mundo com maior número de casos e de óbitos causados pela doença. 
Segundo o Conass, a taxa de letalidade da COVID-19 no Brasil é de 3,7%. O índice de mortalidade (por 100.000 habitantes) é de 40, enquanto a taxa de incidência (por 100.000 habitantes) é de 1.088,5. 

O estado mais atingido é São Paulo, com 452.007 casos e 20.894 mortes. O Ceará tem 156.242 casos e 7.374 mortes, enquanto o Rio de Janeiro registrou 151.549 casos e 12.535 óbitos. 


Média de mortes sobe em 12 estados

Segundo levantamento de consórcio de imprensa criado para acompanhar a evolução da doença, a média de mortes está subindo em 12 estados: Roraima, Amapá, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraíba. 
Em nove estados, a média é estável: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Maranhão, Bahia, Sergipe, Pernambuco e no Distrito Federal. 

Em em seis estados há registro de queda: Amazonas, Acre, Piauí, Ceará, Alagoas e Rio Grande do Norte.



O Instituto Pólis em parceria com o Labcidade trazem levantamento que aponta que aqueles que saíram para trabalhar e percorreram longas distâncias foram mais impactados por óbitos da Covid-19. Henrique Frota, coordenador executivo do Instituto Pólis, traz os detalhes.



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quinta-feira, 11 de junho de 2020

Brasil registra mais de 800 mil casos da covid-19 e quase 41 mil pessoas já morreram



Mesmo com avanço da pandemia, governos afrouxam isolamento social - Luiza Castro / Sul 21

Somente entre quarta (10) e quinta-feira(11) foram registrados 30.412 novos casos e mais de 1.200 óbitos


Nara Lacerda
Brasil de Fato | São Paulo (SP) |

O Brasil registrou 40.919 mortes por causa da covid-19 até esta quinta-feira (11).  Em um dia, foram 1.240 confirmações. Pela terceira vez consecutiva nesta semana, os registros de óbitos ficaram acima de mil em 24 horas. Os números foram divulgados pelo Conselho Nacional de Secretárias de Saúde (Conass).

Ainda de acordo com os dados do Conass, 802.828 brasileiros já foram infectados pela doença. Como o número de testes realizados no país ainda é insuficiente, até mesmo o Ministério da Saúde já admitiu que a realidade pode ser ainda mais crítica.

Um dos indícios de subnotificação é o crescimento cada vez mais acelerado de mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave. Segundo os registros dos cartórios brasileiros, foram contabilizados mais de 8 mil casos desde 16 de março. No mesmo período do ano passado, o número era de 384.


Sem sinais de que a velocidade de transmissão vá diminuir, o país está cada vez mais próximo do Reino Unido, segunda nação do mundo em números totais de mortes. Por lá, no entanto, os casos fatais crescem em um ritmo bem menos acelerado, após adoção de medidas de isolamento. Entre quarta (10) e quinta-feira (11), foram pouco mais de 100. Atualmente o Brasil é o terceiro na lista dos que mais contabilizam mortes e o segundo em números de casos totais, atrás apenas dos Estados Unidos. 

Evolução semanal da pandemia no Brasil / Arte: Bertolo


O que é coronavírus


É uma extensa família de vírus causadores de doenças tanto em animais como em humanos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em humanos, os vários tipos de vírus podem provocar infecções respiratórias que vão de resfriados comuns, como a síndrome respiratório do Oriente Médio (MERS), a crises mais graves, como a síndrome respiratória aguda severa (SRAS). O coronavírus descoberto mais recentemente causa a doença covid-19.


Como ajudar quem precisa?


A campanha “Vamos precisar de todo mundo” é uma ação de solidariedade articulada pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo. A plataforma foi criada para ajudar pessoas impactadas pela pandemia da covid-19. De acordo com os organizadores, o objetivo é dar visibilidade e fortalecer as iniciativas populares de cooperação.

Edição: Rodrigo Chagas


Rede TVT


Mortes por covid podem chegar a 4 mil por dia até fim de julho

A projeção é da Casa Branca com base em modelo matemático utilizado pelo governo dos Estados Unidos. Conversamos com o professor Fernando Aith, titular da escola de saúde pública da USP e diretor do Centro de Pesquisas em Direito Sanitário da USP. Aith também fala sobre o anúncio de uma vacina que será produzida em parceria com o Instituto Butantan em SP.



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Brasil registra 1.274 mortes pela COVID-19 e total de óbitos se aproxima de 40 mil





Segundo números divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) nesta quarta-feira (10), o país tem agora 39.680 mortos pela COVID 19 e 772.416 casos.

De acordo com o órgão, nas últimas 24 horas o número de casos confirmados do novo coronavírus foi de 32.913, enquanto o acréscimo de óbitos foi de 1.274.

A taxa de letalidade é de 5,1%. Já a taxa de mortalidade (por 100.000 habitantes) é de 18,9.

No boletim de terça-feira (9), o país somava 38.406 mortes e 739.503 casos.

São Paulo é o estado mais afetado do Brasil, com 156.316 casos e 9.862 mortes. Depois, aparecem o Rio de Janeiro, com 74.373 casos e 7.138 óbitos; e Ceará, com 71.402 casos e 4.480 mortes.

Ó órgão passou a divulgar os dados da evolução da COVID-19 em um portal após o Ministério da Saúde afirmar que não informaria mais os números consolidados da doença, apenas o registro das últimas 24 horas.

Além disso, no domingo (7), o governo divulgou dados divergentes sobre a enfermidade. 
No entanto, após pressão de especialistas e políticos, e de decisão do Supremo Tribunal Federal, a pasta voltou a informar o número total de óbitos e casos no Brasil.


teleSUR tv 


Ante as irregularidades da Secretaria de Saúde do Brasil sobre o conteúdo dos dados oficiais sobre contornos e interrupções do COVID-19, os principais meios de comunicação do país realizam investigações para relatar casos em relação ao novo coronavírus. Os locais médios anunciam mais de um milhão de pedidos pelo COVID-19 no país nas últimas horas. teleSUR




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